'A tela na sala de aula' beneficia mais de 136 mil crianças no FICI

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Publicada em 27/10/2018 às 07:44:00

 

As últimas sessões do projeto "A Tela na Sala de Aula" foram exibidas na tarde desta quinta-feira, 25. O projeto faz parte da programação da 16ª edição do Festival Internacional de Cinema Infantil (Fici), em Aracaju (SE), realizado no Cinemark Jardins, entre os dias 19 e 28 de outubro.
A sessão que os alunos da Escola Estadual Manuel Alves Cavalcante assistiram estava marcada para começar às 14h30. Mas, desde às 6h da manhã eles estavam a postos na porta da escola, localizada no povoado Saramem, em Brejo Grande, interior de Sergipe,  para começar a viagem rumo à Aracaju. Foram três horas e meia de viagem da zona rural à capital, com o objetivo de ir ao cinema. Com idade entre 11 e 15 anos, a grande maioria nunca tinha tido acesso à sétima arte, mas foram levados ao Fici pela diretora Edileuza Soares.
"Quando fiquei sabendo do Fici, logo busquei as vagas para os meus alunos participarem. Achei maravilhoso. Eu fiquei com uma grande expectativa tanto quanto eles. É gratificante ver o brilho nos olhos deles pela primeira vez em um cinema. Não tenho nem palavras para descrever esse momento", afirmou Edileuza, emocionada.
Durante os quatro dias de sessões do projeto, as salas do cinema ficaram lotadas, sob o clima de muita ansiedade, emoção e alegria para milhares de crianças de escolas da rede pública de ensino e instituições sociais assistiram gratuitamente a filmes, como "Os comedores de meia", "Brinquedos no Sótão", "Asterix e o domínio dos deuses", "Do meu tamanho" e "Canção do Oceano". Foram alunos de 150 escolas de 32 municípios sergipanos. 
Marcos Vinícius Oliveira, 10 anos, veio com os colegas da Escola Municipal José Marques de Araújo, localizada no município de Maruim (SE), especialmente para participar do Fici. Mesmo já conhecendo a capital sergipana e o shopping, ele nunca tinha tido a oportunidade de ir ao cinema. "Foi muito bom, gostei bastante do cinema e achei muito diferente de assistir filmes em casa. Aqui a tela é enorme e dá pra ver tudo. Aprendi também que não devemos deixar os amigos para trás e sempre ajudar. Quero vir mais vezes", afirmou.

As últimas sessões do projeto "A Tela na Sala de Aula" foram exibidas na tarde desta quinta-feira, 25. O projeto faz parte da programação da 16ª edição do Festival Internacional de Cinema Infantil (Fici), em Aracaju (SE), realizado no Cinemark Jardins, entre os dias 19 e 28 de outubro.
A sessão que os alunos da Escola Estadual Manuel Alves Cavalcante assistiram estava marcada para começar às 14h30. Mas, desde às 6h da manhã eles estavam a postos na porta da escola, localizada no povoado Saramem, em Brejo Grande, interior de Sergipe,  para começar a viagem rumo à Aracaju. Foram três horas e meia de viagem da zona rural à capital, com o objetivo de ir ao cinema. Com idade entre 11 e 15 anos, a grande maioria nunca tinha tido acesso à sétima arte, mas foram levados ao Fici pela diretora Edileuza Soares.
"Quando fiquei sabendo do Fici, logo busquei as vagas para os meus alunos participarem. Achei maravilhoso. Eu fiquei com uma grande expectativa tanto quanto eles. É gratificante ver o brilho nos olhos deles pela primeira vez em um cinema. Não tenho nem palavras para descrever esse momento", afirmou Edileuza, emocionada.
Durante os quatro dias de sessões do projeto, as salas do cinema ficaram lotadas, sob o clima de muita ansiedade, emoção e alegria para milhares de crianças de escolas da rede pública de ensino e instituições sociais assistiram gratuitamente a filmes, como "Os comedores de meia", "Brinquedos no Sótão", "Asterix e o domínio dos deuses", "Do meu tamanho" e "Canção do Oceano". Foram alunos de 150 escolas de 32 municípios sergipanos. 
Marcos Vinícius Oliveira, 10 anos, veio com os colegas da Escola Municipal José Marques de Araújo, localizada no município de Maruim (SE), especialmente para participar do Fici. Mesmo já conhecendo a capital sergipana e o shopping, ele nunca tinha tido a oportunidade de ir ao cinema. "Foi muito bom, gostei bastante do cinema e achei muito diferente de assistir filmes em casa. Aqui a tela é enorme e dá pra ver tudo. Aprendi também que não devemos deixar os amigos para trás e sempre ajudar. Quero vir mais vezes", afirmou.