Forças policiais vão trabalhar nas eleições com dinheiro no bolso

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Publicada em 03/10/2018 às 06:43:00

 

Nesta quinta-feira (04), os agentes de segurança do Estado de Sergipe que trabalharão nas Eleições 2018, no domingo (07), já estarão com a Remuneração Transitória por Atividade Extraordinária (Retae) depositada em suas contas. Pela primeira vez, o pagamento da gratificação será realizado com a antecedência de quatro dias pelo Governo do Estado, uma conquista para estes profissionais. A etapa de alimentação (Cartão Alimentação) também será paga com antecedência. 
Segundo o secretário de Estado da Segurança Pública, João Eloy, o governo do Estado de Sergipe empregará cerca de 5 mil homens e mulheres das polícias Militar, Civil e Corpo de Bombeiros, de forma ordinária e extraordinária, nas eleições deste ano. O objetivo é garantir a segurança dos eleitores sergipanos e uma maior lisura ao pleito eleitoral. Deste total, 3.181 são policiais militares que atuarão de forma extraordinária, além da escala normal de trabalho da Corporação. 
"Ao todo, serão aproximadamente R$ 3 milhões investidos extraordinariamente pelo Estado no processo eleitoral deste ano, sem contar outras despesas, como por exemplo, com combustível. Só com as Retaes dos PMs, serão cerca de R$ 2,5 milhões investidos. Recebendo antecipadamente, os policiais trabalham de forma tranquila", declarou o gestor da SSP. 
Para a cabo Cidéria, há treze anos na Corporação, o esforço do Estado para pagar antecipadamente a gratificação representa uma conquista para os agentes de segurança.  "Era um anseio de outros pleitos, que esse ano foi atendido. Antes, a gente só recebia depois e precisava arcar com suas despesas durante o serviço", comemorou a PM. 
 De acordo com o secretário João Eloy, outra novidade é que nos últimos anos o Tribunal Regional Eleitoral de Sergipe (TRE-SE) não tem solicitado para as comarcas o reforço de forças federais do Exército para atuarem nos locais da votação. "Isso demonstra a confiança do TRE-SE, representado pelo seu presidente, o desembargador Ricardo Múcio, nas forças públicas do Estado".
 Além do recebimento da Retae antecipadamente, neste ano os policiais poderão votar nos locais onde eles forem trabalhar. Com esta medida, mais de 80% dos policiais militares empregados na missão poderão exercer sua cidadania por meio do voto. Sendo que a porcentagem restante representa o PM que vai trabalhar próximo a seção em que vota, ou o PM que não demonstrou interesse em exercer o direito ao voto durante o trabalho. 
 "Os militares de Sergipe poderão de fato exercer o direito ao voto, foi uma iniciativa do nosso Comando com base em uma regulamentação lançada pelo TSE e adotada pelo TRE. Nos pleitos passados, muitos de nós não conseguíamos votar, porque a maioria estava trabalhando deslocados dos seus domicílios eleitorais. Neste ano, isso vai ser diferente, nós antecipamos a escala de serviço, informamos ao TRE onde cada policial iria trabalhar, de forma que o tribunal teve as condições de fazer a transferência temporária do domicilio eleitoral de cada um desses militares e assim, ele votará no local onde estiver trabalhando. Uma novidade que precisou de um forte trabalho logístico, mas hoje as nossas escalas estão publicadas e é do conhecimento de todos os policiais, onde trabalhará e onde exercerá o seu voto. Sem dúvida, é muito importante que o policial possa como qualquer outro cidadão brasileiro, exercer o seu sagrado direito ao voto, que é a base da nossa democracia", informou o subcomandante geral da PMSE, coronel Paulo César Paiva, que será o coordenador geral das Eleições.

Nesta quinta-feira (04), os agentes de segurança do Estado de Sergipe que trabalharão nas Eleições 2018, no domingo (07), já estarão com a Remuneração Transitória por Atividade Extraordinária (Retae) depositada em suas contas. Pela primeira vez, o pagamento da gratificação será realizado com a antecedência de quatro dias pelo Governo do Estado, uma conquista para estes profissionais. A etapa de alimentação (Cartão Alimentação) também será paga com antecedência. 
Segundo o secretário de Estado da Segurança Pública, João Eloy, o governo do Estado de Sergipe empregará cerca de 5 mil homens e mulheres das polícias Militar, Civil e Corpo de Bombeiros, de forma ordinária e extraordinária, nas eleições deste ano. O objetivo é garantir a segurança dos eleitores sergipanos e uma maior lisura ao pleito eleitoral. Deste total, 3.181 são policiais militares que atuarão de forma extraordinária, além da escala normal de trabalho da Corporação. 
"Ao todo, serão aproximadamente R$ 3 milhões investidos extraordinariamente pelo Estado no processo eleitoral deste ano, sem contar outras despesas, como por exemplo, com combustível. Só com as Retaes dos PMs, serão cerca de R$ 2,5 milhões investidos. Recebendo antecipadamente, os policiais trabalham de forma tranquila", declarou o gestor da SSP. 
Para a cabo Cidéria, há treze anos na Corporação, o esforço do Estado para pagar antecipadamente a gratificação representa uma conquista para os agentes de segurança.  "Era um anseio de outros pleitos, que esse ano foi atendido. Antes, a gente só recebia depois e precisava arcar com suas despesas durante o serviço", comemorou a PM. 
 De acordo com o secretário João Eloy, outra novidade é que nos últimos anos o Tribunal Regional Eleitoral de Sergipe (TRE-SE) não tem solicitado para as comarcas o reforço de forças federais do Exército para atuarem nos locais da votação. "Isso demonstra a confiança do TRE-SE, representado pelo seu presidente, o desembargador Ricardo Múcio, nas forças públicas do Estado".
 Além do recebimento da Retae antecipadamente, neste ano os policiais poderão votar nos locais onde eles forem trabalhar. Com esta medida, mais de 80% dos policiais militares empregados na missão poderão exercer sua cidadania por meio do voto. Sendo que a porcentagem restante representa o PM que vai trabalhar próximo a seção em que vota, ou o PM que não demonstrou interesse em exercer o direito ao voto durante o trabalho. 
 "Os militares de Sergipe poderão de fato exercer o direito ao voto, foi uma iniciativa do nosso Comando com base em uma regulamentação lançada pelo TSE e adotada pelo TRE. Nos pleitos passados, muitos de nós não conseguíamos votar, porque a maioria estava trabalhando deslocados dos seus domicílios eleitorais. Neste ano, isso vai ser diferente, nós antecipamos a escala de serviço, informamos ao TRE onde cada policial iria trabalhar, de forma que o tribunal teve as condições de fazer a transferência temporária do domicilio eleitoral de cada um desses militares e assim, ele votará no local onde estiver trabalhando. Uma novidade que precisou de um forte trabalho logístico, mas hoje as nossas escalas estão publicadas e é do conhecimento de todos os policiais, onde trabalhará e onde exercerá o seu voto. Sem dúvida, é muito importante que o policial possa como qualquer outro cidadão brasileiro, exercer o seu sagrado direito ao voto, que é a base da nossa democracia", informou o subcomandante geral da PMSE, coronel Paulo César Paiva, que será o coordenador geral das Eleições.