Caminhada da Acessibilidade é realizada no Centro de Aracaju

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APÓS A CAMINHADA NO CENTRO DE ARACAJU, FOI REALIZADA UMA AUDIÊNCIA PÚBLICA NA CÂMARA MUNICIPAL, COMANDADA PELO VEREADOR LUCAS ARIBÉ, DEFICIENTE VISUAL
APÓS A CAMINHADA NO CENTRO DE ARACAJU, FOI REALIZADA UMA AUDIÊNCIA PÚBLICA NA CÂMARA MUNICIPAL, COMANDADA PELO VEREADOR LUCAS ARIBÉ, DEFICIENTE VISUAL

Caminhada da Acessibilidade:  muitas dificuldades para os cadeirantes
Caminhada da Acessibilidade: muitas dificuldades para os cadeirantes

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Publicada em 22/09/2018 às 07:30:00

 

No dia 21 é celebra
do em todo territó
rio brasileiro o Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência. Em Aracaju, a data é comemorada com a Semana da Acessibilidade. No último dia do evento, o Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência (CMDPcD), em parceria com a Secretaria Municipal da Assistência Social, realizou uma grande mobilização no centro da capital sergipana com a Caminhada da Acessibilidade, que teve como objetivo conscientizar a população sobre os direitos que são estabelecidos, por leis, às pessoas com deficiência.
Quando procurada no dicionário, a palavra "acessibilidade" aparece com o seguinte significado: "qualidade do que é acessível, do que tem acesso". No Brasil, a lei de nº 10.098, de dezembro de 2000, veio para garantir às pessoas que possuem deficiência o direito da acessibilidade com segurança e autonomia em todos os espaços, mobiliários, equipamentos urbanos, edificações, transportes, informação e comunicação, bem como de todos os serviços e instalações abertos ao público, de uso privado ou coletivo, tanto na zona urbana como na rural, por pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida.
De acordo com o presidente do CMDPcD e coordenador da Promoção de Políticas Públicas para Pessoa com Deficiência da Assistência Social de Aracaju, Murillo Oliveira, a caminhada é promovida com o propósito de cobrar à sociedade que essa lei seja cumprida, e que a comunidade dê uma atenção especial a essa parcela da população. "Queremos pelo menos que os aracajuanos parem e escutem. Porque no dia a dia, quase não vemos as pessoas com deficiência participando da vida social, por mais que tenhamos um número bastante expressivo na cidade. Isso porque elas ficam em suas casas isoladas, em suas famílias. Quando saímos às ruas, a gente mostra que elas estão por aqui e que são capazes de participar. Além disso, estamos reforçando que é uma obrigação que a Lei da Acessibilidade seja cumprida por todos", explicou
Murillo ressaltou, ainda, que este ano a caminhada foi abraçada por um número ainda maior de organizações da sociedade civil. Para ele, esse fator é muito importante na luta pela garantia dos direitos das pessoas com deficiência. "O retorno das associações é muito relevante porque aumenta a riqueza dos debates, trazendo a visão e a proposta de cada organização sobre o acesso, no sentido amplo, da pessoa com deficiência em todos os aspectos", complementou.
A caminhada teve início na Praça da Bandeira e seguiu até a Câmara Municipal, onde houve uma audiência pública articulada pelo vereador Lucas Aribé, que teve como tema "Comunicar para Incluir". Para o vereador, mesmo em pleno século 21, a sociedade ainda precisa avançar muito no que diz respeito à garantia dos direitos básicos de acesso. "Nós temos uma legislação muito rica, que garante direitos importantes aos deficientes. O que falta é a conscientização, é a atenção maior do poder público. Esse é o clamor desse segmento. É um dia para chamar atenção para reforçar que as pessoas com deficiência existem e que não podem ser lembradas apenas em alguns momentos, mas sim todos os dias", ressaltou.

No dia 21 é celebra do em todo territó rio brasileiro o Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência. Em Aracaju, a data é comemorada com a Semana da Acessibilidade. No último dia do evento, o Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência (CMDPcD), em parceria com a Secretaria Municipal da Assistência Social, realizou uma grande mobilização no centro da capital sergipana com a Caminhada da Acessibilidade, que teve como objetivo conscientizar a população sobre os direitos que são estabelecidos, por leis, às pessoas com deficiência.
Quando procurada no dicionário, a palavra "acessibilidade" aparece com o seguinte significado: "qualidade do que é acessível, do que tem acesso". No Brasil, a lei de nº 10.098, de dezembro de 2000, veio para garantir às pessoas que possuem deficiência o direito da acessibilidade com segurança e autonomia em todos os espaços, mobiliários, equipamentos urbanos, edificações, transportes, informação e comunicação, bem como de todos os serviços e instalações abertos ao público, de uso privado ou coletivo, tanto na zona urbana como na rural, por pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida.
De acordo com o presidente do CMDPcD e coordenador da Promoção de Políticas Públicas para Pessoa com Deficiência da Assistência Social de Aracaju, Murillo Oliveira, a caminhada é promovida com o propósito de cobrar à sociedade que essa lei seja cumprida, e que a comunidade dê uma atenção especial a essa parcela da população. "Queremos pelo menos que os aracajuanos parem e escutem. Porque no dia a dia, quase não vemos as pessoas com deficiência participando da vida social, por mais que tenhamos um número bastante expressivo na cidade. Isso porque elas ficam em suas casas isoladas, em suas famílias. Quando saímos às ruas, a gente mostra que elas estão por aqui e que são capazes de participar. Além disso, estamos reforçando que é uma obrigação que a Lei da Acessibilidade seja cumprida por todos", explicou
Murillo ressaltou, ainda, que este ano a caminhada foi abraçada por um número ainda maior de organizações da sociedade civil. Para ele, esse fator é muito importante na luta pela garantia dos direitos das pessoas com deficiência. "O retorno das associações é muito relevante porque aumenta a riqueza dos debates, trazendo a visão e a proposta de cada organização sobre o acesso, no sentido amplo, da pessoa com deficiência em todos os aspectos", complementou.
A caminhada teve início na Praça da Bandeira e seguiu até a Câmara Municipal, onde houve uma audiência pública articulada pelo vereador Lucas Aribé, que teve como tema "Comunicar para Incluir". Para o vereador, mesmo em pleno século 21, a sociedade ainda precisa avançar muito no que diz respeito à garantia dos direitos básicos de acesso. "Nós temos uma legislação muito rica, que garante direitos importantes aos deficientes. O que falta é a conscientização, é a atenção maior do poder público. Esse é o clamor desse segmento. É um dia para chamar atenção para reforçar que as pessoas com deficiência existem e que não podem ser lembradas apenas em alguns momentos, mas sim todos os dias", ressaltou.