Jovem de 24 anos é executada na frente da filha em Propriá

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Publicada em 18/09/2018 às 06:51:00

 

Policiais da Delegacia Regional de Propriá (Baixo São Francisco) investigam um crime bárbaro, que chocou a população da cidade na madrugada deste domingo. Foi a morte da jovem Ingrid Raiane Feitoza Santos, 24 anos, executada a tiros dentro da própria residência e na frente da filha pequena, de sete anos. Segundo a polícia, os matadores desconhecidos invadiram o local por volta de 1h30 do domingo, quando bateram na porta e a chamaram pelo nome. A vítima morreu assim que abriu a porta, pois os criminosos entraram atirando contra ela. O pai de Ingrid informou ter sido acordado por gritos e disparos e, quando levantou, percebeu a porta dos fundos aberta. Já a criança assistiu a todo o crime e ficou em estado de choque. 
A Polícia Civil informou que o delegado Antônio Wellington instaurou o inquérito e ouviu os primeiros depoimentos ao longo do dia de ontem. Ele informou que ainda é cedo para tirar qualquer conclusão sobre as circunstâncias, a autoria e a motivação do crime, mas algumas pistas já começaram a ser seguidas. A polícia também pede o apoio da população para ajudar nas investigações. Qualquer informação que ajude a identificar os suspeitos, pode ser passada através do Disque Denúncia (181). 

Policiais da Delegacia Regional de Propriá (Baixo São Francisco) investigam um crime bárbaro, que chocou a população da cidade na madrugada deste domingo. Foi a morte da jovem Ingrid Raiane Feitoza Santos, 24 anos, executada a tiros dentro da própria residência e na frente da filha pequena, de sete anos. Segundo a polícia, os matadores desconhecidos invadiram o local por volta de 1h30 do domingo, quando bateram na porta e a chamaram pelo nome. A vítima morreu assim que abriu a porta, pois os criminosos entraram atirando contra ela. O pai de Ingrid informou ter sido acordado por gritos e disparos e, quando levantou, percebeu a porta dos fundos aberta. Já a criança assistiu a todo o crime e ficou em estado de choque. 
A Polícia Civil informou que o delegado Antônio Wellington instaurou o inquérito e ouviu os primeiros depoimentos ao longo do dia de ontem. Ele informou que ainda é cedo para tirar qualquer conclusão sobre as circunstâncias, a autoria e a motivação do crime, mas algumas pistas já começaram a ser seguidas. A polícia também pede o apoio da população para ajudar nas investigações. Qualquer informação que ajude a identificar os suspeitos, pode ser passada através do Disque Denúncia (181).