Ferraro Trio leva música negra para o palco do Quinta Instrumental

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Publicada em 22/09/2018 às 07:13:00

 

A onda black continua permeando, e com força, a música brasileira. E Quem participou do Quinta Instrumental pôde conferir essa verdade no show de altíssima qualidade do grupo Ferraro Trio. O power trio instrumental, genuinamente sergipano, mostrou que tem suingue e muito talento. O teatro João Costa, localizado no Centro Cultural de Aracaju, atingiu o recorde de público. O projeto é uma idealização da Fundação Cultural Cidade de Aracaju (Funcaju). 
São três aracajuanos que dividem os palcos e os estúdios há alguns anos. Um trio alimentado pela música negra, pura e simples. São eles: Robson Souza (contrabaixo), Saulo Ferreira (guitarra) e Rafael Jr. (bateria). O Ferraro Trio é a consolidação de anos de amizade, trabalho coletivo e amadurecimento musical e pessoal, refletido no entrosamento do grupo. 
No repertório, músicas autorais inéditas, compostas por Saulo Ferreira. "Temos mais de uma dezena de músicas que preparemos ao longo desses nove anos de formação de banda e vamos lançar em 2019, no nosso disco oficial Urbanóide. Acredito que esse foi o show que mais colocamos a nossa identidade. Elas retratam a mistura dessas influências que a gente tem que é o black music, jazz, rock. Foi especial. Estávamos há um tempão sem tocar e foi muito bom", disse o guitarrista.
Segundo Rafael Jr., o repertório trouxe versões das principais influências da banda, como Stevie Wonder, Michael Jackson e Gilberto Gil. "Fazemos as nossas próprias releituras. A gênese da banda lá no início foi formada por causa dessa paixão da black music. Inicialmente, por causa da soul music funk, mas a gente ampliou bastante esse escopo de influências com outras músicas negras, a música brasileira e africana, o rock e o jazz que já é uma influência natural nossa também".
Rafael parabenizou o projeto da Funcaju, que mostra o talento dos músicos instrumentistas sergipanos e fomenta cada vez mais a cultura e a área artística musical local. "Existe uma cena pulsando de música instrumental e os músicos estão aí formados, buscando espaço. A gente precisa disso e o Quinta Instrumental está suprindo isso. Espero que continue próximo ano. Com certeza, iremos nos inscrever de novo", avisou o baterista.
O estudante de Música, Fabrício Nabuco, prestigiou o projeto pela primeira vez e garantiu que se impressionou com a qualidade do espaço e do show. "Eu já conhecia a banda, mas não conhecia esse teatro. A Funcaju está de parabéns. Gostei muito do evento e vou participar mais vezes, com certeza. Eu, particularmente, gosto muito de instrumental e fico feliz em saber que temos um local que dar valor aos nossos músicos instrumentistas", afirmou. 

A onda black continua permeando, e com força, a música brasileira. E Quem participou do Quinta Instrumental pôde conferir essa verdade no show de altíssima qualidade do grupo Ferraro Trio. O power trio instrumental, genuinamente sergipano, mostrou que tem suingue e muito talento. O teatro João Costa, localizado no Centro Cultural de Aracaju, atingiu o recorde de público. O projeto é uma idealização da Fundação Cultural Cidade de Aracaju (Funcaju). 
São três aracajuanos que dividem os palcos e os estúdios há alguns anos. Um trio alimentado pela música negra, pura e simples. São eles: Robson Souza (contrabaixo), Saulo Ferreira (guitarra) e Rafael Jr. (bateria). O Ferraro Trio é a consolidação de anos de amizade, trabalho coletivo e amadurecimento musical e pessoal, refletido no entrosamento do grupo. 
No repertório, músicas autorais inéditas, compostas por Saulo Ferreira. "Temos mais de uma dezena de músicas que preparemos ao longo desses nove anos de formação de banda e vamos lançar em 2019, no nosso disco oficial Urbanóide. Acredito que esse foi o show que mais colocamos a nossa identidade. Elas retratam a mistura dessas influências que a gente tem que é o black music, jazz, rock. Foi especial. Estávamos há um tempão sem tocar e foi muito bom", disse o guitarrista.
Segundo Rafael Jr., o repertório trouxe versões das principais influências da banda, como Stevie Wonder, Michael Jackson e Gilberto Gil. "Fazemos as nossas próprias releituras. A gênese da banda lá no início foi formada por causa dessa paixão da black music. Inicialmente, por causa da soul music funk, mas a gente ampliou bastante esse escopo de influências com outras músicas negras, a música brasileira e africana, o rock e o jazz que já é uma influência natural nossa também".
Rafael parabenizou o projeto da Funcaju, que mostra o talento dos músicos instrumentistas sergipanos e fomenta cada vez mais a cultura e a área artística musical local. "Existe uma cena pulsando de música instrumental e os músicos estão aí formados, buscando espaço. A gente precisa disso e o Quinta Instrumental está suprindo isso. Espero que continue próximo ano. Com certeza, iremos nos inscrever de novo", avisou o baterista.
O estudante de Música, Fabrício Nabuco, prestigiou o projeto pela primeira vez e garantiu que se impressionou com a qualidade do espaço e do show. "Eu já conhecia a banda, mas não conhecia esse teatro. A Funcaju está de parabéns. Gostei muito do evento e vou participar mais vezes, com certeza. Eu, particularmente, gosto muito de instrumental e fico feliz em saber que temos um local que dar valor aos nossos músicos instrumentistas", afirmou.