Pabllo Vittar lança 'Não para não', segundo álbum da carreira

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Publicada em 10/10/2018 às 09:21:00

 

De Uberlândia para o mundo, Pabllo Vittar percorreu de 2017 para cá uma trajetória de foguete daquelas que nem a ficção científica avalizaria. Ela derrubou, de uma tacada só, preconceitos e a noção do que pode ou não ser sucesso no Brasil com o álbum 'Vai Passar Mal'. Depois, foi bater lá nos top 100 globais com 'Sua cara', música do Major Lazer com participação de Anitta. E mais do que tornar-se uma estrela internacional da música brasileira, referência LGBTQ+, musa da internet, assunto de todos os dias, corpão arrasador, tapa na cara da sociedade retrógrada, soldada do respeito, Pabllo ainda pode se orgulhar de entrar pra história por ser a primeira drag indicada a um Grammy. 
Coisa de sonho, de respirar fundo e tirar um tempo para refletir. Mas ela não quer desacelerar o bonde: chegou a hora de seu segundo álbum, cujo título diz tudo: 'Não para não'.
"O disco foi pensado como uma noite comigo: tem música pra se acabar de dançar, música pra chorar pelo boy lixo, enfim, tá incrível", promete a cantora. Produzida, mais uma vez, pelo Brabo Music Team (BMT), mesmo time do primeiro álbum, a Pabllo de 'Não para não' tem sua potência concentrada num disco que não vai além dos 27 minutos de duração. Nas suas dez faixas, o ouvinte/dançarino faz um caleidoscópico passeio pelo que há de mais internacional na música brasileira - e de mais brasileiro na música internacional - em híbridos nascidos no laboratório BMT.
Apertou o play, o negócio é o seguinte: aperta também o cinto porque o brega vai tocar e não vai parar mais.

De Uberlândia para o mundo, Pabllo Vittar percorreu de 2017 para cá uma trajetória de foguete daquelas que nem a ficção científica avalizaria. Ela derrubou, de uma tacada só, preconceitos e a noção do que pode ou não ser sucesso no Brasil com o álbum 'Vai Passar Mal'. Depois, foi bater lá nos top 100 globais com 'Sua cara', música do Major Lazer com participação de Anitta. E mais do que tornar-se uma estrela internacional da música brasileira, referência LGBTQ+, musa da internet, assunto de todos os dias, corpão arrasador, tapa na cara da sociedade retrógrada, soldada do respeito, Pabllo ainda pode se orgulhar de entrar pra história por ser a primeira drag indicada a um Grammy. 
Coisa de sonho, de respirar fundo e tirar um tempo para refletir. Mas ela não quer desacelerar o bonde: chegou a hora de seu segundo álbum, cujo título diz tudo: 'Não para não'.
"O disco foi pensado como uma noite comigo: tem música pra se acabar de dançar, música pra chorar pelo boy lixo, enfim, tá incrível", promete a cantora. Produzida, mais uma vez, pelo Brabo Music Team (BMT), mesmo time do primeiro álbum, a Pabllo de 'Não para não' tem sua potência concentrada num disco que não vai além dos 27 minutos de duração. Nas suas dez faixas, o ouvinte/dançarino faz um caleidoscópico passeio pelo que há de mais internacional na música brasileira - e de mais brasileiro na música internacional - em híbridos nascidos no laboratório BMT.
Apertou o play, o negócio é o seguinte: aperta também o cinto porque o brega vai tocar e não vai parar mais.