Operários terceirizados da Petrobras fazem greve por salário e melhores condições de vida

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Publicada em 30/10/2018 às 10:59:00

 

Trabalhadores terceirizados da Petrobras estão em greve na sede da Rua Acre, em Aracaju, há duas semanas. A empresa responsável pelo contrato, a Conterp, propôs um reajuste salarial de 3%, que não repõe nem a inflação. Revoltados, os trabalhadores que prestam serviço de manutenção na sede da Rua Acre entraram em greve. No dia seguinte a empresa entrou no Tribunal Regional do Trabalho (TRT) com um pedido de dissídio e de declaração de abusividade da greve. O julgamento será nesta quarta-feira (31).
A Conterp é a empresa que está assumindo praticamente toda a operação na Petrobras, com contratos na Sede, no Tecarmo e em Carmópolis, seja nas sondas, nas estações e no campo. Os trabalhadores denunciam que essa empresa assumiu o contrato pagando 30% menos que a anterior. Hoje ela paga em média um salário líquido de R$ 1.200,00.
Os trabalhadores decidiram que não vão aceitar ter seus direitos retirados, nem permitir que a empresa tire de seus salários, para lucrar mais. Todos os dias eles estão concentrados em frente à sede da Rua Acre, a partir das 7h da manhã.

Trabalhadores terceirizados da Petrobras estão em greve na sede da Rua Acre, em Aracaju, há duas semanas. A empresa responsável pelo contrato, a Conterp, propôs um reajuste salarial de 3%, que não repõe nem a inflação. Revoltados, os trabalhadores que prestam serviço de manutenção na sede da Rua Acre entraram em greve. No dia seguinte a empresa entrou no Tribunal Regional do Trabalho (TRT) com um pedido de dissídio e de declaração de abusividade da greve. O julgamento será nesta quarta-feira (31).
A Conterp é a empresa que está assumindo praticamente toda a operação na Petrobras, com contratos na Sede, no Tecarmo e em Carmópolis, seja nas sondas, nas estações e no campo. Os trabalhadores denunciam que essa empresa assumiu o contrato pagando 30% menos que a anterior. Hoje ela paga em média um salário líquido de R$ 1.200,00.
Os trabalhadores decidiram que não vão aceitar ter seus direitos retirados, nem permitir que a empresa tire de seus salários, para lucrar mais. Todos os dias eles estão concentrados em frente à sede da Rua Acre, a partir das 7h da manhã.