Bolsonaro diz que políticas afirmativas reforçam "coitadismo" no país

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Bolsonaro diz que \"coitadismo\" exitente no país tem de acabar
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Publicada em 25/10/2018 às 06:44:00

 

Agência Brasil 
O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, reiterou que as políticas afirmativas da forma como são aplicadas no país reforçam o preconceito. Para ele, é necessário "acabar com o coitadismo" que, na sua avaliação, predomina entre homossexuais, negros, mulheres e nordestinos. Bolsonaro também defendeu a definição de "cota social" a partir da renda das pessoas, não por outros critérios.
"Tudo é coitadismo. Não pode ter política para isso. Coitado do negro, do gay, das mulheres, do nordestino, do piauiense, tudo é coitadismo no Brasil, isso não pode continuar acontecendo", disse. "Vocês [do Piauí] são tão iguais quanto nós do Sul, Sudeste e Centro-Oeste."
A afirmação ocorreu durante entrevista à emissora Cidade Verde, retransmissora do SBT no Piauí, cuja íntegra foi divulgada nas redes sociais do candidato do PSL à Presidência da República. "Quero agradecer ao Nordeste. Das nove capitais, ganhamos em cinco no primeiro turno."
Bolsonaro afirmou que é importante transformar a políticas de cotas, estabelecida hoje no país, em "cota social", com base na renda. Sem detalhar a proposta, ele disse que da forma como ocorre atualmente há incentivo à divisão da sociedade. "A política de cotas no Brasil está completamente equivocada", disse. "Isso tudo é maneira de dividir. Somos todos iguais perante à lei. Somos um povo debaixo de uma só bandeira, verde e amarela."
Segundo o candidato, as diferenças por orientação sexual ou etnia não devem prevalecer na definição das políticas de cotas. "Quem se dedicar pelo mérito, logicamente terá vida mais tranquila do que aquele que não se dedicou no seu tempo de jovem."
Bolsonaro afirmou que não fará distinção entre governadores que o apoiaram na campanha eleitoral e os que pertencem à oposição. Ele citou nominalmente os governadores eleitos, no primeiro turno, do Piauí, Wellington Dias (PT), e do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB). Segundo ele, sua gestão vai adotar uma política com os estados diferente da executada pelos últimos governos federais.

O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, reiterou que as políticas afirmativas da forma como são aplicadas no país reforçam o preconceito. Para ele, é necessário "acabar com o coitadismo" que, na sua avaliação, predomina entre homossexuais, negros, mulheres e nordestinos. Bolsonaro também defendeu a definição de "cota social" a partir da renda das pessoas, não por outros critérios.
"Tudo é coitadismo. Não pode ter política para isso. Coitado do negro, do gay, das mulheres, do nordestino, do piauiense, tudo é coitadismo no Brasil, isso não pode continuar acontecendo", disse. "Vocês [do Piauí] são tão iguais quanto nós do Sul, Sudeste e Centro-Oeste."
A afirmação ocorreu durante entrevista à emissora Cidade Verde, retransmissora do SBT no Piauí, cuja íntegra foi divulgada nas redes sociais do candidato do PSL à Presidência da República. "Quero agradecer ao Nordeste. Das nove capitais, ganhamos em cinco no primeiro turno."
Bolsonaro afirmou que é importante transformar a políticas de cotas, estabelecida hoje no país, em "cota social", com base na renda. Sem detalhar a proposta, ele disse que da forma como ocorre atualmente há incentivo à divisão da sociedade. "A política de cotas no Brasil está completamente equivocada", disse. "Isso tudo é maneira de dividir. Somos todos iguais perante à lei. Somos um povo debaixo de uma só bandeira, verde e amarela."
Segundo o candidato, as diferenças por orientação sexual ou etnia não devem prevalecer na definição das políticas de cotas. "Quem se dedicar pelo mérito, logicamente terá vida mais tranquila do que aquele que não se dedicou no seu tempo de jovem."
Bolsonaro afirmou que não fará distinção entre governadores que o apoiaram na campanha eleitoral e os que pertencem à oposição. Ele citou nominalmente os governadores eleitos, no primeiro turno, do Piauí, Wellington Dias (PT), e do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB). Segundo ele, sua gestão vai adotar uma política com os estados diferente da executada pelos últimos governos federais.