Gerente diz que Estre é saída para os lixões

Compartilhar:
Imprimir Aumentar Texto Diminuir Texto

Publicada em 19/06/2012 às 12:07:00

O gerente de aterro da Estre Ambiental em Sergipe, engenheiro civil Francisco Aragão, garante que a empresa é uma excelente solução para o problema dos lixões no estado. Segundo ele, na verdade não existe essa nomenclatura lixão controlado. "Ou é um aterro sanitário ou é um lixão com a presença de urubus, chorume poluindo o lençol freático e os rios da proximidade, causando sérios problemas as pessoas que vivem em condições subumanas catando os restos de lixo", comentou.
De acordo com Francisco Aragão, um lixão agride a camada atmosférica ao emitir gás metano, produzido com a deterioração do resíduo orgânico, que é altamente poluente, tendo um poder nocivo 21 vezes maior que o gás carbônico. "Em um aterro sanitário não há nenhum desses problemas, pois o chorume é controlado, evitando a contaminação das camadas abaixo do aterro, já que o solo é forrado com uma manta de alta resistência". O líquido é levado para tanques, onde é tratado e transformado em água de reuso para o próprio aterro, dando sustentabilidade ao mesmo".
Outro fator importante do aterro sanitário, segundo o gerente da Estre Ambiental, é que não existe a presença de urubus ou outros vetores, uma vez que o lixo é coberto por densas camadas de solo argiloso evitando a proliferação de mau cheiro. O gás metano é coletado e queimado, sendo que dessa queima são gerados dois produtos: energia ou crédito de carbono.
Instalada no município de Rosário do Catete (CGR Rosário), distante 37 quilômetros da capital, a unidade da Estre Ambiental em Sergipe é mais que um aterro sanitário, é uma Central de Gerenciamento de Resíduos, como fez questão e salientar o gerente  da unidade. Por ser uma central ela tem capacidade para trabalhar e transformar os diferentes tipos de lixo de diversas formas e com diferentes origens.