Linha de ônibus 607 deixam de circular de novo

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Publicada em 02/10/2018 às 06:46:00

 

Milton Alves Júnior
Por unanimidade, rodovi-
ários aracajuanos que 
atuam no circuito da linha 607 Santos Dumont / Mercado decidiram de forma coletiva conceder um 'novo voto de confiança' junto a Secretaria de Estado da Segurança Pública do Estado de Sergipe, através da Polícia Militar, e à Guarda Municipal de Aracaju (GMA). A decisão foi adotada na tarde de ontem e refere-se ao retorno dos três veículos que estavam estacionados na garagem desde a manhã do último sábado, 29 de setembro. Em virtude do alto índice de violência e vandalismo, por duas vezes em menos de uma semana, motoristas e cobradores decidiram suspender os serviços e passar a criticar as administrações públicas.
Diante da mais recente paralisação e do caos aplicado diretamente contra centenas de famílias dependentes do sistema de transporte coletivo, logo no início da manhã de ontem representantes da Polícia Militar, da Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito (SMTT) e da Guarda Municipal se reuniram com representantes do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Aracaju (Sinttra), em Aracaju, onde prometeram intensificar o monitoramento e a escolta dos veículos. Com a nova garantia, a partir de hoje os veículos estarão em circulação entre as 6h e as 19h30. Após esse horário os usuários continuam obrigados a encontrar outras formas de se locomover.
No que se refere à continuidade do serviço, o líder sindical Valtenes Porto - porta voz da categoria neste pleito, esclarece que a manutenção dos serviços permanece por tempo indeterminado desde que os motoristas, cobradores e passageiros não voltem a sofrer pressões por parte de assaltantes e vândalos que costumam propagar pânico entre as regiões do Japãozinho, Maracaju, Pau Ferro, Coqueiral e terminal do mercado, no centro da cidade. Toda e qualquer programação prevista para ocorrer a partir dessa manhã pode ser alterada sem prévio comunicado aos órgãos públicos responsáveis por administrar a operacionalidade dos ônibus.
"Esse é mais um voto de confiança que a classe trabalhadora concede aos órgãos de segurança pública estadual e municipal. Não aturamos mais continuar sendo alvo dos marginais. Esperamos que daqui pra frente a situação seja realmente de melhoria; caso algo novo ocorra nós já estamos deixando claro que todos os ônibus voltarão para as garagens. Hoje, segunda, o serviço segue indisponível", declarou. Sobre as ameaças sofridas constantemente pelos funcionários da empresa que presta serviços de transporte coletivo na zona Norte de Aracaju, o sindicalista destacou que vândalos diziam que, ao menos no Conjunto Coqueiral, nenhum passageiro pagaria a passagem.
Uma forma de impor que a população entrasse pelas portas do fundo, ou pulassem a catraca. Essas ordens costumavam ser dadas com ameaças aos motoristas e cobradores. "A partir do momento em que os as ameaças começam a ficar mais impositivas e repletas de pressão psicológica, a continuidade do sistema não se sustenta. Não podemos e não iremos aceitar esse tipo de imposição; ou a segurança é realmente qualificada para todos, ou o transporte fica indisponível para os usuários. Nossa reivindicação é uma só: proteger o cidadão de bem e acabar com as ameaças que tiram o sossego dos trabalhadores", disse.

Por unanimidade, rodovi- ários aracajuanos que  atuam no circuito da linha 607 Santos Dumont / Mercado decidiram de forma coletiva conceder um 'novo voto de confiança' junto a Secretaria de Estado da Segurança Pública do Estado de Sergipe, através da Polícia Militar, e à Guarda Municipal de Aracaju (GMA). A decisão foi adotada na tarde de ontem e refere-se ao retorno dos três veículos que estavam estacionados na garagem desde a manhã do último sábado, 29 de setembro. Em virtude do alto índice de violência e vandalismo, por duas vezes em menos de uma semana, motoristas e cobradores decidiram suspender os serviços e passar a criticar as administrações públicas.
Diante da mais recente paralisação e do caos aplicado diretamente contra centenas de famílias dependentes do sistema de transporte coletivo, logo no início da manhã de ontem representantes da Polícia Militar, da Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito (SMTT) e da Guarda Municipal se reuniram com representantes do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Aracaju (Sinttra), em Aracaju, onde prometeram intensificar o monitoramento e a escolta dos veículos. Com a nova garantia, a partir de hoje os veículos estarão em circulação entre as 6h e as 19h30. Após esse horário os usuários continuam obrigados a encontrar outras formas de se locomover.
No que se refere à continuidade do serviço, o líder sindical Valtenes Porto - porta voz da categoria neste pleito, esclarece que a manutenção dos serviços permanece por tempo indeterminado desde que os motoristas, cobradores e passageiros não voltem a sofrer pressões por parte de assaltantes e vândalos que costumam propagar pânico entre as regiões do Japãozinho, Maracaju, Pau Ferro, Coqueiral e terminal do mercado, no centro da cidade. Toda e qualquer programação prevista para ocorrer a partir dessa manhã pode ser alterada sem prévio comunicado aos órgãos públicos responsáveis por administrar a operacionalidade dos ônibus.
"Esse é mais um voto de confiança que a classe trabalhadora concede aos órgãos de segurança pública estadual e municipal. Não aturamos mais continuar sendo alvo dos marginais. Esperamos que daqui pra frente a situação seja realmente de melhoria; caso algo novo ocorra nós já estamos deixando claro que todos os ônibus voltarão para as garagens. Hoje, segunda, o serviço segue indisponível", declarou. Sobre as ameaças sofridas constantemente pelos funcionários da empresa que presta serviços de transporte coletivo na zona Norte de Aracaju, o sindicalista destacou que vândalos diziam que, ao menos no Conjunto Coqueiral, nenhum passageiro pagaria a passagem.
Uma forma de impor que a população entrasse pelas portas do fundo, ou pulassem a catraca. Essas ordens costumavam ser dadas com ameaças aos motoristas e cobradores. "A partir do momento em que os as ameaças começam a ficar mais impositivas e repletas de pressão psicológica, a continuidade do sistema não se sustenta. Não podemos e não iremos aceitar esse tipo de imposição; ou a segurança é realmente qualificada para todos, ou o transporte fica indisponível para os usuários. Nossa reivindicação é uma só: proteger o cidadão de bem e acabar com as ameaças que tiram o sossego dos trabalhadores", disse.