Taxistas de São Cristóvão protestam contra apreensão de veículos

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Publicada em 29/09/2018 às 07:13:00

 

Milton Alves Júnior
Em protesto contra 
ação da SMTT, taxis
tas cadastrados no município de São Cristóvão realizaram na manhã de ontem uma manifestação como forma de pressionar a Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito (SMTT), a minimizar as abordagens contra a classe trabalhadora. Durante o ato, os motoristas fecharam parte da Avenida Marechal Rondon, nas proximidades da rótula da Universidade Federal de Sergipe (UFS), e lamentaram que os agentes municipais continuam proibindo a entrar na capital para o embarque e desembarque de moradores de São Cristóvão, bem como autuando aqueles que são flagrados estacionando em pontos diversos da capital sergipana.
De acordo com o taxista Pedro Silva, é inadmissível que a administração municipal permaneça impedindo, por exemplo, que passageiros acolhidos no Conjunto Eduardo Gomes - e que precisam desembarcar na Avenida Barão de Maruim, sejam obrigados a descer apenas no centro da cidade, próximo à Rodoviária Velha. Apesar de estar no circuito do paradeiro central, nenhum motorista está autorizado para facilitar o dia-a-dia dos usuários do sistema. Diante do impasse, numa espécie de fogo cruzado, os manifestantes exigem que a Prefeitura de São Cristóvão adote medidas semelhantes à da Prefeitura de Aracaju e aplique punições contra taxistas aracajuanos.
Ao Jornal do Dia o taxista informou que a proposta do grupo não é gerar contratempo para nenhum motorista de táxi bandeirinha ou lotação, mas conquistar avanços coletivos que melhorem em especial a vida da população. "Essa ideia de punir também os colegas de farda de Aracaju trata-se de uma medida secundária, o que na realidade queremos é que tenhamos a possibilidade de parar por alguns segundos para que pessoas possam desembarcar, e não apenas no final de linha que é lá no centro. Esse desejo não é apenas da nossa categoria, mas também de moradores das duas cidades que atualmente enfrentam transtornos porque são obrigadas a percorrer distâncias grandiosas a pé", declarou.
Independentemente do apelo público a PMA disse que os condutores são classificados clandestinos pelo poder público e por este motivo precisam respeitar as normas vigentes. Ainda segundo o poder executivo municipal, os agentes de trânsito atuam com a finalidade de fiscalizar e combater a atuação clandestina destes condutores. Em virtude da manifestação a SMTT se comprometeu a enviar em breve uma resposta oficial sobre os procedimentos que estão sendo adotados para encontrar uma solução para este problema decorrente da falta de regulamentação da atividade. O grupo espera que haja em curto prazo uma posição favorável a ser articulada entre a gestão municipal de São Cristóvão e da capital.
"Estamos esperando esse avanço. Caso não ocorra, iremos continuar com as manifestações em vários pontos das duas cidades e das próximas vezes com grupos cada vez maiores. Essa falta de entendimento entre as prefeituras somente geram problemas para os moradores de São Cristóvão e Aracaju, como também para centenas de estudantes da Universidade Federal e comerciantes", lamentou o motorista Pedro Silva. Por mais de duas horas o fluxo de veículos na região ficou inviável. O ato contou com a participação de aproximadamente 50 taxistas.

Em protesto contra  ação da SMTT, taxis tas cadastrados no município de São Cristóvão realizaram na manhã de ontem uma manifestação como forma de pressionar a Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito (SMTT), a minimizar as abordagens contra a classe trabalhadora. Durante o ato, os motoristas fecharam parte da Avenida Marechal Rondon, nas proximidades da rótula da Universidade Federal de Sergipe (UFS), e lamentaram que os agentes municipais continuam proibindo a entrar na capital para o embarque e desembarque de moradores de São Cristóvão, bem como autuando aqueles que são flagrados estacionando em pontos diversos da capital sergipana.
De acordo com o taxista Pedro Silva, é inadmissível que a administração municipal permaneça impedindo, por exemplo, que passageiros acolhidos no Conjunto Eduardo Gomes - e que precisam desembarcar na Avenida Barão de Maruim, sejam obrigados a descer apenas no centro da cidade, próximo à Rodoviária Velha. Apesar de estar no circuito do paradeiro central, nenhum motorista está autorizado para facilitar o dia-a-dia dos usuários do sistema. Diante do impasse, numa espécie de fogo cruzado, os manifestantes exigem que a Prefeitura de São Cristóvão adote medidas semelhantes à da Prefeitura de Aracaju e aplique punições contra taxistas aracajuanos.
Ao Jornal do Dia o taxista informou que a proposta do grupo não é gerar contratempo para nenhum motorista de táxi bandeirinha ou lotação, mas conquistar avanços coletivos que melhorem em especial a vida da população. "Essa ideia de punir também os colegas de farda de Aracaju trata-se de uma medida secundária, o que na realidade queremos é que tenhamos a possibilidade de parar por alguns segundos para que pessoas possam desembarcar, e não apenas no final de linha que é lá no centro. Esse desejo não é apenas da nossa categoria, mas também de moradores das duas cidades que atualmente enfrentam transtornos porque são obrigadas a percorrer distâncias grandiosas a pé", declarou.
Independentemente do apelo público a PMA disse que os condutores são classificados clandestinos pelo poder público e por este motivo precisam respeitar as normas vigentes. Ainda segundo o poder executivo municipal, os agentes de trânsito atuam com a finalidade de fiscalizar e combater a atuação clandestina destes condutores. Em virtude da manifestação a SMTT se comprometeu a enviar em breve uma resposta oficial sobre os procedimentos que estão sendo adotados para encontrar uma solução para este problema decorrente da falta de regulamentação da atividade. O grupo espera que haja em curto prazo uma posição favorável a ser articulada entre a gestão municipal de São Cristóvão e da capital.
"Estamos esperando esse avanço. Caso não ocorra, iremos continuar com as manifestações em vários pontos das duas cidades e das próximas vezes com grupos cada vez maiores. Essa falta de entendimento entre as prefeituras somente geram problemas para os moradores de São Cristóvão e Aracaju, como também para centenas de estudantes da Universidade Federal e comerciantes", lamentou o motorista Pedro Silva. Por mais de duas horas o fluxo de veículos na região ficou inviável. O ato contou com a participação de aproximadamente 50 taxistas.