Polícia confirma que morte do menino Ruan foi acidente

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Publicada em 20/10/2018 às 06:47:00

 

A Polícia Civil confirmou ontem que a morte do menino Ruan Henrique dos Santos, de oito anos, não foi causada por assassinato, mas sim por um acidente ocorrido durante uma brincadeira. A criança foi encontrada com uma profunda lesão na cabeça, em 10 de outubro, após ficar cerca de 14 horas desaparecido no mangue do bairro Soledade (zona norte). O caso foi esclarecido ontem à tarde, após uma série de depoimentos prestados pelo amigo de Ruan, um adolescente de 13 anos que brincava com ele na hora do episódio. Ele foi acompanhado por delegados, psicólogos e assistentes sociais do Departamento de Atendimento a Grupos Vulneráveis (DAGV).
A delegada-geral da Polícia Civil, Katarina Feitosa falou, disse ontem à TV Atalaia que a versão inicial contada pelo garoto, segundo a qual eles teriam sido perseguidos e capturados por dois homens armados com facões, não se confirmou. O menino relatou que ambos estavam brincando na região do mangue e tentavam pegar uma pipa que estava numa árvore. Durante a busca, o menino teria balançado o galho onde Ruan estava, com o intuito de dar-lhe um susto, mas a vítima acabou caindo e batendo a cabeça nas pedras do mangue, provocando a lesão que causou sua morte. O menor teria então se assustado e inventado a versão inicial para não ser castigado pelos pais. 
Ainda segundo a delegada, o colega de Ruan tem uma série de dificuldades, sofria bulliyng na rua por não saber ler e escrever e tem déficit de entendimento. Katarina informou que o corpo não foi encontrado no Bugio, mas no mesmo local onde as crianças brincavam a procura de pipa, no bairro Soledade. Os outros detalhes do caso serão esclarecidos em uma coletiva de a imprensa marcada para a próxima segunda-feira, a partir das 8h, na sede da Secretaria da Segurança Pública (SSP).

A Polícia Civil confirmou ontem que a morte do menino Ruan Henrique dos Santos, de oito anos, não foi causada por assassinato, mas sim por um acidente ocorrido durante uma brincadeira. A criança foi encontrada com uma profunda lesão na cabeça, em 10 de outubro, após ficar cerca de 14 horas desaparecido no mangue do bairro Soledade (zona norte). O caso foi esclarecido ontem à tarde, após uma série de depoimentos prestados pelo amigo de Ruan, um adolescente de 13 anos que brincava com ele na hora do episódio. Ele foi acompanhado por delegados, psicólogos e assistentes sociais do Departamento de Atendimento a Grupos Vulneráveis (DAGV).
A delegada-geral da Polícia Civil, Katarina Feitosa falou, disse ontem à TV Atalaia que a versão inicial contada pelo garoto, segundo a qual eles teriam sido perseguidos e capturados por dois homens armados com facões, não se confirmou. O menino relatou que ambos estavam brincando na região do mangue e tentavam pegar uma pipa que estava numa árvore. Durante a busca, o menino teria balançado o galho onde Ruan estava, com o intuito de dar-lhe um susto, mas a vítima acabou caindo e batendo a cabeça nas pedras do mangue, provocando a lesão que causou sua morte. O menor teria então se assustado e inventado a versão inicial para não ser castigado pelos pais. 
Ainda segundo a delegada, o colega de Ruan tem uma série de dificuldades, sofria bulliyng na rua por não saber ler e escrever e tem déficit de entendimento. Katarina informou que o corpo não foi encontrado no Bugio, mas no mesmo local onde as crianças brincavam a procura de pipa, no bairro Soledade. Os outros detalhes do caso serão esclarecidos em uma coletiva de a imprensa marcada para a próxima segunda-feira, a partir das 8h, na sede da Secretaria da Segurança Pública (SSP).