Caixas poluem praia de Atalaia

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As caixas apareceram em diversas praias do Nordeste, inclusive na Atalaia
As caixas apareceram em diversas praias do Nordeste, inclusive na Atalaia

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Publicada em 30/10/2018 às 11:03:00

 

Duas caixas de origem ainda desconhecidas surgiram nas praias da Atalaia e Sarney, região Sul de Aracaju, durante este final de semana. Semelhantemente aos estados do Rio Grande do Norte, Ceará e Alagoas - onde somente neste estado mais de 80 caixas semelhantes já foram encontradas, peritos da Fundação Mamíferos Aquáticos (FMA), seguem investigando a origem, o índice de vulnerabilidade às pessoas que porventura manuseiem o material, bem como ao próprio meio ambiente. Em todo o Nordeste exames laboratoriais feitos por biólogos do Instituto do Meio Ambiente (IMA) constataram que os pacotes que apareceram no litoral alagoano são feitos de polímero, um material sintético feito a partir de derivados do petróleo.
De acordo com Bruno Almeida, Coordenador de Núcleo da FMA, a perspectiva é que todo o material recolhido e que possua características semelhantes sejam juntadoss para analise e posterior descarte em local apropriado. No que se refere ao manuseio deste material o especialista orienta os populares a evitar o contato e acionar de imediato os órgãos ligados ao Meio Ambiente. "Compreendemos que a partir desta atitude será possível minimizar qualquer risco de contaminação. Como estudos ainda estão sendo realizados para saber a origem desse material, o recomendado é que as pessoas que flagrem a chegada dessas caixas entrem em contato com os órgãos de competência em Meio Ambiente e comuniquem o fato", disse.
Paralelo a Sergipe, outros objetos semelhantes foram encontrados nas últimas 48 horas nos estados da Bahia e Pernambuco. Em toda a região Nordeste profissionais do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), também seguem contribuindo para as análises dos fardos que não possuem cheiro e costumam pesar mais de 100kg cada. "Trata-se de um trabalho em conjunto onde estamos buscando entender de onde esse material surgiu ou foi descarregado, bem como de que ele é feito. O que sabemos nesse momento é que o trabalho de análise é coletiva em todos os estados que oficializaram o surgimento dessas caixas e que logo em breve estaremos apresentando um estudo coerente sobre todas as duvidas que envolvem esse assunto", declarou Bruno Almeida. (Milton Alves Júnior)

Duas caixas de origem ainda desconhecidas surgiram nas praias da Atalaia e Sarney, região Sul de Aracaju, durante este final de semana. Semelhantemente aos estados do Rio Grande do Norte, Ceará e Alagoas - onde somente neste estado mais de 80 caixas semelhantes já foram encontradas, peritos da Fundação Mamíferos Aquáticos (FMA), seguem investigando a origem, o índice de vulnerabilidade às pessoas que porventura manuseiem o material, bem como ao próprio meio ambiente. Em todo o Nordeste exames laboratoriais feitos por biólogos do Instituto do Meio Ambiente (IMA) constataram que os pacotes que apareceram no litoral alagoano são feitos de polímero, um material sintético feito a partir de derivados do petróleo.
De acordo com Bruno Almeida, Coordenador de Núcleo da FMA, a perspectiva é que todo o material recolhido e que possua características semelhantes sejam juntadoss para analise e posterior descarte em local apropriado. No que se refere ao manuseio deste material o especialista orienta os populares a evitar o contato e acionar de imediato os órgãos ligados ao Meio Ambiente. "Compreendemos que a partir desta atitude será possível minimizar qualquer risco de contaminação. Como estudos ainda estão sendo realizados para saber a origem desse material, o recomendado é que as pessoas que flagrem a chegada dessas caixas entrem em contato com os órgãos de competência em Meio Ambiente e comuniquem o fato", disse.
Paralelo a Sergipe, outros objetos semelhantes foram encontrados nas últimas 48 horas nos estados da Bahia e Pernambuco. Em toda a região Nordeste profissionais do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), também seguem contribuindo para as análises dos fardos que não possuem cheiro e costumam pesar mais de 100kg cada. "Trata-se de um trabalho em conjunto onde estamos buscando entender de onde esse material surgiu ou foi descarregado, bem como de que ele é feito. O que sabemos nesse momento é que o trabalho de análise é coletiva em todos os estados que oficializaram o surgimento dessas caixas e que logo em breve estaremos apresentando um estudo coerente sobre todas as duvidas que envolvem esse assunto", declarou Bruno Almeida. (Milton Alves Júnior)