UFS mantém 6ª posição entre as universidades do Nordeste e 38ª do Brasil

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Publicada em 25/10/2018 às 06:37:00

 

A Universidade Federal de Sergipe manteve as posições da edição de 2017 no Ranking Universitário Folha (RUF) deste ano, publicado no início de outubro. Dentre as instituições do Nordeste a UFS manteve-se em 6º lugar e, no âmbito nacional, em 38º. O ranking avaliou 196 instituições públicas e privadas de ensino superior de todo o país.
Em sua sétima edição, o RUF passou por alterações em seus critérios avaliativos. Neste ano, os estudos acadêmicos publicados pelas instituições, em união com o setor produtivo, passaram a compor o indicador de "inovação". Além disso, o Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) possui agora quatro pontos na fórmula do ranking.
Para o pró-reitor de Graduação, Dilton Maynard, o resultado obtido no ranking é positivo. "Este ano, houve uma alteração na metodologia do RUF. Essa mudança trouxe consequências. Algumas instituições caíram de posição, como foi o caso da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que perdeu a primeira colocação para a Universidade de São Paulo (USP), mas historicamente elas se revezam. Nesse cenário, a UFS, mesmo sem alteração, não teve sua posição diminuída", conta o professor.
Lucindo Quintans, pró-reitor de Pós-Graduação e Pesquisa, salienta que o resultado obtido pela UFS constata-se também pelo caráter empreendedor da instituição. Para ele, a universidade consegue fazer muito com pouco recurso.
"Se você olha para o cenário atual de cortes reais para a ciência e tecnologia, que estão acontecendo nos últimos três anos, a posição da UFS em 38° é muito importante, porque ela ficou na frente de várias instituições que tiveram muito mais aporte de recursos, como a Universidade Federal de Alagoas (Ufal), a Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) e a Universidade Federal do Maranhão (UFMA). Isso mostra que a UFS consegue fazer muito com pouco recurso por possuir um caráter empreendedor", explica.

A Universidade Federal de Sergipe manteve as posições da edição de 2017 no Ranking Universitário Folha (RUF) deste ano, publicado no início de outubro. Dentre as instituições do Nordeste a UFS manteve-se em 6º lugar e, no âmbito nacional, em 38º. O ranking avaliou 196 instituições públicas e privadas de ensino superior de todo o país.
Em sua sétima edição, o RUF passou por alterações em seus critérios avaliativos. Neste ano, os estudos acadêmicos publicados pelas instituições, em união com o setor produtivo, passaram a compor o indicador de "inovação". Além disso, o Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) possui agora quatro pontos na fórmula do ranking.
Para o pró-reitor de Graduação, Dilton Maynard, o resultado obtido no ranking é positivo. "Este ano, houve uma alteração na metodologia do RUF. Essa mudança trouxe consequências. Algumas instituições caíram de posição, como foi o caso da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que perdeu a primeira colocação para a Universidade de São Paulo (USP), mas historicamente elas se revezam. Nesse cenário, a UFS, mesmo sem alteração, não teve sua posição diminuída", conta o professor.
Lucindo Quintans, pró-reitor de Pós-Graduação e Pesquisa, salienta que o resultado obtido pela UFS constata-se também pelo caráter empreendedor da instituição. Para ele, a universidade consegue fazer muito com pouco recurso.
"Se você olha para o cenário atual de cortes reais para a ciência e tecnologia, que estão acontecendo nos últimos três anos, a posição da UFS em 38° é muito importante, porque ela ficou na frente de várias instituições que tiveram muito mais aporte de recursos, como a Universidade Federal de Alagoas (Ufal), a Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) e a Universidade Federal do Maranhão (UFMA). Isso mostra que a UFS consegue fazer muito com pouco recurso por possuir um caráter empreendedor", explica.