SES alerta sobre casos de esquistossomose no estado

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Publicada em 02/10/2018 às 06:43:00

 

Sergipe é um dos esta
dos de maior preva
lência da esquistossomose, informa o Núcleo de Endemias da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado da Saúde (SES) e, de acordo com dados do Ministério da Saúde (MS), está entre as áreas endêmicas e focais que abrangem 19 Unidades Federadas, como um dos locais mais afetados pela doença. Atualmente, 51 municípios apresentam casos constantes, oscilando entre os níveis baixo, médio e alto, mas sempre prevalentes. 
Para combater o problema é necessário que as gestões municipais realizem o inquérito com as pessoas, a busca ativa aliada a ações educativas, e não apenas esperar que o paciente procure a unidade de saúde. A doença é silenciosa e, quando alguém procura atendimento com os sintomas, é porque a doença já está em estado avançado. 
"É importante ir a campo para trazer esse paciente que está contaminado, mas que não está sentindo sintoma nenhum. Cada município precisa fazer esse trabalho de busca ativa além da parte educativa de orientação à população, intensificando mesmo, em termos de campanha, modificando, se possível, a estrutura de trabalho dos agentes, para que eles possam fazer esse trabalho de modo que tenhamos uma realidade maior e possa, também, ajudar no que for preciso", explica a gerente do Núcleo de Endemias da Vigilância Epidemiológica do Estado, Sidney Lourdes Cesar Souza Sá.
Sidney salienta, ainda, que existem medicamentos para o tratamento da esquistossomose ofertados pelo governo federal, repassados para o estado e disponibilizados para os municípios. "A gestão municipal, então, já não vai ter esse gasto de comprar medicamento. O medicamento está ai, só precisamos saber onde está o paciente doente. Mas é importante ressaltar que não adianta somente tratar o paciente é importante que as ações educativas ocorram", completa a Sidney.

Sergipe é um dos esta dos de maior preva lência da esquistossomose, informa o Núcleo de Endemias da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado da Saúde (SES) e, de acordo com dados do Ministério da Saúde (MS), está entre as áreas endêmicas e focais que abrangem 19 Unidades Federadas, como um dos locais mais afetados pela doença. Atualmente, 51 municípios apresentam casos constantes, oscilando entre os níveis baixo, médio e alto, mas sempre prevalentes. 
Para combater o problema é necessário que as gestões municipais realizem o inquérito com as pessoas, a busca ativa aliada a ações educativas, e não apenas esperar que o paciente procure a unidade de saúde. A doença é silenciosa e, quando alguém procura atendimento com os sintomas, é porque a doença já está em estado avançado. 
"É importante ir a campo para trazer esse paciente que está contaminado, mas que não está sentindo sintoma nenhum. Cada município precisa fazer esse trabalho de busca ativa além da parte educativa de orientação à população, intensificando mesmo, em termos de campanha, modificando, se possível, a estrutura de trabalho dos agentes, para que eles possam fazer esse trabalho de modo que tenhamos uma realidade maior e possa, também, ajudar no que for preciso", explica a gerente do Núcleo de Endemias da Vigilância Epidemiológica do Estado, Sidney Lourdes Cesar Souza Sá.
Sidney salienta, ainda, que existem medicamentos para o tratamento da esquistossomose ofertados pelo governo federal, repassados para o estado e disponibilizados para os municípios. "A gestão municipal, então, já não vai ter esse gasto de comprar medicamento. O medicamento está ai, só precisamos saber onde está o paciente doente. Mas é importante ressaltar que não adianta somente tratar o paciente é importante que as ações educativas ocorram", completa a Sidney.