Incêndio destrói depósito de ossos de cemitério

Compartilhar:
Imprimir Aumentar Texto Diminuir Texto
É A SEGUNDA VEZ QUE ISSO ACONTECE EM SEIS MESES. OSSOS DE CORPOS JÁ EXUMADOS QUE ESTAVAM NO DEPÓSITO FORAM DESTRUÍDOS
É A SEGUNDA VEZ QUE ISSO ACONTECE EM SEIS MESES. OSSOS DE CORPOS JÁ EXUMADOS QUE ESTAVAM NO DEPÓSITO FORAM DESTRUÍDOS

Clique nas imagens para ampliar

Publicada em 04/10/2018 às 07:18:00

 

Milton Alves Júnior
Peritos da Prefeitura 
de Aracaju tentam 
identificar os reais motivos do incêndio que atingiu e destruiu em mais de 80% a casa de ossos já exumados do Cemitério Municipal São João Batista, localizado no bairro Ponto Novo. De acordo com a Empresa Municipal de Serviços Urbanos (Emsurb) - responsável por administrar o espaço, há seis meses um sinistro parecido foi registrado no mesmo ambiente, mas o sistema técnico do Corpo de Bombeiros Militar não conseguiu identificar e concluiu o laudo criado justamente para apresentar os motivos da ocorrência. Desta vez a expectativa é que a natureza do incêndio seja desvendada e ajude a evitar novos casos.
Ao Jornal do Dia a direção da Emsurb garantiu que a administração municipal trabalha neste momento com a perspectiva de finalizar todo o processo de limpeza da área atingida pelas chamas, e inicie um processo de reforma geral do espaço que, também segundo o órgão, não compromete com o fluxo operacional e administrativo do cemitério. Luiz Roberto, atual presidente da empresa, destacou que a meta é construir uma nova casa de ossos, novas gavetas, promover uma melhor arrumação deste ambiente e evitar que o ambiente volte a estar propício a novos incêndios. Sobre a natureza dos ossos cremados o gestor esclareceu:
 "Os restos mortais que estavam no local atingido pelo incêndio já haviam sido exumados e seriam doados à instituições. Agora veremos o que dá pra ser aproveitado e daremos os encaminhamentos necessários. O local fica distante do fluxo de visitantes e por este motivo não vai interferir diretamente no andamento das atividades administrativas, nem das residências vizinhas ao cemitério", declarou. A menos de um mês para o Dia dos Finados - data de maior fluxo de pessoas no local, o órgão não informou se essas melhorias estarão prontas até o próximo dia 02 de novembro. Luiz avalia o caso como 'incidente',
 "Não nos restam dúvidas. Um incidente que ocorreu pela segunda vez em um intervalo de seis meses, mas que estamos trabalhando para que não se repita. Estamos botando em prática um novo sistema de controle dessa área justamente pensando na qualificação de todo o ambiente", afirmou. A política administrativa do cemitério indica que os corpos ficam nas gavetas por dois anos, depois deste período, são retirados e colocados em sacolas plásticas à espera da chegada de familiares para tomar a destinação escolhida. Diante da baixa procura dos familiares - algo que gira em torno de 30%, universidades também solicitam o regaste de ossos para estudos.

Peritos da Prefeitura  de Aracaju tentam  identificar os reais motivos do incêndio que atingiu e destruiu em mais de 80% a casa de ossos já exumados do Cemitério Municipal São João Batista, localizado no bairro Ponto Novo. De acordo com a Empresa Municipal de Serviços Urbanos (Emsurb) - responsável por administrar o espaço, há seis meses um sinistro parecido foi registrado no mesmo ambiente, mas o sistema técnico do Corpo de Bombeiros Militar não conseguiu identificar e concluiu o laudo criado justamente para apresentar os motivos da ocorrência. Desta vez a expectativa é que a natureza do incêndio seja desvendada e ajude a evitar novos casos.
Ao Jornal do Dia a direção da Emsurb garantiu que a administração municipal trabalha neste momento com a perspectiva de finalizar todo o processo de limpeza da área atingida pelas chamas, e inicie um processo de reforma geral do espaço que, também segundo o órgão, não compromete com o fluxo operacional e administrativo do cemitério. Luiz Roberto, atual presidente da empresa, destacou que a meta é construir uma nova casa de ossos, novas gavetas, promover uma melhor arrumação deste ambiente e evitar que o ambiente volte a estar propício a novos incêndios. Sobre a natureza dos ossos cremados o gestor esclareceu:
 "Os restos mortais que estavam no local atingido pelo incêndio já haviam sido exumados e seriam doados à instituições. Agora veremos o que dá pra ser aproveitado e daremos os encaminhamentos necessários. O local fica distante do fluxo de visitantes e por este motivo não vai interferir diretamente no andamento das atividades administrativas, nem das residências vizinhas ao cemitério", declarou. A menos de um mês para o Dia dos Finados - data de maior fluxo de pessoas no local, o órgão não informou se essas melhorias estarão prontas até o próximo dia 02 de novembro. Luiz avalia o caso como 'incidente',
 "Não nos restam dúvidas. Um incidente que ocorreu pela segunda vez em um intervalo de seis meses, mas que estamos trabalhando para que não se repita. Estamos botando em prática um novo sistema de controle dessa área justamente pensando na qualificação de todo o ambiente", afirmou. A política administrativa do cemitério indica que os corpos ficam nas gavetas por dois anos, depois deste período, são retirados e colocados em sacolas plásticas à espera da chegada de familiares para tomar a destinação escolhida. Diante da baixa procura dos familiares - algo que gira em torno de 30%, universidades também solicitam o regaste de ossos para estudos.