A sorte da Fafen

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Publicada em 01/10/2018 às 13:57:00

 

A sorte da Fafen será decidida 
esta semana, quando o presi-
dente da Petrobras põe os pés em Sergipe, com o objetivo declarado de encontrar alternativa à hibernação da fábrica de fertilizantes localizada no município de Laranjeiras. Em jogo, centenas de postos de trabalho. Dedos cruzados, portanto.
Desemprego e queda na arrecadação, as consequências previsíveis quando uma empresa fecha as portas, soam como pesadelo para qualquer gestor público com um pingo de preocupação social, ainda mais em dias de crise, como os de agora. Razão pela qual o governo insiste em defender os interesses do estado. A mobilização promovida em benefício da Fafen não diz respeito apenas aos seus 550 trabalhadores contratados, mas a todos os sergipanos.
Fala-se aqui de razões objetivas. Não bastasse a importância econômica na vida de centenas de empregados, a Fafen gera um ciclo econômico virtuoso, tanto do ponto de vista da arrecadação de impostos, como na geração de uma economia produtiva com fornecedores, prestadores de serviços, empresas que dão suporte a operação, e principalmente, as diversas fábricas de fertilizantes que estão instaladas no seu entorno em função do acesso facilitado à matéria prima. Com o fim da Fafen, essas fábricas também irão embora.
A história de Sergipe é dividida em antes e depois da Petrobras. A afirmação do então governador Jackson Barreto, inspirada pelos 50 anos transcorridos desde a perfuração do primeiro poço de petróleo em território sergipano, comemorados em 2013, não poderia ser mais exata. E se aplica, por extensão, também à Fafen. Sem os postos de trabalho e a renda gerada pela presença da companhia entre os limites das fronteiras locais, a história contada hoje certamente seria outra, muito diferente.

A sorte da Fafen será decidida  esta semana, quando o presi- dente da Petrobras põe os pés em Sergipe, com o objetivo declarado de encontrar alternativa à hibernação da fábrica de fertilizantes localizada no município de Laranjeiras. Em jogo, centenas de postos de trabalho. Dedos cruzados, portanto.
Desemprego e queda na arrecadação, as consequências previsíveis quando uma empresa fecha as portas, soam como pesadelo para qualquer gestor público com um pingo de preocupação social, ainda mais em dias de crise, como os de agora. Razão pela qual o governo insiste em defender os interesses do estado. A mobilização promovida em benefício da Fafen não diz respeito apenas aos seus 550 trabalhadores contratados, mas a todos os sergipanos.
Fala-se aqui de razões objetivas. Não bastasse a importância econômica na vida de centenas de empregados, a Fafen gera um ciclo econômico virtuoso, tanto do ponto de vista da arrecadação de impostos, como na geração de uma economia produtiva com fornecedores, prestadores de serviços, empresas que dão suporte a operação, e principalmente, as diversas fábricas de fertilizantes que estão instaladas no seu entorno em função do acesso facilitado à matéria prima. Com o fim da Fafen, essas fábricas também irão embora.
A história de Sergipe é dividida em antes e depois da Petrobras. A afirmação do então governador Jackson Barreto, inspirada pelos 50 anos transcorridos desde a perfuração do primeiro poço de petróleo em território sergipano, comemorados em 2013, não poderia ser mais exata. E se aplica, por extensão, também à Fafen. Sem os postos de trabalho e a renda gerada pela presença da companhia entre os limites das fronteiras locais, a história contada hoje certamente seria outra, muito diferente.