Universidade estadual, centralização e homeschooling

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Publicada em 17/09/2018 às 06:51:00

 

O plano de educação do candidato Emerson Ferreira (Rede) tem como objetivos o avanço na universalização do ensino básico; melhoria na qualidade de ensino; a estruturação de um programa educacional de assistência pedagógica às escolas com indicadores educacionais em situação crítica; ênfase na melhoria da aprendizagem e promoção da equidade; e o aumento dos índices de conclusão da escolarização dos jovens sergipanos, entre outros. Entre as medidas a serem implementadas, estão a promoção de concurso público para professores especializados em atendimento multifuncional e a reestruturação da carreira do magistério com objetivo de tornar a carreira atrativa
Mendonça Prado (DEM) também se propõe a oferecer salário justo e formação continuada aos profissionais do magistério, recuperar a infraestrutura das escolas, criar mais cursos noturnos para jovens e adultos na cidade e no campo, bem como creches nestas unidades e uma base de dados para acompanhar o desempenho dos docentes. As secretarias estaduais de Esporte e Lazer, Educação, Cultura também seriam unificadas em uma única pasta. E profissionais das mais diversas áreas (servidores públicos civis, militares, profissionais liberais, empresários etc.) seriam convidados a dar palestras nas escolas sobre temas ligados à sua profissão, a ética e cidadania. 
Márcio Souza (PSOL) coloca como prioridade a criação de uma universidade pública estadual, associada à expansão qualificada da rede federal (IFS e UFS) de ensino superior. O programa de governo fala ainda em aumento de investimentos públicos, valorização dos educadores e profissionais da educação, combate à privatização e terceirização das atividades educacionais e ampliação dos concursos públicos para professores e outras funções auxiliares, as quais estão hoje terceirizadas. Será ainda criado o Movimento de Alfabetização de Jovens e Adultos (MOVA), "seguindo o modelo de Paulo Freire, em colaboração com movimentos sociais e outros parceiros, de forma a zerar o analfabetismo no estado". 
O vínculo único de um professor em cada escola da rede estadual, citado por Eduardo Amorim, também consta como principal item do plano de governo de João Tarantella (PSL), que prevê o complemento da carga horária dos servidores com "ações de extensão comunitária na escola e/ou na comunidade". O candidato sugere ainda a "unificação de todas as unidades básicas de ensino na entidade Escola do Estado de Sergipe" e a centralização da administração de todas as unidades escolares no mesmo município, "de forma que em cada cidade não exista inúmeros cargos comissionados (Diretores e Coordenadores)". Tarantella quer ainda garantir a certificação educacional para as famílias que optarem pela prática do Homeschooling (Ensino Domiciliar), submetendo-as a um sistema de avaliação anual ofertado pelas Unidades de Ensino da rede estadual para comprovar o conhecimento adquirido.
Milton Andrade (PMN) coloca como objetivos principais o investimento na melhoria da qualidade do ensino médio, com investimento em docentes, planos de ensino e equipamentos; redução do índice de evasão escolar e do analfabetismo, com investimentos em estrutura, qualificação e incentivos para que o aluno fique mais atraído a permanecer na escola; descentralizar e melhorar a gestão financeira, administrativa e pedagógica das unidades educacionais; e implantação de um programa estadual de escola em tempo integral na educação básica, com sistemas e instrumentos de avaliação periódica. 
Por fim, a candidata Gilvani Santos (PSTU) cita apenas que vai estatizar todas as escolas e universidades privadas "garantindo educação em todos os níveis, desde as creches até a universidade, e assistência psicopedagógica para os trabalhadores e a população pobre". 

O plano de educação do candidato Emerson Ferreira (Rede) tem como objetivos o avanço na universalização do ensino básico; melhoria na qualidade de ensino; a estruturação de um programa educacional de assistência pedagógica às escolas com indicadores educacionais em situação crítica; ênfase na melhoria da aprendizagem e promoção da equidade; e o aumento dos índices de conclusão da escolarização dos jovens sergipanos, entre outros. Entre as medidas a serem implementadas, estão a promoção de concurso público para professores especializados em atendimento multifuncional e a reestruturação da carreira do magistério com objetivo de tornar a carreira atrativa
Mendonça Prado (DEM) também se propõe a oferecer salário justo e formação continuada aos profissionais do magistério, recuperar a infraestrutura das escolas, criar mais cursos noturnos para jovens e adultos na cidade e no campo, bem como creches nestas unidades e uma base de dados para acompanhar o desempenho dos docentes. As secretarias estaduais de Esporte e Lazer, Educação, Cultura também seriam unificadas em uma única pasta. E profissionais das mais diversas áreas (servidores públicos civis, militares, profissionais liberais, empresários etc.) seriam convidados a dar palestras nas escolas sobre temas ligados à sua profissão, a ética e cidadania. 
Márcio Souza (PSOL) coloca como prioridade a criação de uma universidade pública estadual, associada à expansão qualificada da rede federal (IFS e UFS) de ensino superior. O programa de governo fala ainda em aumento de investimentos públicos, valorização dos educadores e profissionais da educação, combate à privatização e terceirização das atividades educacionais e ampliação dos concursos públicos para professores e outras funções auxiliares, as quais estão hoje terceirizadas. Será ainda criado o Movimento de Alfabetização de Jovens e Adultos (MOVA), "seguindo o modelo de Paulo Freire, em colaboração com movimentos sociais e outros parceiros, de forma a zerar o analfabetismo no estado". 
O vínculo único de um professor em cada escola da rede estadual, citado por Eduardo Amorim, também consta como principal item do plano de governo de João Tarantella (PSL), que prevê o complemento da carga horária dos servidores com "ações de extensão comunitária na escola e/ou na comunidade". O candidato sugere ainda a "unificação de todas as unidades básicas de ensino na entidade Escola do Estado de Sergipe" e a centralização da administração de todas as unidades escolares no mesmo município, "de forma que em cada cidade não exista inúmeros cargos comissionados (Diretores e Coordenadores)". Tarantella quer ainda garantir a certificação educacional para as famílias que optarem pela prática do Homeschooling (Ensino Domiciliar), submetendo-as a um sistema de avaliação anual ofertado pelas Unidades de Ensino da rede estadual para comprovar o conhecimento adquirido.
Milton Andrade (PMN) coloca como objetivos principais o investimento na melhoria da qualidade do ensino médio, com investimento em docentes, planos de ensino e equipamentos; redução do índice de evasão escolar e do analfabetismo, com investimentos em estrutura, qualificação e incentivos para que o aluno fique mais atraído a permanecer na escola; descentralizar e melhorar a gestão financeira, administrativa e pedagógica das unidades educacionais; e implantação de um programa estadual de escola em tempo integral na educação básica, com sistemas e instrumentos de avaliação periódica. 
Por fim, a candidata Gilvani Santos (PSTU) cita apenas que vai estatizar todas as escolas e universidades privadas "garantindo educação em todos os níveis, desde as creches até a universidade, e assistência psicopedagógica para os trabalhadores e a população pobre".