TEM QUE SABER SEPARAR O JOIO DO TRIGO

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Publicada em 20/09/2018 às 07:24:00

 

* Rômulo Rodrigues 
Nas propagandas de televisão e rádio, tem um candidato a senador que diz ter trazido um bilhão e quinhentos milhões de Reais para investimentos em Sergipe.
Cuidado! Isto é Fake. Nenhum parlamentar federal, por mais que esteja alinhado com a quadrilha de Michel Temer, tem poder para transferir um volume de recursos deste porte para o Estado.
Comprovadamente, ninguém viu, ou vê, onde foram aplicados estes recursos, até escondidos em malas de carro.
Na verdade, este candidato, tornou-se líder do impostor no Congresso Nacional a mando de Eduardo Cunha e articulou a aprovação da PEC da maldade que congelou, por 20 anos, investimentos em Saúde, Educação, Segurança Pública e Meio Ambiente e, só para o orçamento de 2019, está retirando um bilhão e quinhentos milhões de Reais da Saúde.
O valor de um bilhão e quinhentos milhões de Reais, é fato e impressiona; só que ele distorce a verdade sobre o real uso do dinheiro que ele tirou do investimento e diz que botou, comprovando que ele não serve para ser Senador de Sergipe.
A realidade é que após dois anos do golpe que ele representa, a gasolina subiu de R$ 2,90 para R$ 5,00, um aumento de 70%; o botijão de gás saltou de R$ 42,00 para R$ 80,00, um aumento de 80% e a conta de luz já aumentou mais de 100%.
Enquanto isso, 14 milhões de pessoas perderam o emprego, todos os trabalhadores tiveram seus direitos violados e suas aposentadorias estão ameaçadas.
No próximo ano, o Senado será fundamental para por fim a esses descalabros e, só assim o brasileiro poderá ser feliz de novo.
Aqui em Sergipe você poderá dar sua contribuição civilizatória se for daqueles que vão repetir os 416 mil votos dados a Rogério em 2014 ou, ir mais além, se não tiver votado, dar o seu segundo voto e eleger um senador de verdade.
Em 2014, 78 mil eleitores e eleitoras que estavam indecisos acabaram votando em branco e, por uma diferença de 33 mil votos, deixaram a cadeira vazia por mais oito anos no Senado.
Com o vazio da cadeira e a traição dos dois senadores, Sergipe está marcado por ter a pior bancada de sua história.
Os indicadores são implacáveis com os golpistas e, por isso mesmo, os dois Senadores que disputam esta eleição e o lugar-tenente de Michel Temer, não merecem receber votos do povo sergipano.
O senador que quer a reeleição para completar 32 anos no Senado, propagandeia que foi presidente do Conselho de Ética daquela casa.
Então, a pergunta; qual a sua ética senador, se o senhor foi eleito em 2010 na coligação que elegeu o governador de Sergipe e a presidenta Dilma e, traiu a ambos, quando podia ter evitado o golpe que trouxe o Brasil de volta ao Mapa da Fome da ONU, que liquidou com todos os indicadores sociais, está com o IDH estagnado por três anos consecutivos e o País já está atrás da Venezuela, com uma das piores concentrações de Renda do Mundo, com quase sete milhões de pessoas jogadas para baixo da linha da pobreza e o desemprego superando a marca dos Governos de FHC?
Senador, a ética de verdade, deveria tê-lo lembrado do gesto nobre de José Eduardo Dutra ao aceitar ser seu suplente em 2010 e garantir sua eleição pelo apoio maciço do Partido dos Trabalhadores, sem o qual o senhor não seria Senador.
Os eleitores e eleitoras sergipanos tem manifestado nas Redes Sociais que estão cientes dos riscos futuros se reelegerem um Senador que traiu sua própria trajetória de 22 anos e outro que, além de mentir, defende propostas retrógradas como redução da maioridade penal e liberação de armas para toda a população, num claro desejo de incentivar a violência, como está demonstrado na retirada de bilhões de Reais de investimentos em segurança Pública, com a aprovação da PEC da Maldade.
Um ponto fora da curva para o eleitorado repudiar candidatos com tais perfis, já salta aos olhos; eles não têm candidatos a Presidente da República o que deixa claro que querem ser Senadores avulsos, sem qualquer programa de governo sério e serem daqueles que frequentam os balcões de negócios e as bancas de feiras da política.
Como então pretendem exercer mandatos tão importantes e fundamentais para a reorganização jurídica e política do Estado brasileiro, destruído pelo golpe, se chegarem a Brasília órfãos de qualquer vinculação com o poder constituído na legitimidade das urnas, que expressa a vontade soberana do povo brasileiro?
Candidatos de si mesmo cabem no lixo da história e não no centro das decisões políticas e, por isso mesmo, é fundamental votar em quem apresenta e defende com segurança e vibração o seu candidato a Presidente da República.
Deixe quem tem esta postura pública ser sua voz no Senado.
* Rômulo Rodrigues é militante político

