Mercado de trabalho

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Publicada em 25/10/2018 às 06:12:00

 

Mais do que um desafio imposto 
aos gestores públicos, a gera-
ção de empregos, com carteira assinada e tudo, é hoje a maior urgência da classe trabalhadora. O mercado formal de trabalho jamais esteve tão escasso de oportunidades. O contexto de 13 milhões de desempregados, um número sempre sublinhado por este diário, em forma de advertência, dá extensão mensurável ao drama econômico brasileiro. Para quatro mil sergipanos, no entanto, o pior já passou. Não deixa de ser um alento.
No mês de setembro o mercado de trabalho sergipano registrou um total de 9.613 admissões contra 5.650 desligamentos, resultando num saldo de 3.963 empregos. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta segunda-feira, 22, pelo Ministério do Trabalho.
O refresco chega em boa hora. É forçoso lembrar que o mercado formal de trabalho local ainda carece de cerca de 200 mil vagas. De acordo com os dados fornecidos pelo IBGE, Sergipe ficou entre os cinco estados com maior percentual de população em situação de desemprego no primeiro trimestre de 2018.
Em um País incapaz de oferecer uma oportunidade de trabalho a 13 milhões de cidadãos, nada mais natural do que o desencanto. Talvez por isso, o desencanto com a política, manifesto no grande número de abstenções auferido pelas pesquisas de intenção de voto, percebido também na ascensão das candidaturas 'outsiders'. Obrigado a ficar de braços cruzados, com a barriga vazia e a cara pra cima, o povo flerta abertamente com o perigo, sem esperança de transformação nas urnas.

Mais do que um desafio imposto  aos gestores públicos, a gera- ção de empregos, com carteira assinada e tudo, é hoje a maior urgência da classe trabalhadora. O mercado formal de trabalho jamais esteve tão escasso de oportunidades. O contexto de 13 milhões de desempregados, um número sempre sublinhado por este diário, em forma de advertência, dá extensão mensurável ao drama econômico brasileiro. Para quatro mil sergipanos, no entanto, o pior já passou. Não deixa de ser um alento.
No mês de setembro o mercado de trabalho sergipano registrou um total de 9.613 admissões contra 5.650 desligamentos, resultando num saldo de 3.963 empregos. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta segunda-feira, 22, pelo Ministério do Trabalho.
O refresco chega em boa hora. É forçoso lembrar que o mercado formal de trabalho local ainda carece de cerca de 200 mil vagas. De acordo com os dados fornecidos pelo IBGE, Sergipe ficou entre os cinco estados com maior percentual de população em situação de desemprego no primeiro trimestre de 2018.
Em um País incapaz de oferecer uma oportunidade de trabalho a 13 milhões de cidadãos, nada mais natural do que o desencanto. Talvez por isso, o desencanto com a política, manifesto no grande número de abstenções auferido pelas pesquisas de intenção de voto, percebido também na ascensão das candidaturas 'outsiders'. Obrigado a ficar de braços cruzados, com a barriga vazia e a cara pra cima, o povo flerta abertamente com o perigo, sem esperança de transformação nas urnas.