Laís Souza trabalha a mente para superar desafios

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Mulher, cadeirante e casada com outra mulher, Laís Souza diz que o preconceito das pessoas lhe tira do sério
Mulher, cadeirante e casada com outra mulher, Laís Souza diz que o preconceito das pessoas lhe tira do sério

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Publicada em 26/10/2018 às 06:15:00

 

Trabalhar a mente é fundamental para se manter viva e acreditando em dias melhores, em uma recuperação. A afirmação é da ex-atleta Laís Souza. Em 2014, ela se chocou com uma árvore na descida de uma montanha em Salt Lake City (EUA), perdeu os movimentos, a sensibilidade e o controle dos órgãos abaixo do pescoço. Nesta quinta-feira 25, Laís esteve em Aracaju para fazer uma palestra motivacional na abertura da 10ª Semana de Fisioterapia da Faculdade Estácio de Sergipe.
Sempre com um alto astral, Laís Souza tenta levar a vida com leveza e alegria: "Adoro fazer palestras por causa da troca de informações com o público. Eu aprendo mais do que ensino e essa sinergia eleva a minha alto-estima", conta. A ex-atleta revela que o acidente a fez enxergar as coisas de maneira diferente e entender este novo momento da sua vida. "Hoje eu penso muito mais no meu futuro, na família e como vou me manter até o fim da vida", frisa. 
Cirurgias em excesso - Para uma plateia formada por professores e estudantes do Curso de Fisioterapia da Faculdade Estácio de Sergipe, Laís Souza confessou que o esporte de alto rendimento não é nada saudável. Segundo ela, durante a carreira de atleta se submeteu a 17 cirurgias: "Meu corpo sofreu muito com tudo isso. Somente no joelho foram 12 intervenções". Mesmo assim, Laís disse não se arrepender de nada que fez, pois adorava competir.
O preconceito das pessoas tira a ex-atleta do sério. "Para mim é uma carga muito grande, pois sou mulher, cadeirante e casada com outra mulher. Muita gente não aceita, mas graças a Deus eu entendi o que é o amor, o respeito e vou tocando a vida", afirma. Quando à tragédia que lhe tirou os movimentos ela diz que tem conseguido superar, principalmente graças às histórias que ouve pelo Brasil afora: "Isso me traz muita motivação para continuar estudando e, na medida do possível, ajudando as outras pessoas", concluiu.

Trabalhar a mente é fundamental para se manter viva e acreditando em dias melhores, em uma recuperação. A afirmação é da ex-atleta Laís Souza. Em 2014, ela se chocou com uma árvore na descida de uma montanha em Salt Lake City (EUA), perdeu os movimentos, a sensibilidade e o controle dos órgãos abaixo do pescoço. Nesta quinta-feira 25, Laís esteve em Aracaju para fazer uma palestra motivacional na abertura da 10ª Semana de Fisioterapia da Faculdade Estácio de Sergipe.
Sempre com um alto astral, Laís Souza tenta levar a vida com leveza e alegria: "Adoro fazer palestras por causa da troca de informações com o público. Eu aprendo mais do que ensino e essa sinergia eleva a minha alto-estima", conta. A ex-atleta revela que o acidente a fez enxergar as coisas de maneira diferente e entender este novo momento da sua vida. "Hoje eu penso muito mais no meu futuro, na família e como vou me manter até o fim da vida", frisa. 

Cirurgias em excesso - Para uma plateia formada por professores e estudantes do Curso de Fisioterapia da Faculdade Estácio de Sergipe, Laís Souza confessou que o esporte de alto rendimento não é nada saudável. Segundo ela, durante a carreira de atleta se submeteu a 17 cirurgias: "Meu corpo sofreu muito com tudo isso. Somente no joelho foram 12 intervenções". Mesmo assim, Laís disse não se arrepender de nada que fez, pois adorava competir.
O preconceito das pessoas tira a ex-atleta do sério. "Para mim é uma carga muito grande, pois sou mulher, cadeirante e casada com outra mulher. Muita gente não aceita, mas graças a Deus eu entendi o que é o amor, o respeito e vou tocando a vida", afirma. Quando à tragédia que lhe tirou os movimentos ela diz que tem conseguido superar, principalmente graças às histórias que ouve pelo Brasil afora: "Isso me traz muita motivação para continuar estudando e, na medida do possível, ajudando as outras pessoas", concluiu.