Justiça concede liminar e eleição do Vasco é anulada

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Publicada em 24/10/2018 às 11:16:00

 

Uma liminar concedida nesta segunda-feira (22) pelo juiz auxiliar André Pinto, da 52ª Vara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, voltou a anular o resultado da última eleição presidencial do Vasco, que ocorreu em novembro de 2017. Com isso, Alexandre Campello retoma a condição de presidente interino do clube e um novo pleito está marcado para o dia 8 de dezembro de 2018.
Cabe salientar, porém, que com a decisão, os três recursos contra a anulação que estavam paralisados na 17ª Câmara Cível serão agora analisados pela relatora Márcia Ferreira Alvarenga. Entraram com tais questionamentos o próprio Vasco, além dos conselheiros João Carlos Nóbrega e José Manuel Blanco Pereira.
Esta determinação não só anula novamente a eleição e marca uma nova como também mantém outros decretos da juíza Glória Heloíza Lima da Silva, da 28ª Vara Cível, tais quais o impedimento de votar e serem votados todos os integrantes da "Chapa Azul" (que apoiou Eurico Miranda) e seus subscritores, assim como os membros da Junta Eleitoral.
No despacho, o magistrado criticou duramente o pleito, dizendo que "nota-se que a irregularidade não se restringiu a urna 7, mas se perpetuou de forma indefinida, maculando todo o processo eleitoral". Disse também que "o Poder Judiciário tem a missão de inibir toda e qualquer forma de abuso e ilegalidade que comprometa a legalidade, a moralidade e a impessoalidade no processo eleitoral".
O juiz auxiliar André Pinto se debruçou sobre o caso após a juíza titular da 52ª Vara Cível, Maria Cecília Pinto Gonçalves, se declarar suspeita na semana passada. Ela havia sido a responsável por anular a urna 7 na eleição alegando fraudes.

Uma liminar concedida nesta segunda-feira (22) pelo juiz auxiliar André Pinto, da 52ª Vara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, voltou a anular o resultado da última eleição presidencial do Vasco, que ocorreu em novembro de 2017. Com isso, Alexandre Campello retoma a condição de presidente interino do clube e um novo pleito está marcado para o dia 8 de dezembro de 2018.
Cabe salientar, porém, que com a decisão, os três recursos contra a anulação que estavam paralisados na 17ª Câmara Cível serão agora analisados pela relatora Márcia Ferreira Alvarenga. Entraram com tais questionamentos o próprio Vasco, além dos conselheiros João Carlos Nóbrega e José Manuel Blanco Pereira.
Esta determinação não só anula novamente a eleição e marca uma nova como também mantém outros decretos da juíza Glória Heloíza Lima da Silva, da 28ª Vara Cível, tais quais o impedimento de votar e serem votados todos os integrantes da "Chapa Azul" (que apoiou Eurico Miranda) e seus subscritores, assim como os membros da Junta Eleitoral.
No despacho, o magistrado criticou duramente o pleito, dizendo que "nota-se que a irregularidade não se restringiu a urna 7, mas se perpetuou de forma indefinida, maculando todo o processo eleitoral". Disse também que "o Poder Judiciário tem a missão de inibir toda e qualquer forma de abuso e ilegalidade que comprometa a legalidade, a moralidade e a impessoalidade no processo eleitoral".
O juiz auxiliar André Pinto se debruçou sobre o caso após a juíza titular da 52ª Vara Cível, Maria Cecília Pinto Gonçalves, se declarar suspeita na semana passada. Ela havia sido a responsável por anular a urna 7 na eleição alegando fraudes.