Mais para o inferno

Compartilhar:
Imprimir Aumentar Texto Diminuir Texto

Clique nas imagens para ampliar

Publicada em 15/09/2018 às 07:11:00

 

Desigualdade de renda, saúde 
e educação são os principais 
impedimentos à justiça social no Brasil. A conclusão está amparada no levantamento realizado pelo Índice de Desenvolvimento Humano. Ocupando a 79ª posição no ranking mundial, entre 189 países, o Brasil permanece atrás de Chile, Argentina, Uruguai e até a devastada Venezuela.
O IDH consiste em um ranking de classificação de países a partir de seu desenvolvimento humano. Os piores colocados, por óbvio, não podem ser considerados lugar de gente. Noruega, Suíça, Austrália, Irlanda e Alemanha lideram o ranking com os melhores resultados. No outro extremo, estão Burundi, Chade, Sudão do Sul, República Centro-Africana e Níger.
De acordo com o IDH, o Brasil está mais longe do céu do que do inferno. Nesta espécie de purgatório, expiando os pecados, os brasileiros na base da pirâmide social sofrem com dificuldades de acesso a saúde e educação, uma realidade muito diferente dos privilegiados com luxos de faraós,
O índice divulgado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento atribui status de evidência estatística a um fato público e notório, reiterado por episódios recentes. As manobras realizadas para empurrar o aumento dos ministros do Supremo Tribunal Federal pela goela do contribuinte, por exemplo, ajudam a entender a imensa disparidade entre salário mínimo e o teto (muitas vezes ultrapassado) do funcionalismo público. Para os privilegiados das esferas mais altas da República, agraciados com super salários, não tem crise certa. Importa aprofundar o fosso que os separa do populacho.

Desigualdade de renda, saúde  e educação são os principais  impedimentos à justiça social no Brasil. A conclusão está amparada no levantamento realizado pelo Índice de Desenvolvimento Humano. Ocupando a 79ª posição no ranking mundial, entre 189 países, o Brasil permanece atrás de Chile, Argentina, Uruguai e até a devastada Venezuela.
O IDH consiste em um ranking de classificação de países a partir de seu desenvolvimento humano. Os piores colocados, por óbvio, não podem ser considerados lugar de gente. Noruega, Suíça, Austrália, Irlanda e Alemanha lideram o ranking com os melhores resultados. No outro extremo, estão Burundi, Chade, Sudão do Sul, República Centro-Africana e Níger.
De acordo com o IDH, o Brasil está mais longe do céu do que do inferno. Nesta espécie de purgatório, expiando os pecados, os brasileiros na base da pirâmide social sofrem com dificuldades de acesso a saúde e educação, uma realidade muito diferente dos privilegiados com luxos de faraós,
O índice divulgado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento atribui status de evidência estatística a um fato público e notório, reiterado por episódios recentes. As manobras realizadas para empurrar o aumento dos ministros do Supremo Tribunal Federal pela goela do contribuinte, por exemplo, ajudam a entender a imensa disparidade entre salário mínimo e o teto (muitas vezes ultrapassado) do funcionalismo público. Para os privilegiados das esferas mais altas da República, agraciados com super salários, não tem crise certa. Importa aprofundar o fosso que os separa do populacho.