Campanha de Haddad pede ao TSE que seja entrevistado pela Globo

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Publicada em 25/10/2018 às 06:41:00

 

A campanha do candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, entrou nesta quarta-feira com um pedido no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para garantir que o petista seja entrevistado pela TV Globo no horário previsto para que a emissora realizasse o debate com o adversário dele no segundo turno, o líder das pesquisas de intenção de voto, Jair Bolsonaro (PSL).
Bolsonaro já anunciou publicamente que não vai comparecer ao debate da Globo, que estava marcado para sexta-feira.
A campanha do petista alega que a posição da Globo de cancelar o debate após o não comparecimento de Bolsonaro "não coaduna com o interesse público e, principalmente, com a lisura e rigidez do processo eleitoral verdadeiramente democrático".
"Com esse cancelamento, excelências, será a primeira vez desde a redemocratização que não haverá debates presidenciais no segundo turno. Ou seja, após o fim da censura que era imposta pelo regime militar, será esta a única oportunidade em que o eleitorado não poderá ver e ouvir os candidatos pondo em contraposição os seus projetos de país, dificultando-se a promoção de uma análise comparativa dos debates sincera", diz a coligação de Haddad.
"Em outras palavras, apesar de haver a liberalidade de um player não participar do debate, isto não pode significar a ausência de sua realização, sob pena de deixar o espaço político, próprio deste evento tradicional, vazio e, por conseguinte, prejudicado o processo de escolha do próximo Presidente da República", reforça.
A defesa de Haddad pede a concessão de uma liminar para garantir o direito do petista de ser entrevistado no horário previsto pela emissora para o debate.
Sem coragem - Às vésperas do segundo turno, o candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, iniciou ontem o dia com críticas mais contundentes contra o adversário Jair Bolsonaro (PSL). O petista chamou Bolsonaro de "covarde" e "motivo de piada no exterior". Ele voltou a cobrar a participação do adversário em debates e disse que Haddad não tem coragem de enfrentá-lo.

A campanha do candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, entrou nesta quarta-feira com um pedido no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para garantir que o petista seja entrevistado pela TV Globo no horário previsto para que a emissora realizasse o debate com o adversário dele no segundo turno, o líder das pesquisas de intenção de voto, Jair Bolsonaro (PSL).
Bolsonaro já anunciou publicamente que não vai comparecer ao debate da Globo, que estava marcado para sexta-feira.
A campanha do petista alega que a posição da Globo de cancelar o debate após o não comparecimento de Bolsonaro "não coaduna com o interesse público e, principalmente, com a lisura e rigidez do processo eleitoral verdadeiramente democrático".
"Com esse cancelamento, excelências, será a primeira vez desde a redemocratização que não haverá debates presidenciais no segundo turno. Ou seja, após o fim da censura que era imposta pelo regime militar, será esta a única oportunidade em que o eleitorado não poderá ver e ouvir os candidatos pondo em contraposição os seus projetos de país, dificultando-se a promoção de uma análise comparativa dos debates sincera", diz a coligação de Haddad.
"Em outras palavras, apesar de haver a liberalidade de um player não participar do debate, isto não pode significar a ausência de sua realização, sob pena de deixar o espaço político, próprio deste evento tradicional, vazio e, por conseguinte, prejudicado o processo de escolha do próximo Presidente da República", reforça.
A defesa de Haddad pede a concessão de uma liminar para garantir o direito do petista de ser entrevistado no horário previsto pela emissora para o debate.

Sem coragem - Às vésperas do segundo turno, o candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, iniciou ontem o dia com críticas mais contundentes contra o adversário Jair Bolsonaro (PSL). O petista chamou Bolsonaro de "covarde" e "motivo de piada no exterior". Ele voltou a cobrar a participação do adversário em debates e disse que Haddad não tem coragem de enfrentá-lo.