TSE na rede

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Publicada em 20/09/2018 às 07:25:00

 

O uso da tecnologia no proces-
so eleitoral brasileiro pode 
não agradar a todos os candidatos, mas é dos principais instrumentos concorrendo em favor da celeridade na apuração dos votos e, sobretudo, a segurança do pleito. Além da urna eletrônica, com a capacidade de acabar com as filas e auferir a vontade do eleitor em poucas horas, há ainda os diversos canais de comunicação mantidos pelo TSE em diversas plataformas de comunicação digital. Hoje, endereços eletrônicos pontuados pelo sinal de arroba são o caminho mais curto entre o poder público e o eleitor.
O TSE está usando robôs (bots, no jargão técnico em inglês) para auxiliar os eleitores a tirar dúvidas sobre o pleito de outubro e sobre candidatos. Os assistentes virtuais funcionam por meio das contas do Tribunal no Twitter (@TSEjusbr) e no Facebook Messenger (@TSEJus). Por tais meios, o eleitor pode solucionar dúvidas, além de consultar a própria situação eleitoral e buscar informações sobre os candidatos de sua preferência.
Inovadora, a iniciativa do TSE prova por A mais B que a tecnologia é aliada da informação, apesar do clima de guerra insuflado nas redes sociais. Mais acessível presente em grande parte dos lares e escolas brasileiras, o computador é ferramenta empregada numa guerrilha ideológica violenta. Mas também serve à elucidação dos fatos, compilação de dados autênticos e a reflexão aprofundada. Tudo depende das fontes por onde o internauta navega, por sua conta e risco.
O brasileiro é um povo hiper conectado. O brasileiro jovem, fatia considerável da população, mais ainda. Segundo pesquisa do Comitê Gestor da Internet no Brasil, divulgada há dois anos, 80% da população brasileira com idade entre 9 e 17 anos acessa a rede mundial de computadores no dia a dia, um dado que só aumenta a responsabilidade individual de cada usuário. E também das nossas instituições.

O uso da tecnologia no proces- so eleitoral brasileiro pode  não agradar a todos os candidatos, mas é dos principais instrumentos concorrendo em favor da celeridade na apuração dos votos e, sobretudo, a segurança do pleito. Além da urna eletrônica, com a capacidade de acabar com as filas e auferir a vontade do eleitor em poucas horas, há ainda os diversos canais de comunicação mantidos pelo TSE em diversas plataformas de comunicação digital. Hoje, endereços eletrônicos pontuados pelo sinal de arroba são o caminho mais curto entre o poder público e o eleitor.
O TSE está usando robôs (bots, no jargão técnico em inglês) para auxiliar os eleitores a tirar dúvidas sobre o pleito de outubro e sobre candidatos. Os assistentes virtuais funcionam por meio das contas do Tribunal no Twitter (@TSEjusbr) e no Facebook Messenger (@TSEJus). Por tais meios, o eleitor pode solucionar dúvidas, além de consultar a própria situação eleitoral e buscar informações sobre os candidatos de sua preferência.
Inovadora, a iniciativa do TSE prova por A mais B que a tecnologia é aliada da informação, apesar do clima de guerra insuflado nas redes sociais. Mais acessível presente em grande parte dos lares e escolas brasileiras, o computador é ferramenta empregada numa guerrilha ideológica violenta. Mas também serve à elucidação dos fatos, compilação de dados autênticos e a reflexão aprofundada. Tudo depende das fontes por onde o internauta navega, por sua conta e risco.
O brasileiro é um povo hiper conectado. O brasileiro jovem, fatia considerável da população, mais ainda. Segundo pesquisa do Comitê Gestor da Internet no Brasil, divulgada há dois anos, 80% da população brasileira com idade entre 9 e 17 anos acessa a rede mundial de computadores no dia a dia, um dado que só aumenta a responsabilidade individual de cada usuário. E também das nossas instituições.