Dirigentes do Sebrae discutem cenário da cadeia petrolífera

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Publicada em 28/09/2018 às 07:19:00

 

Os desafios para a cadeia de petróleo e gás nos próximos anos e o aumento da participação de pequenos negócios nesse mercado foram tema da IV Reunião de dirigentes e gestores de Petróleo e Gás do Sistema Sebrae. O encontro, realizado no Hotel Hilton Barra, no Rio de Janeiro, reuniu também representantes de entidades governamentais, órgãos reguladores e de empresas privadas.
Os debates foram abertos pelo secretário executivo do Instituto Brasileiro de Petróleo, Milton XXX, que traçou um cenário para a atividade nos próximos anos. Segundo ele, se as fontes de carvão, petróleo e gás respondem atualmente por 80% da oferta energética do mundo, nas próximas décadas a previsão é que esses percentuais sejam reduzidos, o que indica uma necessidade de acelerar a produção sob o risco de perder as oportunidades.
 " Os estudos mostram que teremos um pico de demanda em 2040, mas ao longo dos anos a dependência dessas fontes vai diminuindo, chegando a apenas 22% da oferta por volta de 2070. Isso ocorrerá por conta do avanço das novas tecnologias e pelos impactos do Acordo de Paris,  mostrando assim que a janela se oportunidades está se fechando e a cadeia perderá  atratividade".

Os desafios para a cadeia de petróleo e gás nos próximos anos e o aumento da participação de pequenos negócios nesse mercado foram tema da IV Reunião de dirigentes e gestores de Petróleo e Gás do Sistema Sebrae. O encontro, realizado no Hotel Hilton Barra, no Rio de Janeiro, reuniu também representantes de entidades governamentais, órgãos reguladores e de empresas privadas.
Os debates foram abertos pelo secretário executivo do Instituto Brasileiro de Petróleo, Milton XXX, que traçou um cenário para a atividade nos próximos anos. Segundo ele, se as fontes de carvão, petróleo e gás respondem atualmente por 80% da oferta energética do mundo, nas próximas décadas a previsão é que esses percentuais sejam reduzidos, o que indica uma necessidade de acelerar a produção sob o risco de perder as oportunidades.
 " Os estudos mostram que teremos um pico de demanda em 2040, mas ao longo dos anos a dependência dessas fontes vai diminuindo, chegando a apenas 22% da oferta por volta de 2070. Isso ocorrerá por conta do avanço das novas tecnologias e pelos impactos do Acordo de Paris,  mostrando assim que a janela se oportunidades está se fechando e a cadeia perderá  atratividade".