Governo redimensiona o Hospital do Câncer

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Publicada em 05/10/2018 às 07:01:00

 

Milton Alves Júnior
O Governo de Sergi
pe voltou a publi
car ontem novo edital destinado à construção do Hospital do Câncer Governador Marcelo Déda, em Aracaju, desta vez em formato menor do que o projeto inicial. Conforme oficializado pelo Estado, em virtude de não respeitar a programação operacional, as empresas Pórtico e WVG Construções foram convidadas judicialmente para assinar o termo de rescisão. A ordem de serviço foi dada em fevereiro de 2017 com um prazo de 36 meses. O custo da obra estava estipulada em R$ 126 milhões. O projeto previa, por exemplo, unidades de emergência, dois bunkers, radioterapia, unidades de cintilografia e mamografia, além de 170 leitos, sendo 120 leitos adultos, 30 infantis e mais 20 de UTI.
Agora, de acordo com a Secretaria de Estado da Saúde, o projeto atual está orçado em torno de R$ 85 milhões, recurso do Ministério da Saúde, cerca de R$ 41 milhões a menos que no projeto anterior. Em termos estruturais, de acordo com a SES, a obra será feita baseada no Regime Diferencial de Construção (RDC). Devido às mudanças, o ambiente sofrerá diminuição do espaço físico. Ainda sem prazo definido para início e conclusão da obra, a primeira fase da licitação foi refeita de maneira a contratar a empresa que fará os projetos. Segundo explicações apresentadas pela Assessoria de Comunicação da SES, a reformulação estrutural se fez necessária em virtude da situação financeira hoje enfrentada pela gestão pública.
"É preciso ter a consciência que a situação financeira hoje enfrentada é diferente de quando o Hospital do Câncer foi anunciado pelo Governo. Durante esse período houveram impasses burocráticos que dificultaram o início das obras, e, quando o edital foi lançado e as empresas contratadas, elas não respeitaram o cronograma previsto no contrato e o Estado não poderia permanecer aceitando a irregularidade. Por esse motivo o contrato foi suspenso, rescindido, e acaba de ser lançado um novo edital com estrutura mais compacta", declarou o jornalista André Carvalho. O edital foi publicado no dia 28 de setembro, pelo modo "tomada de preço" e o pregão deverá ocorrer no dia 15 deste mês.
Após esta data será feita a assinatura do contrato e a empresa terá 45 dias para apresentar os projetos básicos, orçamento e documentos necessários para a licitação da segunda fase. O novo projeto, de acordo com a SES, foi reduzido de 27.000m² para 17.000m². Haverá 50 leitos para quimioterapia e os demais leitos serão mantidos. São 120 para internação adulta, 30 para internação infantil, 10 para UTI adulta, 10 para UTI infantil e 20 quimioterapia infantil. Conforme contabilidade apresentada pelo secretário de comunicação, Sales Neto, o projeto inicial para ficar pronto custaria mais de 100 milhões de reais e para funcionar ficaria no valor de um milhão por dia.
"Todos os esforços estão sendo adotados para que, apesar de menor, a unidade chegue para atender a demanda de pacientes que existem atualmente. Semelhante ao primeiro projeto, a unidade segue anexo ao Hospital de Urgência de Sergipe (HUSE). Uma série de equipamentos que o HUSE tem que pode usar em conjunto, por exemplo, haverá duas lavanderias, uma do lado da outra. Duas cozinhas. Haverá aquele aparelho de radioterapia também que o HUSE já tem dois. Um trabalho unificado que resultará na melhoria da assistência", declarou Neto. Certo que em breve Sergipe estará disponibilizando uma unidade destinada ao tratamento oncológico, o Governo de Sergipe destaca que este processo será: "mais rápido e seguro, com prazo para conclusão e sem aditivos".

O Governo de Sergi pe voltou a publi car ontem novo edital destinado à construção do Hospital do Câncer Governador Marcelo Déda, em Aracaju, desta vez em formato menor do que o projeto inicial. Conforme oficializado pelo Estado, em virtude de não respeitar a programação operacional, as empresas Pórtico e WVG Construções foram convidadas judicialmente para assinar o termo de rescisão. A ordem de serviço foi dada em fevereiro de 2017 com um prazo de 36 meses. O custo da obra estava estipulada em R$ 126 milhões. O projeto previa, por exemplo, unidades de emergência, dois bunkers, radioterapia, unidades de cintilografia e mamografia, além de 170 leitos, sendo 120 leitos adultos, 30 infantis e mais 20 de UTI.
Agora, de acordo com a Secretaria de Estado da Saúde, o projeto atual está orçado em torno de R$ 85 milhões, recurso do Ministério da Saúde, cerca de R$ 41 milhões a menos que no projeto anterior. Em termos estruturais, de acordo com a SES, a obra será feita baseada no Regime Diferencial de Construção (RDC). Devido às mudanças, o ambiente sofrerá diminuição do espaço físico. Ainda sem prazo definido para início e conclusão da obra, a primeira fase da licitação foi refeita de maneira a contratar a empresa que fará os projetos. Segundo explicações apresentadas pela Assessoria de Comunicação da SES, a reformulação estrutural se fez necessária em virtude da situação financeira hoje enfrentada pela gestão pública.
"É preciso ter a consciência que a situação financeira hoje enfrentada é diferente de quando o Hospital do Câncer foi anunciado pelo Governo. Durante esse período houveram impasses burocráticos que dificultaram o início das obras, e, quando o edital foi lançado e as empresas contratadas, elas não respeitaram o cronograma previsto no contrato e o Estado não poderia permanecer aceitando a irregularidade. Por esse motivo o contrato foi suspenso, rescindido, e acaba de ser lançado um novo edital com estrutura mais compacta", declarou o jornalista André Carvalho. O edital foi publicado no dia 28 de setembro, pelo modo "tomada de preço" e o pregão deverá ocorrer no dia 15 deste mês.
Após esta data será feita a assinatura do contrato e a empresa terá 45 dias para apresentar os projetos básicos, orçamento e documentos necessários para a licitação da segunda fase. O novo projeto, de acordo com a SES, foi reduzido de 27.000m² para 17.000m². Haverá 50 leitos para quimioterapia e os demais leitos serão mantidos. São 120 para internação adulta, 30 para internação infantil, 10 para UTI adulta, 10 para UTI infantil e 20 quimioterapia infantil. Conforme contabilidade apresentada pelo secretário de comunicação, Sales Neto, o projeto inicial para ficar pronto custaria mais de 100 milhões de reais e para funcionar ficaria no valor de um milhão por dia.
"Todos os esforços estão sendo adotados para que, apesar de menor, a unidade chegue para atender a demanda de pacientes que existem atualmente. Semelhante ao primeiro projeto, a unidade segue anexo ao Hospital de Urgência de Sergipe (HUSE). Uma série de equipamentos que o HUSE tem que pode usar em conjunto, por exemplo, haverá duas lavanderias, uma do lado da outra. Duas cozinhas. Haverá aquele aparelho de radioterapia também que o HUSE já tem dois. Um trabalho unificado que resultará na melhoria da assistência", declarou Neto. Certo que em breve Sergipe estará disponibilizando uma unidade destinada ao tratamento oncológico, o Governo de Sergipe destaca que este processo será: "mais rápido e seguro, com prazo para conclusão e sem aditivos".