Estupro: George e produtor são denunciados à Justiça

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Publicada em 26/09/2018 às 06:53:00

 

O radialista George Magalhães foi oficialmente denunciado à Justiça pelos crimes de estupro e corrupção ativa de testemunha. A acusação foi apresentada pela promotora Priscila Tavares, da 1ª Vara Criminal de Aracaju e aceita oficialmente ontem pelo juízo responsável, que decidiu abrir o processo e dar prazo para constituição dos advogados de defesa. A denúncia se baseou no inquérito policial do Departamento de Atendimento a Grupos Vulneráveis (DAGV), que investigou o estupro relatado por uma servente do condomínio Infinity, na Atalaia (zona sul), onde o acusado mora. 
George está preso há cerca de 15 dias na Cadeia Pública Filadelfo Luiz da Costa, em Estância, e cumpre ordem de prisão preventiva porque, segundo a polícia, teria oferecido dinheiro para convencer uma testemunha a mudar o seu depoimento prestado no inquérito. Um segundo radialista também foi indiciado no mesmo inquérito: Antero Alves, produtor do programa jornalístico apresentado por George e considerado o seu principal colaborador. Segundo a Secretaria da Segurança Pública, Antero também será processado por corrupção ativa de testemunha, por ter contatado e negociado diretamente com ela, a pedido de George. 
A defesa dos acusados nega todas as acusações. Com a apresentação das alegações iniciais, caberá ao juízo da 1ª Vara ouvir as testemunhas e fazer o processo de instrução criminal, ou seja, a produção de provas que embasem o julgamento dos acusados. Todo o processo irá tramitar em segredo de justiça. 

O radialista George Magalhães foi oficialmente denunciado à Justiça pelos crimes de estupro e corrupção ativa de testemunha. A acusação foi apresentada pela promotora Priscila Tavares, da 1ª Vara Criminal de Aracaju e aceita oficialmente ontem pelo juízo responsável, que decidiu abrir o processo e dar prazo para constituição dos advogados de defesa. A denúncia se baseou no inquérito policial do Departamento de Atendimento a Grupos Vulneráveis (DAGV), que investigou o estupro relatado por uma servente do condomínio Infinity, na Atalaia (zona sul), onde o acusado mora. 
George está preso há cerca de 15 dias na Cadeia Pública Filadelfo Luiz da Costa, em Estância, e cumpre ordem de prisão preventiva porque, segundo a polícia, teria oferecido dinheiro para convencer uma testemunha a mudar o seu depoimento prestado no inquérito. Um segundo radialista também foi indiciado no mesmo inquérito: Antero Alves, produtor do programa jornalístico apresentado por George e considerado o seu principal colaborador. Segundo a Secretaria da Segurança Pública, Antero também será processado por corrupção ativa de testemunha, por ter contatado e negociado diretamente com ela, a pedido de George. 
A defesa dos acusados nega todas as acusações. Com a apresentação das alegações iniciais, caberá ao juízo da 1ª Vara ouvir as testemunhas e fazer o processo de instrução criminal, ou seja, a produção de provas que embasem o julgamento dos acusados. Todo o processo irá tramitar em segredo de justiça.