Sargento acusado por desvios tem a prisão mantida

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Publicada em 02/10/2018 às 06:37:00

 

O sargento Robertson Souza Silva, réu do processo judicial que apura o suposto esquema de desvios de combustíveis na Polícia Militar, voltou a ter o seu pedido de liberdade negado pelos integrantes do Conselho Especial de Justiça Militar, em mais uma audiência de instrução realizada ontem no Fórum Gumercindo Bessa, no Capucho (zona oeste da capital). O recurso foi apresentado pelo advogado de defesa do militar, Aloísio Vasconcelos, que alegou não haver riscos ao andamento do processo e nem motivos que justifiquem a manutenção da prisão do militar. Ele está detido desde fevereiro deste ano no Presídio Militar (Presmil).
De acordo com Vasconcelos, a decisão foi tomada pelos quatro oficiais militares componentes do Conselho, que divergiram do parecer apresentado pelo Ministério Público Militar e acatado pelo próprio juiz Edno Aldo Ribeiro de Santana, responsável pela Auditoria Militar (6ª Vara Criminal). Os detalhes do processo não foram revelados, pois ele se encontra em segredo de justiça, mas o advogado de defesa argumentou que, ao longo de toda a instrução do processo até o momento, Robertson não foi acusado por nenhuma testemunha o acusou e nem foram encontradas provas de envolvimento dele ou de outros militares com o esquema de desvios, conhecido como "troca de moedas". Nos próximos dias, um novo pedido de habeas-corpus deve ser impetrado pela defesa junto ao Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE). 
Também na audiência de ontem, cinco policiais militares arrolados como testemunhas de acusação foram convocados para depor, sendo três citados em outros depoimentos e dois ligados diretamente ao processo. Outras testemunhas indicadas pela acusação devem ser chamadas para a próxima audiência, marcada para o dia 29 de outubro. Ao todo, 11 depoimentos já foram ouvidos na instrução do processo. 
O sargento Robertson é acusado de ser o principal executor e beneficiário dos desvios da verba destinada ao combustível das viaturas, através de abastecimentos simulados com cartões do sistema Vale Card, usado para o controle de combustível na frota de veículos do estado. O prejuízo estimado até o momento é de cerca de R$ 90 mil aos cofres da PM, mas a real extensão do esquema ainda é investigada pelo Ministério Público.

O sargento Robertson Souza Silva, réu do processo judicial que apura o suposto esquema de desvios de combustíveis na Polícia Militar, voltou a ter o seu pedido de liberdade negado pelos integrantes do Conselho Especial de Justiça Militar, em mais uma audiência de instrução realizada ontem no Fórum Gumercindo Bessa, no Capucho (zona oeste da capital). O recurso foi apresentado pelo advogado de defesa do militar, Aloísio Vasconcelos, que alegou não haver riscos ao andamento do processo e nem motivos que justifiquem a manutenção da prisão do militar. Ele está detido desde fevereiro deste ano no Presídio Militar (Presmil).
De acordo com Vasconcelos, a decisão foi tomada pelos quatro oficiais militares componentes do Conselho, que divergiram do parecer apresentado pelo Ministério Público Militar e acatado pelo próprio juiz Edno Aldo Ribeiro de Santana, responsável pela Auditoria Militar (6ª Vara Criminal). Os detalhes do processo não foram revelados, pois ele se encontra em segredo de justiça, mas o advogado de defesa argumentou que, ao longo de toda a instrução do processo até o momento, Robertson não foi acusado por nenhuma testemunha o acusou e nem foram encontradas provas de envolvimento dele ou de outros militares com o esquema de desvios, conhecido como "troca de moedas". Nos próximos dias, um novo pedido de habeas-corpus deve ser impetrado pela defesa junto ao Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE). 
Também na audiência de ontem, cinco policiais militares arrolados como testemunhas de acusação foram convocados para depor, sendo três citados em outros depoimentos e dois ligados diretamente ao processo. Outras testemunhas indicadas pela acusação devem ser chamadas para a próxima audiência, marcada para o dia 29 de outubro. Ao todo, 11 depoimentos já foram ouvidos na instrução do processo. 
O sargento Robertson é acusado de ser o principal executor e beneficiário dos desvios da verba destinada ao combustível das viaturas, através de abastecimentos simulados com cartões do sistema Vale Card, usado para o controle de combustível na frota de veículos do estado. O prejuízo estimado até o momento é de cerca de R$ 90 mil aos cofres da PM, mas a real extensão do esquema ainda é investigada pelo Ministério Público.