Duo B.A.V.I. harmoniza berimbau e violão no palco do Teatro João Costa e encanta público

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Publicada em 06/10/2018 às 06:34:00

 

Os músicos baianos Anderson Petti e João Almyque formam o Duo B.A.V.I (Berimbau Aparelhado e Violão Inventável). Nesta quinta-feira, 4, eles aterrissaram, pela primeira vez, no palco do Teatro João Costa, no Centro Cultural de Aracaju, para comandar mais uma edição do 'Quinta Instrumental', projeto idealizado pelo planejamento estratégico da Fundação Cultural Cidade de Aracaju (Funcaju), por meio da Prefeitura de Aracaju. 
Para o Duo, o berimbau e o violão formam uma poesia resignificada e entoada através do toque dos dois instrumentos. "Cada um já traz de si uma identidade muito forte dentro da tradição da nossa música, mas ao juntar essas sonoridades, queremos tirá-los também do lugar comum e ver "Que Onda é Essa" que podemos fazer com esses dois", explica o instrumentista João Almyque.
Ele ainda anunciou que, após o retorno da dupla da Europa, Aracaju é a primeira capital a receber o show intitulado 'Que Onda é Essa?'. "Estamos muito felizes em lançar nessa cidade nosso EP. Somos vizinhos e, coincidentemente, estamos participando do 'Quinta Instrumental' e lançando nosso mais novo trabalho. É uma estreia com total pé direito", comemorou.
O músico baiano, Anderson Petti, contou que o repertório é muito diverso e traz uma identificação mais imediata com alguns arranjos, com influência da música urbana de Salvador, além de elementos mais experimentais, instrumentais. "Trouxemos uma música em sua maioria autoral, mas que cita letras ou melodias de outras já conhecidas. A veia instrumental estará sempre presente, com o berimbau e violão como protagonistas, já que é uma união tão particular", revelou.
Anderson ainda acrescenta que as inspirações para o trabalho que o Duo desenvolve ao longo de sua trajetória têm muito da música produzida em Salvador. "Além da música tradicional, manifestações populares, samba de roda do Recôncavo, o violão repicado e rítmico da chula de Roberto Mendes, lembrando também da busca pela expansão das possibilidades dos instrumentos aliados aos equipamentos eletrônicos que tem referências visionárias, como Ramiro Musoto. A nossa apresentação construiu uma textura cíclica, um mantra, com muitos timbres do berimbau e violão, e já pudemos mostrar um panorama da versatilidade dos instrumentos nesse formato do Duo", detalhou.

Os músicos baianos Anderson Petti e João Almyque formam o Duo B.A.V.I (Berimbau Aparelhado e Violão Inventável). Nesta quinta-feira, 4, eles aterrissaram, pela primeira vez, no palco do Teatro João Costa, no Centro Cultural de Aracaju, para comandar mais uma edição do 'Quinta Instrumental', projeto idealizado pelo planejamento estratégico da Fundação Cultural Cidade de Aracaju (Funcaju), por meio da Prefeitura de Aracaju. 
Para o Duo, o berimbau e o violão formam uma poesia resignificada e entoada através do toque dos dois instrumentos. "Cada um já traz de si uma identidade muito forte dentro da tradição da nossa música, mas ao juntar essas sonoridades, queremos tirá-los também do lugar comum e ver "Que Onda é Essa" que podemos fazer com esses dois", explica o instrumentista João Almyque.
Ele ainda anunciou que, após o retorno da dupla da Europa, Aracaju é a primeira capital a receber o show intitulado 'Que Onda é Essa?'. "Estamos muito felizes em lançar nessa cidade nosso EP. Somos vizinhos e, coincidentemente, estamos participando do 'Quinta Instrumental' e lançando nosso mais novo trabalho. É uma estreia com total pé direito", comemorou.
O músico baiano, Anderson Petti, contou que o repertório é muito diverso e traz uma identificação mais imediata com alguns arranjos, com influência da música urbana de Salvador, além de elementos mais experimentais, instrumentais. "Trouxemos uma música em sua maioria autoral, mas que cita letras ou melodias de outras já conhecidas. A veia instrumental estará sempre presente, com o berimbau e violão como protagonistas, já que é uma união tão particular", revelou.
Anderson ainda acrescenta que as inspirações para o trabalho que o Duo desenvolve ao longo de sua trajetória têm muito da música produzida em Salvador. "Além da música tradicional, manifestações populares, samba de roda do Recôncavo, o violão repicado e rítmico da chula de Roberto Mendes, lembrando também da busca pela expansão das possibilidades dos instrumentos aliados aos equipamentos eletrônicos que tem referências visionárias, como Ramiro Musoto. A nossa apresentação construiu uma textura cíclica, um mantra, com muitos timbres do berimbau e violão, e já pudemos mostrar um panorama da versatilidade dos instrumentos nesse formato do Duo", detalhou.