Testemunhas do Caso 'Barriga' prestam depoimento em juízo

Compartilhar:
Imprimir Aumentar Texto Diminuir Texto

Publicada em 19/09/2018 às 06:49:00

 

O juízo da Comarca da Barra dos Coqueiros começou a ouvir as testemunhas arroladas no processo que apura o assassinato do sindicalista Clodoaldo Santos Melo, o 'Barriga', morto a tiros em 14 de dezembro do ano passado. Ontem, oito testemunhas arroladas pelo Ministério Público foram convocadas ao Fórum Desembargador Antônio Xavier de Assis Júnior, no centro da Barra, e ouvidas a portas fechadas pela juíza Heloisa de Oliveira Castro Alves, com a presença apenas dos promotores e dos advogados de defesa dos sete réus denunciados pelo crime. Presos desde fevereiro, eles foram mantidos em uma sala secreta do fórum, sob um forte esquema de segurança.  
A imprensa não foi autorizada a acompanhar a audiência e nem foram divulgados outros detalhes do processo, que foi colocado em segredo de justiça. Por meio de um policial militar que faz a segurança do fórum, a magistrada disse que tomou a decisão por causa da repercussão política causada pelo crime, a qual poderia causar transtornos ao andamento do processo judicial. Os advogados de defesa também invocaram o segredo de justiça para não dar informações sobre o andamento do processo, embora afirmem que os réus sejam inocentes. 
Os sete acusados pela morte de Clodoaldo são ligados à antiga diretoria do Sindicato de Manutenção e Montagem de Sergipe (Sindimont) e, segundo as investigações da Polícia Civil, articularam e executaram o crime porque estariam incomodados com o crescimento do movimento 'SOS Emprego' entre os desempregados que moram na região da Barra dos Coqueiros e reivindicavam vagas nas obras de construção de uma usina termelétrica na cidade. Um dos presos, André Silva Santana, era o presidente do Sindimont na época do crime. Os réus negam a acusação. 'Barriga' foi morto a tiros na porta de sua residência.
A previsão é de que aconteça hoje uma nova audiência sobre o Caso 'Barriga', na qual a juíza Heloisa Alves deve ouvir os depoimentos das testemunhas de defesa e dos policiais que participaram da investigação do caso. Ainda não há prazo para uma definição sobre a pronúncia dos réus, ou seja, se eles podem ou não ser levados ao Tribunal do Júri. 

O juízo da Comarca da Barra dos Coqueiros começou a ouvir as testemunhas arroladas no processo que apura o assassinato do sindicalista Clodoaldo Santos Melo, o 'Barriga', morto a tiros em 14 de dezembro do ano passado. Ontem, oito testemunhas arroladas pelo Ministério Público foram convocadas ao Fórum Desembargador Antônio Xavier de Assis Júnior, no centro da Barra, e ouvidas a portas fechadas pela juíza Heloisa de Oliveira Castro Alves, com a presença apenas dos promotores e dos advogados de defesa dos sete réus denunciados pelo crime. Presos desde fevereiro, eles foram mantidos em uma sala secreta do fórum, sob um forte esquema de segurança.  
A imprensa não foi autorizada a acompanhar a audiência e nem foram divulgados outros detalhes do processo, que foi colocado em segredo de justiça. Por meio de um policial militar que faz a segurança do fórum, a magistrada disse que tomou a decisão por causa da repercussão política causada pelo crime, a qual poderia causar transtornos ao andamento do processo judicial. Os advogados de defesa também invocaram o segredo de justiça para não dar informações sobre o andamento do processo, embora afirmem que os réus sejam inocentes. 
Os sete acusados pela morte de Clodoaldo são ligados à antiga diretoria do Sindicato de Manutenção e Montagem de Sergipe (Sindimont) e, segundo as investigações da Polícia Civil, articularam e executaram o crime porque estariam incomodados com o crescimento do movimento 'SOS Emprego' entre os desempregados que moram na região da Barra dos Coqueiros e reivindicavam vagas nas obras de construção de uma usina termelétrica na cidade. Um dos presos, André Silva Santana, era o presidente do Sindimont na época do crime. Os réus negam a acusação. 'Barriga' foi morto a tiros na porta de sua residência.
A previsão é de que aconteça hoje uma nova audiência sobre o Caso 'Barriga', na qual a juíza Heloisa Alves deve ouvir os depoimentos das testemunhas de defesa e dos policiais que participaram da investigação do caso. Ainda não há prazo para uma definição sobre a pronúncia dos réus, ou seja, se eles podem ou não ser levados ao Tribunal do Júri.