Marta pela 6ª vez a melhor do mundo

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Craque brasileira conquistou pela sexta vez, o título de melhor do mundo. Deschamps foi o melhor técnico e Modric, o melhor jogador do mundo em 2017
Craque brasileira conquistou pela sexta vez, o título de melhor do mundo. Deschamps foi o melhor técnico e Modric, o melhor jogador do mundo em 2017

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Publicada em 25/09/2018 às 06:32:00

 

Givaldo Batista
givaldobs@yahoo.com.br
Marta voltou ao 
topo do mundo. 
A atacante brasileira foi eleita nesta segunda-feira, 24 a melhor jogadora do planeta pela sexta vez, um recorde entre mulheres e homens, em cerimônia realizada pela Fifa, em Londres. A jogadora do Orlando Pride, dos Estados Unidos, desbancou a norueguesa Ada Hegerberg e a húngara Dzsenifer Marozsán, ambas do Lyon, da França.
A brasileira não levantava o troféu desde 2010. Vencera também em 2006, 2007, 2008 e 2009. "Realmente estou sem palavras. É um momento fantástico. As pessoas falam para mim assim: você já esteve nesta posição muitas vezes. Todas as vezes você se emociona. Realmente, eu me emociono porque isso representa muito para mim", disse Marta, sem esconder as lágrimas.
Marta havia sido indicada pela 14ª vez ao prêmio por conta das boas performances tanto pelo Orlando Pride quanto pela seleção brasileira. Pelo time norte-americano, foi a vice artilheira da National Women's Soccer League (NWSL) no ano de 2017, com 13 gols, e ajudou a levar sua equipe até as semifinais.
Entre os homens - Pela primeira vez desde 2007, nem Lionel Messi e nem Cristiano Ronaldo foi eleito o melhor jogador do mundo pela Fifa. O responsável por interromper a longa hegemonia da dupla e faturar o prêmio da temporada 2017/2018 foi o croata Luka Modric, que recebeu a honraria na festa The Best da entidade realizada nesta segunda-feira, em Londres.
Modric deixou para trás os outros dois finalistas, o próprio Ronaldo e o egípcio Mohamed Salah, para ficar com o troféu pela primeira vez na carreira. Aos 33 anos, aliás, esta era a primeira vez que o croata aparecia entre os três melhores do mundo.
O prêmio de Melhor do Mundo foi a cereja do bolo na carreira do jogador de 33 anos que, antes de conquistar 14 títulos pelo Real Madrid e brilhar nos gramados da Rússia, comandando a Croácia na inédita campanha do vice-campeonato da Copa do Mundo, precisou driblar um adversário bem mais duro: a guerra.
"É uma grande honra, um sentimento lindo estar aqui com este troféu. Antes de mais nada, quero dar os parabéns ao Cristiano e ao Salah pela grande temporada. E tenho certeza que eles terão a chance de lutar novamente pelo prêmio em breve. Este troféu não é só meu, é dos meus companheiros no Real, colegas na Croácia e meus técnicos. Muito obrigado a todos", declarou o meia.

Marta voltou ao  topo do mundo.  A atacante brasileira foi eleita nesta segunda-feira, 24 a melhor jogadora do planeta pela sexta vez, um recorde entre mulheres e homens, em cerimônia realizada pela Fifa, em Londres. A jogadora do Orlando Pride, dos Estados Unidos, desbancou a norueguesa Ada Hegerberg e a húngara Dzsenifer Marozsán, ambas do Lyon, da França.
A brasileira não levantava o troféu desde 2010. Vencera também em 2006, 2007, 2008 e 2009. "Realmente estou sem palavras. É um momento fantástico. As pessoas falam para mim assim: você já esteve nesta posição muitas vezes. Todas as vezes você se emociona. Realmente, eu me emociono porque isso representa muito para mim", disse Marta, sem esconder as lágrimas.
Marta havia sido indicada pela 14ª vez ao prêmio por conta das boas performances tanto pelo Orlando Pride quanto pela seleção brasileira. Pelo time norte-americano, foi a vice artilheira da National Women's Soccer League (NWSL) no ano de 2017, com 13 gols, e ajudou a levar sua equipe até as semifinais.

Entre os homens - Pela primeira vez desde 2007, nem Lionel Messi e nem Cristiano Ronaldo foi eleito o melhor jogador do mundo pela Fifa. O responsável por interromper a longa hegemonia da dupla e faturar o prêmio da temporada 2017/2018 foi o croata Luka Modric, que recebeu a honraria na festa The Best da entidade realizada nesta segunda-feira, em Londres.
Modric deixou para trás os outros dois finalistas, o próprio Ronaldo e o egípcio Mohamed Salah, para ficar com o troféu pela primeira vez na carreira. Aos 33 anos, aliás, esta era a primeira vez que o croata aparecia entre os três melhores do mundo.
O prêmio de Melhor do Mundo foi a cereja do bolo na carreira do jogador de 33 anos que, antes de conquistar 14 títulos pelo Real Madrid e brilhar nos gramados da Rússia, comandando a Croácia na inédita campanha do vice-campeonato da Copa do Mundo, precisou driblar um adversário bem mais duro: a guerra.
"É uma grande honra, um sentimento lindo estar aqui com este troféu. Antes de mais nada, quero dar os parabéns ao Cristiano e ao Salah pela grande temporada. E tenho certeza que eles terão a chance de lutar novamente pelo prêmio em breve. Este troféu não é só meu, é dos meus companheiros no Real, colegas na Croácia e meus técnicos. Muito obrigado a todos", declarou o meia.