TSE nas cordas

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Publicada em 23/10/2018 às 07:23:00

 

As urnas eletrônicas são perfeita-
mente confiáveis, estão a salvo 
de qualquer suspeita razoável. Segundo a presidência do Tribunal Superior Eleitoral, a boataria que sucedeu o primeiro turno das eleições presidenciais, no início de outubro, quando diversos vídeos apontando a ocorrência de fraude foram divulgados na internet, não possui nenhuma conexão com a realidade.
As sombras de suspeição que ainda pairam sobre a urna eletrônica atendem por nome próprio. O candidato Jair Bolsonaro se encarregou pessoalmente de insuflar a desconfiança. Aparentemente, apesar de ser apontado como franco favorito em todas as pesquisas de intenção de voto, o presidenciável não se importa de ver o circo pegar fogo.
Infelizmente, o investimento na instabilidade da corrida presidencial joga a justiça eleitoral nas cordas, acuada. Ontem, por exemplo, o TSE foi obrigado a divulgar uma carta aberta aos eleitores garantindo a lisura do pleito, desde o voto até a apuração. Constrangido a dar fé de um fato público e notório, o TSE lembra que a Justiça Eleitoral realiza testes e auditorias periódicas "que comprovam e asseguram a transparência e absoluta confiabilidade do voto eletrônico".
Embora o candidato Jair Bolsonaro tenha sim o direito de cultivar as suas dúvidas sobre a confiabilidade das urnas eletrônicas, espera-se responsabilidade de um candidato à presidência da República. Idiossincrasias à parte, a verdade é uma só: o voto eletrônico já foi devidamente colocado à prova. No fim das contas, esta é uma questão de matemática básica. A urna eletrônica foi adotada no Brasil há 22 anos. Deputado há 27 anos, Jair Bolsonaro deveria ser o primeiro a defender a legitimidade do processo eleitoral.

As urnas eletrônicas são perfeita- mente confiáveis, estão a salvo  de qualquer suspeita razoável. Segundo a presidência do Tribunal Superior Eleitoral, a boataria que sucedeu o primeiro turno das eleições presidenciais, no início de outubro, quando diversos vídeos apontando a ocorrência de fraude foram divulgados na internet, não possui nenhuma conexão com a realidade.
As sombras de suspeição que ainda pairam sobre a urna eletrônica atendem por nome próprio. O candidato Jair Bolsonaro se encarregou pessoalmente de insuflar a desconfiança. Aparentemente, apesar de ser apontado como franco favorito em todas as pesquisas de intenção de voto, o presidenciável não se importa de ver o circo pegar fogo.
Infelizmente, o investimento na instabilidade da corrida presidencial joga a justiça eleitoral nas cordas, acuada. Ontem, por exemplo, o TSE foi obrigado a divulgar uma carta aberta aos eleitores garantindo a lisura do pleito, desde o voto até a apuração. Constrangido a dar fé de um fato público e notório, o TSE lembra que a Justiça Eleitoral realiza testes e auditorias periódicas "que comprovam e asseguram a transparência e absoluta confiabilidade do voto eletrônico".
Embora o candidato Jair Bolsonaro tenha sim o direito de cultivar as suas dúvidas sobre a confiabilidade das urnas eletrônicas, espera-se responsabilidade de um candidato à presidência da República. Idiossincrasias à parte, a verdade é uma só: o voto eletrônico já foi devidamente colocado à prova. No fim das contas, esta é uma questão de matemática básica. A urna eletrônica foi adotada no Brasil há 22 anos. Deputado há 27 anos, Jair Bolsonaro deveria ser o primeiro a defender a legitimidade do processo eleitoral.