Haddad diz que vai apresentar plano de contraposição a neoliberalismo

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Publicada em 09/10/2018 às 06:37:00

 

Letycia Bond 
Agência Brasil  
O candidato à Presidência da República Fernando Haddad (PT) ressaltou ontem (8) que o respeito aos valores democráticos será a base de sua campanha. Segundo ele, apresentará seu plano econômico sustentado na preservação do Estado do bem-estar social.
Em viagem a Curitiba, Haddad destacou que combaterá o neoliberalismo, uma das bandeiras defendidas pelo adversário Jair Bolsonaro (PSL).
"O retorno do neoliberalismo vai agravar a crise e vamos seguir um modelo que não deu certo na Argentina", disse Haddad em entrevista coletiva, após visitar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, preso há seis meses na Superintendência da Polícia Federal (PF).
Haddad reiterou ainda sua disposição de buscar apoio em "forças democráticas" representadas por candidaturas derrotadas no primeiro turno. Ele citou nomes de "alta respeitabilidade", embora com divergências, os candidatos à Presidência Ciro Gomes (PDT), Marina Silva (Rede), Geraldo Alckmin (PSDB) e Henrique Meirelles (MDB).
Economia - Haddad afirmou que o modelo econômico é que vai nortear esse 20 dias até o segundo turno. De acordo com ele, o modelo apresentado pelo PT é baseado na "restauração social" e nas "forças democráticas de direito". Para o petista, outra divergência é em relação a eventuais mudanças na legislação trabalhista.
O candidato não apresentou em detalhes como será executada a série de medidas conforme as premissas que guiam seu plano de governo. Segundo ele, todas as propostas serão discutidas e debatidas publicamente.
Política - Questionado sobre a possibilidade de ser instaurada uma Assembleia Constituinte, Haddad afirmou que discutir o assunto ao lado dos canidatos à Presidência Guilherme Boulos (PSOL) e Ciro Gomes (PDT), "Falei durante o primeiro turno que a nossa questão de reformar a Constituição [Federal] é muito importante, justamente, em função da reforma bancária, da reforma tributária e da reforma política. Não há como fazer isso sem reforma constitucional."

O candidato à Presidência da República Fernando Haddad (PT) ressaltou ontem (8) que o respeito aos valores democráticos será a base de sua campanha. Segundo ele, apresentará seu plano econômico sustentado na preservação do Estado do bem-estar social.
Em viagem a Curitiba, Haddad destacou que combaterá o neoliberalismo, uma das bandeiras defendidas pelo adversário Jair Bolsonaro (PSL).
"O retorno do neoliberalismo vai agravar a crise e vamos seguir um modelo que não deu certo na Argentina", disse Haddad em entrevista coletiva, após visitar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, preso há seis meses na Superintendência da Polícia Federal (PF).
Haddad reiterou ainda sua disposição de buscar apoio em "forças democráticas" representadas por candidaturas derrotadas no primeiro turno. Ele citou nomes de "alta respeitabilidade", embora com divergências, os candidatos à Presidência Ciro Gomes (PDT), Marina Silva (Rede), Geraldo Alckmin (PSDB) e Henrique Meirelles (MDB).

Economia - Haddad afirmou que o modelo econômico é que vai nortear esse 20 dias até o segundo turno. De acordo com ele, o modelo apresentado pelo PT é baseado na "restauração social" e nas "forças democráticas de direito". Para o petista, outra divergência é em relação a eventuais mudanças na legislação trabalhista.
O candidato não apresentou em detalhes como será executada a série de medidas conforme as premissas que guiam seu plano de governo. Segundo ele, todas as propostas serão discutidas e debatidas publicamente.

Política - Questionado sobre a possibilidade de ser instaurada uma Assembleia Constituinte, Haddad afirmou que discutir o assunto ao lado dos canidatos à Presidência Guilherme Boulos (PSOL) e Ciro Gomes (PDT), "Falei durante o primeiro turno que a nossa questão de reformar a Constituição [Federal] é muito importante, justamente, em função da reforma bancária, da reforma tributária e da reforma política. Não há como fazer isso sem reforma constitucional."