George Magalhães é transferido para presídio

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Publicada em 15/09/2018 às 06:44:00

 

O radialista George Magalhães foi transferido ontem para o sistema prisional do estado, após ser preso em cumprimento a um mandado de prisão preventiva. Ele foi encaminhado pela manhã ao Complexo Penitenciário Antônio Jacinto Filho (Compajaf), no Santa Maria (zona sul de Aracaju), onde foi fichado e teve a cabeça raspada. No meio da tarde, o preso foi novamente transferido para a Cadeia Pública Filadelfo Alexandre, em Estância (Sul), e colocado em uma cela isolada dos outros presos. 
De acordo com a Secretaria Estadual de Justiça (Sejuc), a decisão foi tomada para preservar a segurança de George, já que o crime atribuído ao radialista não é tolerado pelos detentos, o que torna os acusados de estupro jurados de morte e alvos de ameaças e agressões. A secretaria garante que não houve ameaças a George, mas o Compajaf não dispõe atualmente de celas ou alas que mantenham isolados os presos jurados. 
Magalhães é suspeito de ter violentado sexualmente uma servente do condomínio onde mora, na Atalaia (zona sul), no dia 21 de agosto. Ele também é acusado de ter oferecido dinheiro a uma testemunha que prestou depoimento contra ele no inquérito aberto pela Polícia Civil para apurar o crime. A defesa recorreu da decisão e tenta um pedido de habeas-corpus para que ele responda ao processo em liberdade. 

O radialista George Magalhães foi transferido ontem para o sistema prisional do estado, após ser preso em cumprimento a um mandado de prisão preventiva. Ele foi encaminhado pela manhã ao Complexo Penitenciário Antônio Jacinto Filho (Compajaf), no Santa Maria (zona sul de Aracaju), onde foi fichado e teve a cabeça raspada. No meio da tarde, o preso foi novamente transferido para a Cadeia Pública Filadelfo Alexandre, em Estância (Sul), e colocado em uma cela isolada dos outros presos. 
De acordo com a Secretaria Estadual de Justiça (Sejuc), a decisão foi tomada para preservar a segurança de George, já que o crime atribuído ao radialista não é tolerado pelos detentos, o que torna os acusados de estupro jurados de morte e alvos de ameaças e agressões. A secretaria garante que não houve ameaças a George, mas o Compajaf não dispõe atualmente de celas ou alas que mantenham isolados os presos jurados. 
Magalhães é suspeito de ter violentado sexualmente uma servente do condomínio onde mora, na Atalaia (zona sul), no dia 21 de agosto. Ele também é acusado de ter oferecido dinheiro a uma testemunha que prestou depoimento contra ele no inquérito aberto pela Polícia Civil para apurar o crime. A defesa recorreu da decisão e tenta um pedido de habeas-corpus para que ele responda ao processo em liberdade.