Resultado fiscal do segundo quadrimestre de 2018 é apresentado na Câmara

Compartilhar:
Imprimir Aumentar Texto Diminuir Texto

Publicada em 25/10/2018 às 06:28:00

 

O secretário municipal da Fazenda, Jeferson Passos, esteve nesta quarta-feira, na Câmara de Vereadores de Aracaju, para apresentar o relatório de gestão do município referente ao segundo quadrimestre de 2018, que compreende os dados acumulados no período de janeiro a agosto deste ano. A audiência pública, que tem o objetivo de demonstrar a condução da política econômica adotada pela atual administração, foi realizada em plenário, com os integrantes da Comissão de Finanças e Tomada de Contas do órgão, além de representantes de outros parlamentares.
Como ponto inicial da apresentação, foi apontada a situação das receitas do município, que teve um crescimento da ordem de 6.2%. A maior contribuição para este resultado, segundo explicou o secretário da Fazenda, decorre de uma receita que é vinculada a uma despesa, a contribuição previdenciária. "Este quadro é consequência de uma modificação legislativa implementada em janeiro de 2018, aprovada pela Câmara no ano passado, que nada mais é que uma contribuição extraordinária", informou.
Sendo assim, como mostra o relatório, houve um acréscimo nessa receita de contribuição para o instituto de previdência da ordem de 31%, que corresponde a quase R$ 69 milhões. "Ela se configura como uma receita, porém, é utilizada para financiar uma despesa que já existe, o pagamento de aposentadorias e pensões. Sem dúvida, um aspecto bastante relevante deste quadrimestre", avaliou.
Jeferson Passos também destacou o crescimento das receitas de capital, que são as relativas aos convênios, empréstimos e operações de créditos para a realização de investimentos. "Estas tiveram um aumento substancial de 226%. Já em relação às demais receitas tributárias, no que diz respeito às correntes, o crescimento real foi de 5.4%, ficando 1.2% acima da inflação", detalhou.
Por outro lado, de acordo com as informações levadas pelo secretário da Fazenda, as despesas da máquina pública tiveram um acréscimo substancial, nos critérios 'pessoal e encargos sociais', com um acréscimo da ordem de 15.8%. "Isso é consequência, justamente, desse processo do pagamento de aposentadorias e pensões e da cobertura do déficit da previdência, além da regularização dos passivos existentes e que foram herdados da gestão anterior, e a garantia dos direitos dos servidores que estão sendo pagos, não só os atrasados, como também os benefícios vigentes", justificou.

O secretário municipal da Fazenda, Jeferson Passos, esteve nesta quarta-feira, na Câmara de Vereadores de Aracaju, para apresentar o relatório de gestão do município referente ao segundo quadrimestre de 2018, que compreende os dados acumulados no período de janeiro a agosto deste ano. A audiência pública, que tem o objetivo de demonstrar a condução da política econômica adotada pela atual administração, foi realizada em plenário, com os integrantes da Comissão de Finanças e Tomada de Contas do órgão, além de representantes de outros parlamentares.
Como ponto inicial da apresentação, foi apontada a situação das receitas do município, que teve um crescimento da ordem de 6.2%. A maior contribuição para este resultado, segundo explicou o secretário da Fazenda, decorre de uma receita que é vinculada a uma despesa, a contribuição previdenciária. "Este quadro é consequência de uma modificação legislativa implementada em janeiro de 2018, aprovada pela Câmara no ano passado, que nada mais é que uma contribuição extraordinária", informou.
Sendo assim, como mostra o relatório, houve um acréscimo nessa receita de contribuição para o instituto de previdência da ordem de 31%, que corresponde a quase R$ 69 milhões. "Ela se configura como uma receita, porém, é utilizada para financiar uma despesa que já existe, o pagamento de aposentadorias e pensões. Sem dúvida, um aspecto bastante relevante deste quadrimestre", avaliou.
Jeferson Passos também destacou o crescimento das receitas de capital, que são as relativas aos convênios, empréstimos e operações de créditos para a realização de investimentos. "Estas tiveram um aumento substancial de 226%. Já em relação às demais receitas tributárias, no que diz respeito às correntes, o crescimento real foi de 5.4%, ficando 1.2% acima da inflação", detalhou.
Por outro lado, de acordo com as informações levadas pelo secretário da Fazenda, as despesas da máquina pública tiveram um acréscimo substancial, nos critérios 'pessoal e encargos sociais', com um acréscimo da ordem de 15.8%. "Isso é consequência, justamente, desse processo do pagamento de aposentadorias e pensões e da cobertura do déficit da previdência, além da regularização dos passivos existentes e que foram herdados da gestão anterior, e a garantia dos direitos dos servidores que estão sendo pagos, não só os atrasados, como também os benefícios vigentes", justificou.