Leilão de bens inservíveis da Prefeitura de Aracaju rende ao erário municipal R$ 87 mil

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O leilão foi realizado ontemd e manhã
O leilão foi realizado ontemd e manhã

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Publicada em 19/10/2018 às 06:45:00

 

A Prefeitura de Araca
ju continua desen-
volvendo ferramentas com o objetivo de gerar recursos visando o investimento em melhorias tecnológicas e de impacto nos serviços oferecidos ao cidadão. Neste sentido, na manhã desta quinta-feira, foi realizado o primeiro leilão público de bens inservíveis pela Secretaria Municipal do Planejamento, Orçamento e Gestão (Seplog). O evento aconteceu no auditório do Comfort Hotel Aracaju e gerou aos cofres públicos um montante de R$87 mil.
"Esta gestão tem se preocupado em investir na modernização das ações desenvolvidas pela Prefeitura em prol do cidadão, e este leilão é mais uma das formas de atender os projetos idealizados pelo prefeito Edvaldo Nogueira, que nos orienta a cumprir o princípio da economicidade. Hoje, foram vendidos bens que já se encontravam em desuso, conforme levantamento realizado por nossos técnicos. Porém, são bens que podem ser úteis àqueles que os adquirem a um preço menor que o de mercado", explicou o secretário da Seplog, Augusto Fábio Oliveira. 
Um total de 16 lotes, divididos em máquinas, veículos e diversos equipamentos, foram disponibilizados e vendidos. Entre os arrematadores estava o sucateiro Cledvaldo Souza dos Santos que comprou dois lotes. De acordo com ele, "os materiais serão analisados, e dos que não tiverem mais utilidade será retirado o cobre, o bronze e o ferro, além de outros metais que deverão ser vendidos às usinas de reciclagem", disse, destacando que a ação da Prefeitura é um benefício para os comerciantes.
A presidente da comissão responsável pelo leilão, Zita de Cássia Vasconcelos, comemorou o sucesso evento. Ela pontuou que, em média, dos valores mínimos, os lotes foram arrematados com valores dez vezes acima dos estabelecidos no Edital. "Para se ter uma ideia, um dos lotes cujo lance mínimo foi de R$800,00, foi arrematado por mais de R$10 mil. Isso é resultado da nossa busca pela inovação, a partir do momento em que procuramos estabelecer uma mecânica na qual os bens que são substituídos automaticamente são revertidos para a finalidade de Leilão e, consequentemente, revertidos em investimentos para o Município", pontuou.

A Prefeitura de Araca ju continua desen- volvendo ferramentas com o objetivo de gerar recursos visando o investimento em melhorias tecnológicas e de impacto nos serviços oferecidos ao cidadão. Neste sentido, na manhã desta quinta-feira, foi realizado o primeiro leilão público de bens inservíveis pela Secretaria Municipal do Planejamento, Orçamento e Gestão (Seplog). O evento aconteceu no auditório do Comfort Hotel Aracaju e gerou aos cofres públicos um montante de R$87 mil.
"Esta gestão tem se preocupado em investir na modernização das ações desenvolvidas pela Prefeitura em prol do cidadão, e este leilão é mais uma das formas de atender os projetos idealizados pelo prefeito Edvaldo Nogueira, que nos orienta a cumprir o princípio da economicidade. Hoje, foram vendidos bens que já se encontravam em desuso, conforme levantamento realizado por nossos técnicos. Porém, são bens que podem ser úteis àqueles que os adquirem a um preço menor que o de mercado", explicou o secretário da Seplog, Augusto Fábio Oliveira. 
Um total de 16 lotes, divididos em máquinas, veículos e diversos equipamentos, foram disponibilizados e vendidos. Entre os arrematadores estava o sucateiro Cledvaldo Souza dos Santos que comprou dois lotes. De acordo com ele, "os materiais serão analisados, e dos que não tiverem mais utilidade será retirado o cobre, o bronze e o ferro, além de outros metais que deverão ser vendidos às usinas de reciclagem", disse, destacando que a ação da Prefeitura é um benefício para os comerciantes.
A presidente da comissão responsável pelo leilão, Zita de Cássia Vasconcelos, comemorou o sucesso evento. Ela pontuou que, em média, dos valores mínimos, os lotes foram arrematados com valores dez vezes acima dos estabelecidos no Edital. "Para se ter uma ideia, um dos lotes cujo lance mínimo foi de R$800,00, foi arrematado por mais de R$10 mil. Isso é resultado da nossa busca pela inovação, a partir do momento em que procuramos estabelecer uma mecânica na qual os bens que são substituídos automaticamente são revertidos para a finalidade de Leilão e, consequentemente, revertidos em investimentos para o Município", pontuou.