Acaba prazo para o desmonte de navio da H.Dantas

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O desmonte do navio está parado e não há prazo para a sua retirada
O desmonte do navio está parado e não há prazo para a sua retirada

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Publicada em 20/09/2018 às 07:07:00

 

Membros do Ministério Público Federal em Sergipe (MPF/SE) seguem acompanhando o processo de desmontagem do navio H. Dantas, ancorado há dez anos no município da Barra dos Coqueiros, região Metropolitana de Aracaju. De acordo com o órgão federal de fiscalização o prazo para retirada integral do navio expirou na última segunda-feira, 17. Até o momento pouco mais de 60% foi removido, conforme destacado pelo empresário que comprou a sucata do navio, Sebastião Garcez. Segundo ele, problemas operacionais contribuíram para o atraso.
O empresário se refere ao incêndio registrado em setembro de 2016, quando a direção da Administração Estadual Meio Ambiente (Adema) determinou a interrupção dos serviços e fez uma série de exigência para garantir a segurança naquela área e evitar danos ao meio ambiente. Até a tarde de ontem a Adema, tampouco o Corpo de Bombeiros, identificaram as causas do incêndio. O grupo responsável pelo navio não informou quando deve concluir o desmonte integral do veículo náutico, mas garantiu que todos os esforços estão sendo adotados para finalizar o serviço.
Ainda de acordo com o MPF, a procuradora Gicelma Santos encaminhou ofício solicitando novo balanço do desmonte e informações sobre o prazo de conclusão. A perspectiva por parte do órgão é que as imposições jurídicas sejam respeitadas a fim de minimizar, também, os efeitos negativos ocasionados contra a população barra-coqueirense. (Milton Alves Júnior)

Membros do Ministério Público Federal em Sergipe (MPF/SE) seguem acompanhando o processo de desmontagem do navio H. Dantas, ancorado há dez anos no município da Barra dos Coqueiros, região Metropolitana de Aracaju. De acordo com o órgão federal de fiscalização o prazo para retirada integral do navio expirou na última segunda-feira, 17. Até o momento pouco mais de 60% foi removido, conforme destacado pelo empresário que comprou a sucata do navio, Sebastião Garcez. Segundo ele, problemas operacionais contribuíram para o atraso.
O empresário se refere ao incêndio registrado em setembro de 2016, quando a direção da Administração Estadual Meio Ambiente (Adema) determinou a interrupção dos serviços e fez uma série de exigência para garantir a segurança naquela área e evitar danos ao meio ambiente. Até a tarde de ontem a Adema, tampouco o Corpo de Bombeiros, identificaram as causas do incêndio. O grupo responsável pelo navio não informou quando deve concluir o desmonte integral do veículo náutico, mas garantiu que todos os esforços estão sendo adotados para finalizar o serviço.
Ainda de acordo com o MPF, a procuradora Gicelma Santos encaminhou ofício solicitando novo balanço do desmonte e informações sobre o prazo de conclusão. A perspectiva por parte do órgão é que as imposições jurídicas sejam respeitadas a fim de minimizar, também, os efeitos negativos ocasionados contra a população barra-coqueirense. (Milton Alves Júnior)