"Verão o que são os milagres"

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Publicada em 30/10/2018 às 11:16:00

 

* Raymundo Mello
(publicação de Raymundinho Mello, seu filho)
 
Estamos chegando ao final de outubro, 
mês que a Igreja Católica dedica à re-
flexão sobre as missões, nos lembrando a importância das nossas orações pelas missões e pelos missionários que levam a Palavra de Deus e a nossa fé mundo afora. Mas o nosso compromisso de rezar pelas obras missionárias deve continuar. 
Dom Bosco, o santo fundador dos Salesianos, foi sempre um entusiasta das missões - queria que a sua congregação pudesse fazer o bem à juventude de todo o mundo. E assim o é - a presença salesiana encontra-se hoje nos 5 continentes. E há 111 anos encontra-se em nossa cidade. Quanto de bom têm a dizer os que passaram durante todos estes anos por uma das três obras salesianas aqui em Aracaju.
Mas, como começou tudo isso? Em 1875. Naquele ano, Dom Bosco enviou um grupo de Salesianos (padres e irmãos) para a Argentina. A terra natal do nosso Papa Francisco foi a primeira a receber os missionários Salesianos. Com as missões, o sonho de Dom Bosco foi espalhando-se pelo mundo.
A celebração de envio aconteceu no Santuário Nossa Senhora Auxiliadora, em Turim (Itália), no dia 11 de novembro de 1875. Terminado o ato litúrgico, Dom Bosco traçou aos missionários o programa de ação e, concluiu abraçando fraternalmente um por um. A Igreja estava transbordante de pessoas. Cada um dos missionários levava consigo um folheto com "20 lembranças especiais" escritas por Dom Bosco, verdadeira essência de como ele desejava que fossem os seus missionários. Por questão de espaço, fiquemos com cinco dessas instruções, com as numerações do texto original:
1. Procurem almas e não dinheiro, honras, dignidades;
5. Cuidem de modo especial dos doentes, meninos, velhos e pobres, e ganharão as bênçãos de Deus e a benevolência dos homens;
12. Façam que o mundo conheça que são pobres, no vestuário, no alimento, na habitação, e serão ricos diante de Deus, e conquistarão o coração dos homens;
13. Amem-se, aconselhem-se e corrijam-se mutuamente, mas não haja nunca entre vocês inveja nem rancor; antes, o bem de um seja o bem de todos; as penas e os sofrimentos de um considerem-se como penas e sofrimentos de todos, e procure cada um afastá-los ou ao menos minorá-los;
20. Nas fadigas e sofrimentos não nos esqueçamos de que nos aguarda um grande prêmio no Céu.
Que estas instruções de Dom Bosco nos toquem o coração neste momento em que a Igreja nos alerta que somos todos missionários, cada um, "pregando" com a sua vida o Evangelho de Jesus Cristo, como lhe for possível. Sobre isto, serve para nós o que Dom Bosco escreveu num bilhete ao Padre Cagliero (um dos missionários deste primeiro grupo): "Façam o que puderem: Deus fará o que nós não pudermos fazer. Confiem todas as coisas a Jesus Sacramentado e a Maria Auxiliadora: verão o que são os milagres". 
* Raymundo Mello é Memorialista
raymundopmello@yahoo.com.br

* Raymundo Mello

(publicação de Raymundinho Mello, seu filho)

Estamos chegando ao final de outubro,  mês que a Igreja Católica dedica à re- flexão sobre as missões, nos lembrando a importância das nossas orações pelas missões e pelos missionários que levam a Palavra de Deus e a nossa fé mundo afora. Mas o nosso compromisso de rezar pelas obras missionárias deve continuar. 
Dom Bosco, o santo fundador dos Salesianos, foi sempre um entusiasta das missões - queria que a sua congregação pudesse fazer o bem à juventude de todo o mundo. E assim o é - a presença salesiana encontra-se hoje nos 5 continentes. E há 111 anos encontra-se em nossa cidade. Quanto de bom têm a dizer os que passaram durante todos estes anos por uma das três obras salesianas aqui em Aracaju.
Mas, como começou tudo isso? Em 1875. Naquele ano, Dom Bosco enviou um grupo de Salesianos (padres e irmãos) para a Argentina. A terra natal do nosso Papa Francisco foi a primeira a receber os missionários Salesianos. Com as missões, o sonho de Dom Bosco foi espalhando-se pelo mundo.
A celebração de envio aconteceu no Santuário Nossa Senhora Auxiliadora, em Turim (Itália), no dia 11 de novembro de 1875. Terminado o ato litúrgico, Dom Bosco traçou aos missionários o programa de ação e, concluiu abraçando fraternalmente um por um. A Igreja estava transbordante de pessoas. Cada um dos missionários levava consigo um folheto com "20 lembranças especiais" escritas por Dom Bosco, verdadeira essência de como ele desejava que fossem os seus missionários. Por questão de espaço, fiquemos com cinco dessas instruções, com as numerações do texto original:
1. Procurem almas e não dinheiro, honras, dignidades;
5. Cuidem de modo especial dos doentes, meninos, velhos e pobres, e ganharão as bênçãos de Deus e a benevolência dos homens;
12. Façam que o mundo conheça que são pobres, no vestuário, no alimento, na habitação, e serão ricos diante de Deus, e conquistarão o coração dos homens;
13. Amem-se, aconselhem-se e corrijam-se mutuamente, mas não haja nunca entre vocês inveja nem rancor; antes, o bem de um seja o bem de todos; as penas e os sofrimentos de um considerem-se como penas e sofrimentos de todos, e procure cada um afastá-los ou ao menos minorá-los;
20. Nas fadigas e sofrimentos não nos esqueçamos de que nos aguarda um grande prêmio no Céu.
Que estas instruções de Dom Bosco nos toquem o coração neste momento em que a Igreja nos alerta que somos todos missionários, cada um, "pregando" com a sua vida o Evangelho de Jesus Cristo, como lhe for possível. Sobre isto, serve para nós o que Dom Bosco escreveu num bilhete ao Padre Cagliero (um dos missionários deste primeiro grupo): "Façam o que puderem: Deus fará o que nós não pudermos fazer. Confiem todas as coisas a Jesus Sacramentado e a Maria Auxiliadora: verão o que são os milagres". 

* Raymundo Mello é Memorialistaraymundopmello@yahoo.com.br