* Rômulo Rodrigues 

Nas propagandas de televisão e rádio, tem um candidato a senador que diz ter trazido um bilhão e quinhentos milhões de Reais para investimentos em Sergipe.
Cuidado! Isto é Fake. Nenhum parlamentar federal, por mais que esteja alinhado com a quadrilha de Michel Temer, tem poder para transferir um volume de recursos deste porte para o Estado.
Comprovadamente, ninguém viu, ou vê, onde foram aplicados estes recursos, até escondidos em malas de carro.
Na verdade, este candidato, tornou-se líder do impostor no Congresso Nacional a mando de Eduardo Cunha e articulou a aprovação da PEC da maldade que congelou, por 20 anos, investimentos em Saúde, Educação, Segurança Pública e Meio Ambiente e, só para o orçamento de 2019, está retirando um bilhão e quinhentos milhões de Reais da Saúde.
O valor de um bilhão e quinhentos milhões de Reais, é fato e impressiona; só que ele distorce a verdade sobre o real uso do dinheiro que ele tirou do investimento e diz que botou, comprovando que ele não serve para ser Senador de Sergipe.
A realidade é que após dois anos do golpe que ele representa, a gasolina subiu de R$ 2,90 para R$ 5,00, um aumento de 70%; o botijão de gás saltou de R$ 42,00 para R$ 80,00, um aumento de 80% e a conta de luz já aumentou mais de 100%.
Enquanto isso, 14 milhões de pessoas perderam o emprego, todos os trabalhadores tiveram seus direitos violados e suas aposentadorias estão ameaçadas.
No próximo ano, o Senado será fundamental para por fim a esses descalabros e, só assim o brasileiro poderá ser feliz de novo.
Aqui em Sergipe você poderá dar sua contribuição civilizatória se for daqueles que vão repetir os 416 mil votos dados a Rogério em 2014 ou, ir mais além, se não tiver votado, dar o seu segundo voto e eleger um senador de verdade.
Em 2014, 78 mil eleitores e eleitoras que estavam indecisos acabaram votando em branco e, por uma diferença de 33 mil votos, deixaram a cadeira vazia por mais oito anos no Senado.
Com o vazio da cadeira e a traição dos dois senadores, Sergipe está marcado por ter a pior bancada de sua história.
Os indicadores são implacáveis com os golpistas e, por isso mesmo, os dois Senadores que disputam esta eleição e o lugar-tenente de Michel Temer, não merecem receber votos do povo sergipano.
O senador que quer a reeleição para completar 32 anos no Senado, propagandeia que foi presidente do Conselho de Ética daquela casa.
Então, a pergunta; qual a sua ética senador, se o senhor foi eleito em 2010 na coligação que elegeu o governador de Sergipe e a presidenta Dilma e, traiu a ambos, quando podia ter evitado o golpe que trouxe o Brasil de volta ao Mapa da Fome da ONU, que liquidou com todos os indicadores sociais, está com o IDH estagnado por três anos consecutivos e o País já está atrás da Venezuela, com uma das piores concentrações de Renda do Mundo, com quase sete milhões de pessoas jogadas para baixo da linha da pobreza e o desemprego superando a marca dos Governos de FHC?
Senador, a ética de verdade, deveria tê-lo lembrado do gesto nobre de José Eduardo Dutra ao aceitar ser seu suplente em 2010 e garantir sua eleição pelo apoio maciço do Partido dos Trabalhadores, sem o qual o senhor não seria Senador.
Os eleitores e eleitoras sergipanos tem manifestado nas Redes Sociais que estão cientes dos riscos futuros se reelegerem um Senador que traiu sua própria trajetória de 22 anos e outro que, além de mentir, defende propostas retrógradas como redução da maioridade penal e liberação de armas para toda a população, num claro desejo de incentivar a violência, como está demonstrado na retirada de bilhões de Reais de investimentos em segurança Pública, com a aprovação da PEC da Maldade.
Um ponto fora da curva para o eleitorado repudiar candidatos com tais perfis, já salta aos olhos; eles não têm candidatos a Presidente da República o que deixa claro que querem ser Senadores avulsos, sem qualquer programa de governo sério e serem daqueles que frequentam os balcões de negócios e as bancas de feiras da política.
Como então pretendem exercer mandatos tão importantes e fundamentais para a reorganização jurídica e política do Estado brasileiro, destruído pelo golpe, se chegarem a Brasília órfãos de qualquer vinculação com o poder constituído na legitimidade das urnas, que expressa a vontade soberana do povo brasileiro?
Candidatos de si mesmo cabem no lixo da história e não no centro das decisões políticas e, por isso mesmo, é fundamental votar em quem apresenta e defende com segurança e vibração o seu candidato a Presidente da República.
Deixe quem tem esta postura pública ser sua voz no Senado.

* Rômulo Rodrigues é militante político