Conceder reajuste para uma só categoria não seria justo, diz Edvaldo

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Publicada em 19/10/2018 às 06:59:00

 

O prefeito Edvaldo 
Nogueira voltou a 
se posicionar sobre a greve dos médicos da rede municipal, deflagrada há mais de três meses. Em vídeo publicado nas redes sociais, nesta quinta-feira, o gestor detalhou os motivos que impedem a administração municipal de conceder o reajuste solicitado pela categoria.
Segundo ele, a Prefeitura de Aracaju não pode atender ao pedido, no momento, para não comprometer a estabilidade financeira do município. "Você acha que se a gente pudesse pagar eu não teria concedido aumento aos servidores? Claro que teria. Mas, infelizmente, a Prefeitura não tem como honrar. Herdamos uma dívida de R$ 540 milhões e pagamos R$ 430 milhões. Mas ainda vamos virar o ano devendo R$ 110 milhões. Por tanto, se a gente conceder aumento salarial, nossas finanças se desequilibram", explicou Edvaldo.
Na publicação, o gestor relembrou que, nos últimos 22 meses, a administração municipal já investiu R$ 1,85 bilhão no pagamento de 24 folhas salariais e enfatizou que o foco principal da Prefeitura é continuar honrando o pagamento dos servidores em dia. "Eu tenho a felicidade de dizer que, desde o primeiro dia do meu mandato, com um esforço gigantesco, estou pagando o salário do servidor em dia. Aliás, pagamos todos os salários e mais dois que tinham ficado atrasados da gestão passada, gestão esta que, inclusive, não conseguiu pagar o mês de dezembro de 2016 e o décimo terceiro porque concedeu um reajuste que não podia dar", ponderou o prefeito.
Edvaldo reconheceu a greve dos médicos como legítima, mas ressaltou que seria injusto a administração municipal atender ao pleito, apenas, desta categoria, em detrimento das demais. "Se eu conceder o reajuste aos médicos terei que atender ao pedido de todos os funcionários da Prefeitura de Aracaju. Não posso atender a uma categoria e não atender a outra. E, se for dado o reajuste a todos, não pagaremos os salários em dia. Os servidores já compreenderam a situação. É tanto que  hoje 70% dos médicos da Atenção Básica estão trabalhando", afirmou.

O prefeito Edvaldo  Nogueira voltou a  se posicionar sobre a greve dos médicos da rede municipal, deflagrada há mais de três meses. Em vídeo publicado nas redes sociais, nesta quinta-feira, o gestor detalhou os motivos que impedem a administração municipal de conceder o reajuste solicitado pela categoria.
Segundo ele, a Prefeitura de Aracaju não pode atender ao pedido, no momento, para não comprometer a estabilidade financeira do município. "Você acha que se a gente pudesse pagar eu não teria concedido aumento aos servidores? Claro que teria. Mas, infelizmente, a Prefeitura não tem como honrar. Herdamos uma dívida de R$ 540 milhões e pagamos R$ 430 milhões. Mas ainda vamos virar o ano devendo R$ 110 milhões. Por tanto, se a gente conceder aumento salarial, nossas finanças se desequilibram", explicou Edvaldo.
Na publicação, o gestor relembrou que, nos últimos 22 meses, a administração municipal já investiu R$ 1,85 bilhão no pagamento de 24 folhas salariais e enfatizou que o foco principal da Prefeitura é continuar honrando o pagamento dos servidores em dia. "Eu tenho a felicidade de dizer que, desde o primeiro dia do meu mandato, com um esforço gigantesco, estou pagando o salário do servidor em dia. Aliás, pagamos todos os salários e mais dois que tinham ficado atrasados da gestão passada, gestão esta que, inclusive, não conseguiu pagar o mês de dezembro de 2016 e o décimo terceiro porque concedeu um reajuste que não podia dar", ponderou o prefeito.
Edvaldo reconheceu a greve dos médicos como legítima, mas ressaltou que seria injusto a administração municipal atender ao pleito, apenas, desta categoria, em detrimento das demais. "Se eu conceder o reajuste aos médicos terei que atender ao pedido de todos os funcionários da Prefeitura de Aracaju. Não posso atender a uma categoria e não atender a outra. E, se for dado o reajuste a todos, não pagaremos os salários em dia. Os servidores já compreenderam a situação. É tanto que  hoje 70% dos médicos da Atenção Básica estão trabalhando", afirmou.