Obras de reforma da Catedral são muito lentas

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Esta etapa da reforma deveria ter sido concluída em abril
Esta etapa da reforma deveria ter sido concluída em abril

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Publicada em 15/09/2018 às 06:52:00

 

Milton Alves Júnior
Fieis da Igreja Católica 
estranham e lamentam 
o fluxo operacional da obra de revitalização da Igreja Nossa Senhora da Conceição, popularmente conhecida como 'Catedral Metropolitana de Aracaju'. De acordo com o projeto arquitetônico, inicialmente a perspectiva era que a segunda etapa da obra fosse finalizada até o dia 9 de abril deste ano, mas até o momento o local segue cercado por tapumes e as ações práticas continuam lentas, ao ponto de gerar incômodo à comunidade católica que costuma frequentar o espaço. Esta fase, em mais de R$ 1,6 milhões, provenientes de recursos a União e do Governo de Sergipe.
Conforme a Cúria Metropolitana da capital sergipana, este serviço foi iniciado em 11 de setembro do ano passado e deveria durar no máximo 210 dias. Na avaliação do padre Peixoto, pároco da Catedral, é de fundamental importância que o Estado de Sergipe e o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) multipliquem os esforços a fim de agilizar a reforma e permitir a conclusão imediata desta etapa. Para o representante católico, são mais de cinco meses de atraso, e, diante da rotina trabalhista, é possível que o serviço não seja concluído este ano.
"O que na realidade estamos encarecidamente pedindo é que se existe algum tipo de impasse administrativo entre as partes responsáveis por dar andamento à obra, que elas sejam logo sanadas e que a nossa catedral esteja novamente disponível aos sergipanos e demais fieis que visitam nossa cidade. São mais de cinco meses de atraso e muitos fieis nos questionam o porquê da morosidade do serviço", disse. Enquanto a segunda etapa não é devidamente finalizada, as missas ocorrem em uma estrutura na Rua Propriá, 222. O pároco reclama ainda do piso recentemente instalado pela empresa contratada:
"Pedimos para substituir porque o piso era diferente do original; parecido, mas diferente e marcava muito. Pedimos para substituir e justamente por isso houve uma demora muito grande também. O que percebemos é que tudo está muito sem norte, meio solto. Estamos atentos para que tudo ocorra conforme previsto no projeto inicial que foi debatido inúmeras vezes e em seguida aprovado pela maioria" afirmou. Em contraponto a Secretaria de Estado da Infraestrutura (Seinfra), responsável por acompanhar o dia-a-dia da obra informou que na realidade dos fatos houve um equívoco por parte da própria Arquidiocese.
"No projeto apresentado pela Arquidiocese, o piso especificado era mármore arabescato. Porém, no decorrer da execução dos serviços, a própria Arquidiocese alegou que o piso era inadequado para o espaço e solicitou a troca. A solicitação passa pela avaliação dos técnicos da Secretaria de Estado da Cultura (Secult), Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e da Procuradoria Geral do Estado (PGE). Uma nova licitação já se encontra na PGE para analise, para que ele seja substituído por granito branco polar", explicou.

Fieis da Igreja Católica  estranham e lamentam  o fluxo operacional da obra de revitalização da Igreja Nossa Senhora da Conceição, popularmente conhecida como 'Catedral Metropolitana de Aracaju'. De acordo com o projeto arquitetônico, inicialmente a perspectiva era que a segunda etapa da obra fosse finalizada até o dia 9 de abril deste ano, mas até o momento o local segue cercado por tapumes e as ações práticas continuam lentas, ao ponto de gerar incômodo à comunidade católica que costuma frequentar o espaço. Esta fase, em mais de R$ 1,6 milhões, provenientes de recursos a União e do Governo de Sergipe.
Conforme a Cúria Metropolitana da capital sergipana, este serviço foi iniciado em 11 de setembro do ano passado e deveria durar no máximo 210 dias. Na avaliação do padre Peixoto, pároco da Catedral, é de fundamental importância que o Estado de Sergipe e o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) multipliquem os esforços a fim de agilizar a reforma e permitir a conclusão imediata desta etapa. Para o representante católico, são mais de cinco meses de atraso, e, diante da rotina trabalhista, é possível que o serviço não seja concluído este ano.
"O que na realidade estamos encarecidamente pedindo é que se existe algum tipo de impasse administrativo entre as partes responsáveis por dar andamento à obra, que elas sejam logo sanadas e que a nossa catedral esteja novamente disponível aos sergipanos e demais fieis que visitam nossa cidade. São mais de cinco meses de atraso e muitos fieis nos questionam o porquê da morosidade do serviço", disse. Enquanto a segunda etapa não é devidamente finalizada, as missas ocorrem em uma estrutura na Rua Propriá, 222. O pároco reclama ainda do piso recentemente instalado pela empresa contratada:
"Pedimos para substituir porque o piso era diferente do original; parecido, mas diferente e marcava muito. Pedimos para substituir e justamente por isso houve uma demora muito grande também. O que percebemos é que tudo está muito sem norte, meio solto. Estamos atentos para que tudo ocorra conforme previsto no projeto inicial que foi debatido inúmeras vezes e em seguida aprovado pela maioria" afirmou. Em contraponto a Secretaria de Estado da Infraestrutura (Seinfra), responsável por acompanhar o dia-a-dia da obra informou que na realidade dos fatos houve um equívoco por parte da própria Arquidiocese.
"No projeto apresentado pela Arquidiocese, o piso especificado era mármore arabescato. Porém, no decorrer da execução dos serviços, a própria Arquidiocese alegou que o piso era inadequado para o espaço e solicitou a troca. A solicitação passa pela avaliação dos técnicos da Secretaria de Estado da Cultura (Secult), Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e da Procuradoria Geral do Estado (PGE). Uma nova licitação já se encontra na PGE para analise, para que ele seja substituído por granito branco polar", explicou.