Mulher trans é eleita vice-presidente do CMDM de Aracaju

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Adriana Lohanna é professora, assistente social e mestra em Educação
Adriana Lohanna é professora, assistente social e mestra em Educação

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Publicada em 14/09/2018 às 06:55:00

 

O Conselho Munici
pal dos Direitos da 
Mulher (CMDM) de Aracaju elegeu esta semana, pela primeira vez em sua história, uma mulher transexual para um cargo da sua mesa diretora. Adriana Lohanna dos Santos foi eleita, por unanimidade, vice-presidente do órgão, que é ligado à Secretaria da Assistência Social da capital. A presidência ficou com a militante Edna Nobre. Ambas ficarão à frente da luta pelas políticas públicas voltadas às mulheres aracajuanas pelos próximos dois anos.
Adriana Lohanna é professora, assistente social e mestra em Educação. Considerado pelos representantes como um grande avanço, Lohanna pretende dar voz a essa parcela da população, discutir sobre a importância da criação de um ambulatório para mulheres trans e incluí-las nos serviços de políticas públicas. "Queremos fazer com que essa sociedade entenda que essas mulheres transexuais que estão chegando aos espaços de políticas públicas são mulheres como qualquer outra que está na sociedade para se relacionar, para ter acesso ao mercado de trabalho, só que elas têm diferentes especificidades das mulheres sis, assim como todos os indivíduos têm as suas diferenças. Vamos discutir mulheres transexuais e a relevância da construção de políticas públicas direcionadas a elas", afirmou.
Tornar o conselho cada vez mais paritário, ativo nas lutas pelas políticas públicas voltadas às mulheres da capital sergipana e estreitar a relação com a sociedade civil, em busca de fortalecer os projetos e ações destinadas ao público feminino. Para a nova presidente, que participa dos movimentos sociais em prol das mulheres há mais de 20 anos, essas são as principais propostas da nova presidência que ficará à frente do órgão fiscalizador até 2020.  "Não podemos desconsiderar os passos dados através da atuação da última gestão. Vamos dar continuidade ao trabalho feito, com o intuito de avançar nos debates no que diz respeito à formulação de políticas públicas destinadas às mulheres da nossa cidade. Queremos focar na prevenção da violência, no cuidar, no acolher e na luta pela igualdade na sociedade", destacou Edna.

O Conselho Munici pal dos Direitos da  Mulher (CMDM) de Aracaju elegeu esta semana, pela primeira vez em sua história, uma mulher transexual para um cargo da sua mesa diretora. Adriana Lohanna dos Santos foi eleita, por unanimidade, vice-presidente do órgão, que é ligado à Secretaria da Assistência Social da capital. A presidência ficou com a militante Edna Nobre. Ambas ficarão à frente da luta pelas políticas públicas voltadas às mulheres aracajuanas pelos próximos dois anos.
Adriana Lohanna é professora, assistente social e mestra em Educação. Considerado pelos representantes como um grande avanço, Lohanna pretende dar voz a essa parcela da população, discutir sobre a importância da criação de um ambulatório para mulheres trans e incluí-las nos serviços de políticas públicas. "Queremos fazer com que essa sociedade entenda que essas mulheres transexuais que estão chegando aos espaços de políticas públicas são mulheres como qualquer outra que está na sociedade para se relacionar, para ter acesso ao mercado de trabalho, só que elas têm diferentes especificidades das mulheres sis, assim como todos os indivíduos têm as suas diferenças. Vamos discutir mulheres transexuais e a relevância da construção de políticas públicas direcionadas a elas", afirmou.
Tornar o conselho cada vez mais paritário, ativo nas lutas pelas políticas públicas voltadas às mulheres da capital sergipana e estreitar a relação com a sociedade civil, em busca de fortalecer os projetos e ações destinadas ao público feminino. Para a nova presidente, que participa dos movimentos sociais em prol das mulheres há mais de 20 anos, essas são as principais propostas da nova presidência que ficará à frente do órgão fiscalizador até 2020.  "Não podemos desconsiderar os passos dados através da atuação da última gestão. Vamos dar continuidade ao trabalho feito, com o intuito de avançar nos debates no que diz respeito à formulação de políticas públicas destinadas às mulheres da nossa cidade. Queremos focar na prevenção da violência, no cuidar, no acolher e na luta pela igualdade na sociedade", destacou Edna.