Sergipe cria quase 4 mil empregos formais em setembro

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Publicada em 24/10/2018 às 12:10:00

 

No mês de setembro 
o mercado de tra-
balho sergipano registrou um total de 9.613 admissões contra 5.650 desligamentos, resultando num saldo de 3.963 empregos. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta segunda-feira, 22, pelo Ministério do Trabalho.
Segundo o superintendente do Observatório de Sergipe, vinculado a Secretaria de Planejamento, Orçamento e Gestão (Seplag), Ciro Brasil, a indústria de transformação criou 1.505 vagas. "Foi quem apresentou melhor desempenho, tendo a indústria de produtos alimentícios, bebidas e álcool etílico como destaque (+1.652 vagas). Em seguida vem a agropecuária (+1.460), serviços (+432), construção civil (+333), comércio (+214), serviços industriais de utilidade pública (+47) e administração pública (+8). A indústria extrativa mineral foi o único setor a registrar perda de emprego (-36 vagas)", revela.
"Sergipe apresentou o melhor resultado para o mês de setembro, desde 2014, quando gerou 4.633 empregos com carteira assinada. A análise dos últimos 12 meses mostra um resultado favorável de 4.411 empregos celetistas criados. Já no acumulado do ano, foram eliminados 149 postos de trabalho", explica Ciro.
Ainda de acordo com o superintendente, de janeiro a setembro deste ano, dos oito setores da economia pesquisados, cinco tiveram perdas no número de postos de trabalho. O comércio perdeu 1.159 empregos, tendo o comércio varejista como responsável por eliminar 1.110. A indústria de transformação extinguiu 957 vagas, sendo 1.360 a menos na indústria química de produtos farmacêuticos, veterinários, perfumaria. Em seguida aparece a agropecuária (-474), indústria extrativa mineral (-199) e administração pública (-128). Em contrapartida, os que mais se destacaram na abertura de vagas foram construção civil e serviços industriais de utilidade pública, com 955 e 287 empregos com carteira assinada, respectivamente.
Ciro ressalta ainda que o Brasil registrou a criação de 137.336 novos postos de trabalho com carteira assinada em setembro. "Das 27 unidades da federação, apenas o Mato Grosso do Sul apresentou desempenho negativo", disse, destacando que no cenário regional, Sergipe (1,42%) ocupou a terceira maior variação na geração de emprego ficando abaixo somente de Alagoas (4,57%) e Pernambuco (1,75%).

No mês de setembro  o mercado de tra- balho sergipano registrou um total de 9.613 admissões contra 5.650 desligamentos, resultando num saldo de 3.963 empregos. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta segunda-feira, 22, pelo Ministério do Trabalho.
Segundo o superintendente do Observatório de Sergipe, vinculado a Secretaria de Planejamento, Orçamento e Gestão (Seplag), Ciro Brasil, a indústria de transformação criou 1.505 vagas. "Foi quem apresentou melhor desempenho, tendo a indústria de produtos alimentícios, bebidas e álcool etílico como destaque (+1.652 vagas). Em seguida vem a agropecuária (+1.460), serviços (+432), construção civil (+333), comércio (+214), serviços industriais de utilidade pública (+47) e administração pública (+8). A indústria extrativa mineral foi o único setor a registrar perda de emprego (-36 vagas)", revela.
"Sergipe apresentou o melhor resultado para o mês de setembro, desde 2014, quando gerou 4.633 empregos com carteira assinada. A análise dos últimos 12 meses mostra um resultado favorável de 4.411 empregos celetistas criados. Já no acumulado do ano, foram eliminados 149 postos de trabalho", explica Ciro.Ainda de acordo com o superintendente, de janeiro a setembro deste ano, dos oito setores da economia pesquisados, cinco tiveram perdas no número de postos de trabalho. O comércio perdeu 1.159 empregos, tendo o comércio varejista como responsável por eliminar 1.110. A indústria de transformação extinguiu 957 vagas, sendo 1.360 a menos na indústria química de produtos farmacêuticos, veterinários, perfumaria. Em seguida aparece a agropecuária (-474), indústria extrativa mineral (-199) e administração pública (-128). Em contrapartida, os que mais se destacaram na abertura de vagas foram construção civil e serviços industriais de utilidade pública, com 955 e 287 empregos com carteira assinada, respectivamente.
Ciro ressalta ainda que o Brasil registrou a criação de 137.336 novos postos de trabalho com carteira assinada em setembro. "Das 27 unidades da federação, apenas o Mato Grosso do Sul apresentou desempenho negativo", disse, destacando que no cenário regional, Sergipe (1,42%) ocupou a terceira maior variação na geração de emprego ficando abaixo somente de Alagoas (4,57%) e Pernambuco (1,75%).