Comissão do Sindimed é recebida na Prefeitura de Aracaju

Compartilhar:
Imprimir Aumentar Texto Diminuir Texto

Publicada em 25/09/2018 às 07:00:00

 

Uma comissão formada 
pela secretária muni
cipal da Saúde, Waneska Barboza, pelo secretário municipal de Governo, Renato Telles, e pelo secretário do Planejamento, Orçamento e Gestão, Augusto Fábio Oliveira, recebeu representantes do Sindicato dos Médicos (Sindimed), que promoviam uma manifestação em frente ao Centro Administrativo da Prefeitura de Aracaju correlata aos 67 dias de greve da categoria.
Mesmo com a questão ainda judicializada, a administração municipal os recebeu e reforçou o respeito institucional com a entidade sindical. Foi demonstrado, mais uma vez, que a atual situação financeira do município não permite que seja dado reajuste nem à categoria dos médicos, nem a qualquer outra categoria funcional do município.
Os sindicalistas queriam ouvir uma contraproposta em relação ao reajuste salarial pleiteado pela categoria, o que não foi possível, dadas as condições financeiras municipais e as perspectivas do cenário nacional atualmente. "Nós já os recebemos várias enquanto comissão de negociação, delegada pelo prefeito. Infelizmente, o que satisfaz a categoria é a concessão de reajuste, porém, como nós apresentamos em relatório financeiro do quadrimestre, o município não tem condição financeira de conceder esse aumento a nenhuma categoria, portanto não se trata de uma questão apenas relacionada ao Sindicato dos Médicos, mas todas as categorias. Conceder o reajuste traria um impacto que não podemos arcar, ocasionando em atrasos no pagamento", ressalta a secretária municipal da Saúde, Waneska Barbosa.  
Além da problemática municipal, a incerteza da conjuntura pois eleições também impedem o atendimento ao pleito. "Nós dialogamos mas, diante da situação financeira do município e do cenário econômico do país, estamos impedidos de assumir compromissos agora. Há incertezas em relação à situação macroeconômica, bem como não sabemos qual será a política adotada no Governo Federal. A nossa prioridade é assegurar o pagamento da folha e manter os serviços em dia. Qualquer reajuste aplicado poderá implicar no não cumprimento das obrigações", afirmou o secretário Augusto Fábio.

Uma comissão formada  pela secretária muni cipal da Saúde, Waneska Barboza, pelo secretário municipal de Governo, Renato Telles, e pelo secretário do Planejamento, Orçamento e Gestão, Augusto Fábio Oliveira, recebeu representantes do Sindicato dos Médicos (Sindimed), que promoviam uma manifestação em frente ao Centro Administrativo da Prefeitura de Aracaju correlata aos 67 dias de greve da categoria.
Mesmo com a questão ainda judicializada, a administração municipal os recebeu e reforçou o respeito institucional com a entidade sindical. Foi demonstrado, mais uma vez, que a atual situação financeira do município não permite que seja dado reajuste nem à categoria dos médicos, nem a qualquer outra categoria funcional do município.
Os sindicalistas queriam ouvir uma contraproposta em relação ao reajuste salarial pleiteado pela categoria, o que não foi possível, dadas as condições financeiras municipais e as perspectivas do cenário nacional atualmente. "Nós já os recebemos várias enquanto comissão de negociação, delegada pelo prefeito. Infelizmente, o que satisfaz a categoria é a concessão de reajuste, porém, como nós apresentamos em relatório financeiro do quadrimestre, o município não tem condição financeira de conceder esse aumento a nenhuma categoria, portanto não se trata de uma questão apenas relacionada ao Sindicato dos Médicos, mas todas as categorias. Conceder o reajuste traria um impacto que não podemos arcar, ocasionando em atrasos no pagamento", ressalta a secretária municipal da Saúde, Waneska Barbosa.  
Além da problemática municipal, a incerteza da conjuntura pois eleições também impedem o atendimento ao pleito. "Nós dialogamos mas, diante da situação financeira do município e do cenário econômico do país, estamos impedidos de assumir compromissos agora. Há incertezas em relação à situação macroeconômica, bem como não sabemos qual será a política adotada no Governo Federal. A nossa prioridade é assegurar o pagamento da folha e manter os serviços em dia. Qualquer reajuste aplicado poderá implicar no não cumprimento das obrigações", afirmou o secretário Augusto Fábio.