TRE nega direito de resposta a Valadares Filho sobre ato repressivo do pai aos professores

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Publicada em 29/09/2018 às 07:15:00

 

Por "total improcedência", o Juiz Auxiliar da Propaganda Eleitoral, Roberto Eugênio da Fonseca Porto, do TRE-SE (Tribunal Regional Eleitoral de Sergipe), negou o pedido apresentado pela coligação do PSB para suspender a veiculação de vídeo de propaganda eleitoral, no qual a coligação de Belivaldo retrata episódio em que o então governador Valadares patrocinou ato repressivo a um movimento de professores, em Aracaju, que reivindicavam direitos que entendiam estar sendo negados pelo governo. 
O vídeo traz depoimentos, registrados à época, de participantes do movimento, como o então deputado estadual Marcelo Déda e profissionais do magistério público. "É esse o jeito real dos Valadares tratarem os professores. Quando precisam do seu voto se fazem de amigos. Mas quando estão no governo, tratam os servidores na porrada", narra o vídeo.
Sem argumento para negar o fato, sabidamente ocorrido e registrado pela imprensa sergipana, Valadares Filho foi à Justiça tentar censurar a exibição do material e ainda pediu direito de resposta, pleitos que lhe foram negados em decisão liminar. Com essa decisão, o processo foi extinto e a justiça confirma, mais uma vez, que a coligação Pra Sergipe Avançar  faz uma campanha limpa e respeitosa.

Por "total improcedência", o Juiz Auxiliar da Propaganda Eleitoral, Roberto Eugênio da Fonseca Porto, do TRE-SE (Tribunal Regional Eleitoral de Sergipe), negou o pedido apresentado pela coligação do PSB para suspender a veiculação de vídeo de propaganda eleitoral, no qual a coligação de Belivaldo retrata episódio em que o então governador Valadares patrocinou ato repressivo a um movimento de professores, em Aracaju, que reivindicavam direitos que entendiam estar sendo negados pelo governo. 
O vídeo traz depoimentos, registrados à época, de participantes do movimento, como o então deputado estadual Marcelo Déda e profissionais do magistério público. "É esse o jeito real dos Valadares tratarem os professores. Quando precisam do seu voto se fazem de amigos. Mas quando estão no governo, tratam os servidores na porrada", narra o vídeo.
Sem argumento para negar o fato, sabidamente ocorrido e registrado pela imprensa sergipana, Valadares Filho foi à Justiça tentar censurar a exibição do material e ainda pediu direito de resposta, pleitos que lhe foram negados em decisão liminar. Com essa decisão, o processo foi extinto e a justiça confirma, mais uma vez, que a coligação Pra Sergipe Avançar  faz uma campanha limpa e respeitosa.