Corpos carbonizados em estrada são identificados

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Publicada em 25/09/2018 às 06:56:00

 

Dois dos três corpos que foram encontrados no dia 12 de julho, dentro de um carro carbonizado e abandonado em uma estrada de terra do povoado Aldeia, em São Cristóvão (Grande Aracaju), foram identificados oficialmente ontem pelo Instituto Médico Legal (IML). As vítimas são Alisson Araújo Silva, 26 anos, e o paulista Wesley de Oliveira Romão, 24 anos, cujo corpo ainda foi retirado pela família. A liberação dos corpos só foi concretizada após a conclusão de exames mais específicos, que só puderam ser realizados em Recife (PE). 
Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), a demora na feitura dos exames de identificação aconteceu porque o setor responsável por esse tipo de análise em Sergipe ainda não tem o equipamento necessário, o qual ainda está em instalação e está previsto para começar a funcionar no ano que vem, através do Instituto de Análises e Pesquisas Forenses (IAPF). O setor está sendo instalado em outra sede e contará com uma nova estrutura. O terceiro rapaz assassinado, Luís Fernando Andrade Silva, foi identificado no dia seguinte à descoberta dos corpos, através de uma análise da arcada dentária. 
O crime já foi elucidado e atribuído a integrantes de uma quadrilha que foi desarticulada em 31 de agosto pelo Complexo de Operações Policiais Especiais (Cope). Ao todo 11 pessoas foram presas e um décimo segundo investigado morreu em confronto com policiais. De acordo com as investigações, os três homens foram mortos por causa de desentendimento com parte dos integrantes da quadrilha, que se envolveram em uma briga de bar, motivada por uma mulher. " Quando as vítimas estavam saindo para entrar no carro delas, quatro desses presos abordaram os rapazes, os amarraram e começaram a enforcá-los. Eles mataram os três indivíduos sufocados, estrangulados. Depois levaram os corpos para um local ermo, efetuaram disparos de arma de fogo nas cabeças de cada uma das vítimas, e não satisfeitos, incendiaram o veículo das vítimas com os corpos dentro", disse o delegado Hugo Leonardo Melo, do Cope.

Dois dos três corpos que foram encontrados no dia 12 de julho, dentro de um carro carbonizado e abandonado em uma estrada de terra do povoado Aldeia, em São Cristóvão (Grande Aracaju), foram identificados oficialmente ontem pelo Instituto Médico Legal (IML). As vítimas são Alisson Araújo Silva, 26 anos, e o paulista Wesley de Oliveira Romão, 24 anos, cujo corpo ainda foi retirado pela família. A liberação dos corpos só foi concretizada após a conclusão de exames mais específicos, que só puderam ser realizados em Recife (PE). 
Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), a demora na feitura dos exames de identificação aconteceu porque o setor responsável por esse tipo de análise em Sergipe ainda não tem o equipamento necessário, o qual ainda está em instalação e está previsto para começar a funcionar no ano que vem, através do Instituto de Análises e Pesquisas Forenses (IAPF). O setor está sendo instalado em outra sede e contará com uma nova estrutura. O terceiro rapaz assassinado, Luís Fernando Andrade Silva, foi identificado no dia seguinte à descoberta dos corpos, através de uma análise da arcada dentária. 
O crime já foi elucidado e atribuído a integrantes de uma quadrilha que foi desarticulada em 31 de agosto pelo Complexo de Operações Policiais Especiais (Cope). Ao todo 11 pessoas foram presas e um décimo segundo investigado morreu em confronto com policiais. De acordo com as investigações, os três homens foram mortos por causa de desentendimento com parte dos integrantes da quadrilha, que se envolveram em uma briga de bar, motivada por uma mulher. " Quando as vítimas estavam saindo para entrar no carro delas, quatro desses presos abordaram os rapazes, os amarraram e começaram a enforcá-los. Eles mataram os três indivíduos sufocados, estrangulados. Depois levaram os corpos para um local ermo, efetuaram disparos de arma de fogo nas cabeças de cada uma das vítimas, e não satisfeitos, incendiaram o veículo das vítimas com os corpos dentro", disse o delegado Hugo Leonardo Melo, do Cope.