Veneno

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O tom é de confronto
O tom é de confronto

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Publicada em 17/09/2018 às 07:08:00

 

Veneno
A Banda dos Corações Partidos jamais soou tão pra frente, como no recém lançado 'Veneno'. Ao invés do acento circense da primeira hora, a gastação remete agora à guitarrada, o arrocha e o partido alto. Logo se vê que 'Desamor' (2018) não economiza na pegada. A maior surpresa do registro, entretanto, não reside no aspecto formal das canções, mas no discurso berrado com toda a força por Diane Veloso. O tom é de confronto. Aparentemente, o amor romântico foi sepultado de vez, ferindo de morte o tal do patriarcado.

A Banda dos Corações Partidos jamais soou tão pra frente, como no recém lançado 'Veneno'. Ao invés do acento circense da primeira hora, a gastação remete agora à guitarrada, o arrocha e o partido alto. Logo se vê que 'Desamor' (2018) não economiza na pegada. A maior surpresa do registro, entretanto, não reside no aspecto formal das canções, mas no discurso berrado com toda a força por Diane Veloso. O tom é de confronto. Aparentemente, o amor romântico foi sepultado de vez, ferindo de morte o tal do patriarcado.