Ocupe a Praça reforça como os direitos humanos representam o alicerce para o progresso

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Publicada em 28/09/2018 às 06:56:00

 

No dia 10 de dezembro de 1948, foi instituído que "todas as pessoas, mulheres e homens, nascem livres e iguais em dignidade e direitos. São dotadas de razão e consciência e devem agir em relação umas as outras com espírito de fraternidade". Já são quase 70 anos da promulgação da Declaração Universal dos Direitos Humanos e os desafios ainda são crescentes, principalmente, quando o ódio, a discriminação e a violência permanecem vivos. Os direitos humanos devem ser o alicerce para todo o progresso de um país. 
Em Aracaju, a Prefeitura tem garantido, sem exceção, a promoção à saúde, à educação, à cultura, à liberdade de opinião e expressão. E ainda vai além. O município tem criado espaços de empoderamento da população, mostrando que todos são, sem exceção, cidadãos de direitos, através de informação e conhecimento. Em alusão aos 70 anos da Declaração completados este ano, a Prefeitura vem realizando na capital, diversas ações e projetos, com o intuito de ampliar a reflexão e a sensibilidade crítica sobre os avanços e retrocessos do Documento.
Uma dessas ações aconteceu nesta quarta-feira, 26, no 'Ocupe a Praça', projeto do Núcleo de Produção Digital Orlando Vieira (NPD), por meio da Fundação Cultural Cidade de Aracaju (Funcaju). Intitulado 'Ocupe a Praça Direitos Humanos Música e Poesia', o evento integrou o 'Ciclo de Debates' dos departamentos de Direito, Geografia, História, do programa de Pós-Graduação em Direito da Universidade Federal de Sergipe (UFS) e da Comissão da Verdade (CEV/SE). Com entrada franca, o encontro foi realizado no Centro Cultural da capital. 
A programação iniciou, às 18h, com o 'Liquidifica Diálogos', que trouxe um momento de reflexão e debate acerca dos direitos humanos, memória, verdade e democracia, a fim de superar a violência, o preconceito, a discriminação e o respeito à diversidade e a cultura da paz. O presidente da Funcaju, Cassio Murilo, mediou o debate e ressaltou que a geração de diálogos sobre o tema é uma das maneiras de fortalecer o papel da Declaração Universal dos Direitos Humanos.
"O primeiro passo para transformar Aracaju em uma cidade de direitos é promover, justamente, ações como essa que vem sendo realizada pela Prefeitura. O Ocupe a Praça é mais um projeto importante do município que, além de promover uma vida cultural coletiva por meio da ocupação do centro histórico da cidade, extrapola fronteiras do entretenimento.

No dia 10 de dezembro de 1948, foi instituído que "todas as pessoas, mulheres e homens, nascem livres e iguais em dignidade e direitos. São dotadas de razão e consciência e devem agir em relação umas as outras com espírito de fraternidade". Já são quase 70 anos da promulgação da Declaração Universal dos Direitos Humanos e os desafios ainda são crescentes, principalmente, quando o ódio, a discriminação e a violência permanecem vivos. Os direitos humanos devem ser o alicerce para todo o progresso de um país. 
Em Aracaju, a Prefeitura tem garantido, sem exceção, a promoção à saúde, à educação, à cultura, à liberdade de opinião e expressão. E ainda vai além. O município tem criado espaços de empoderamento da população, mostrando que todos são, sem exceção, cidadãos de direitos, através de informação e conhecimento. Em alusão aos 70 anos da Declaração completados este ano, a Prefeitura vem realizando na capital, diversas ações e projetos, com o intuito de ampliar a reflexão e a sensibilidade crítica sobre os avanços e retrocessos do Documento.
Uma dessas ações aconteceu nesta quarta-feira, 26, no 'Ocupe a Praça', projeto do Núcleo de Produção Digital Orlando Vieira (NPD), por meio da Fundação Cultural Cidade de Aracaju (Funcaju). Intitulado 'Ocupe a Praça Direitos Humanos Música e Poesia', o evento integrou o 'Ciclo de Debates' dos departamentos de Direito, Geografia, História, do programa de Pós-Graduação em Direito da Universidade Federal de Sergipe (UFS) e da Comissão da Verdade (CEV/SE). Com entrada franca, o encontro foi realizado no Centro Cultural da capital. 
A programação iniciou, às 18h, com o 'Liquidifica Diálogos', que trouxe um momento de reflexão e debate acerca dos direitos humanos, memória, verdade e democracia, a fim de superar a violência, o preconceito, a discriminação e o respeito à diversidade e a cultura da paz. O presidente da Funcaju, Cassio Murilo, mediou o debate e ressaltou que a geração de diálogos sobre o tema é uma das maneiras de fortalecer o papel da Declaração Universal dos Direitos Humanos.
"O primeiro passo para transformar Aracaju em uma cidade de direitos é promover, justamente, ações como essa que vem sendo realizada pela Prefeitura. O Ocupe a Praça é mais um projeto importante do município que, além de promover uma vida cultural coletiva por meio da ocupação do centro histórico da cidade, extrapola fronteiras do entretenimento.