Toffoli toma posse na presidência do STF e ficará no cargo até 2020

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Entre CARMEN Lúcia e Temer, Dias Toffoli assume a presidência do STF
Entre CARMEN Lúcia e Temer, Dias Toffoli assume a presidência do STF

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Publicada em 14/09/2018 às 06:43:00

 

André Richter
Agência Brasil 
 
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli tomou posse ontem (13) no cargo de presidente da Corte. O ministro ficará no cargo pelos próximos dois anos. Ele substitui Cármen Lúcia, que voltará a integrar a Segunda Turma da Corte, responsável pelo julgamento dos processos da Operação Lava Jato.
Após cumprir o protocolo no qual fez o juramento de cumprir a Constituição, Toffoli deu posse ao vice-presidente, ministro Luiz Fux. 
Toffoli tem 50 anos e foi nomeado para o STF, em 2009, pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Antes de chegar ao Supremo, o ministro foi advogado-geral da União e advogado de campanhas eleitorais do PT.
O ministro é conhecido por evitar polêmicas e por ter um tom pacificador em suas decisões. De acordo com os colegas da Corte, o novo presidente fará um trabalho ligado à gestão administrativa do Judiciário, por meio do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), órgão que também comandará.

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli tomou posse ontem (13) no cargo de presidente da Corte. O ministro ficará no cargo pelos próximos dois anos. Ele substitui Cármen Lúcia, que voltará a integrar a Segunda Turma da Corte, responsável pelo julgamento dos processos da Operação Lava Jato.
Após cumprir o protocolo no qual fez o juramento de cumprir a Constituição, Toffoli deu posse ao vice-presidente, ministro Luiz Fux. 
Toffoli tem 50 anos e foi nomeado para o STF, em 2009, pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Antes de chegar ao Supremo, o ministro foi advogado-geral da União e advogado de campanhas eleitorais do PT.
O ministro é conhecido por evitar polêmicas e por ter um tom pacificador em suas decisões. De acordo com os colegas da Corte, o novo presidente fará um trabalho ligado à gestão administrativa do Judiciário, por meio do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), órgão que também comandará.