Haddad será o articulador da oposição ao futuro governo, diz Gleisi

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Publicada em 31/10/2018 às 05:57:00

 

Daniel Mello 
Agência Brasil 
 
A presidente nacional do PT, senadora Gleisi Hoffmann (PR), disse ontem (30) que o candidato do partido à Presidência da República, Fernando Haddad, derrotado nas eleições, será o articulador de uma frente de oposição ao governo Jair Bolsonaro (PSL). Segundo ela, Haddad atuará em parceria com lideranças sociais e de outras legendas partidárias.
"O Fernando Haddad, no nosso entender, tem um papel muito relevante nesse processo, um papel maior do que o PT porque ele sai depositário da esperança do povo e da luta pela democracia de diversos setores da sociedade", disse a senadora.
A afirmação de Gleisi Hoffmann ocorreu após a primeira reunião de avalição do Diretório Nacional do PT, depois das eleições. "O PT dará todas as condições para que Fernando Haddad possa exercer esse papel de articulador junto com outras lideranças sociais e de partidos políticos para consolidar essa frente de resistência", acrescentou.
Previdência - A senadora afirmou também que o PT vai liderar o enfrentamento do movimento contra a aprovação da Reforma da Previdência este ano. "[Será estabelecida uma] frente de resistência pela democracia e pelos direitos do povo frente ao governo que está prestes a tomar posse", disse Gleisi Hoffmann.
Ontem (29) Bolsonaro disse que virá a Brasília na próxima semana para tentar agilizar o processo de discussão e votação da Reforma da Previdência. De acordo com a senadora, a primeira resistência será às ações conjuntas de Temer e Bolsonaro.
Violência - O PT pretende ainda disponibilizar, segundo a senadora, os advogados ligados ao partido para auxiliar pessoas que sofram perseguição ou agressões por motivação política. "Nos preocupa muito a integridade física das pessoas pelos posicionamentos que tem o governo que foi eleito em relação a uma série de movimentos."
Gleisi Hoffmann afirmou ter conhecimento de registros de vários casos de violência relacionados à motivação política. "Eu não conheci, desde que participo dos processos eleitorais, nenhum outro processo de eleição que nós tivéssemos tamanha violência."

A presidente nacional do PT, senadora Gleisi Hoffmann (PR), disse ontem (30) que o candidato do partido à Presidência da República, Fernando Haddad, derrotado nas eleições, será o articulador de uma frente de oposição ao governo Jair Bolsonaro (PSL). Segundo ela, Haddad atuará em parceria com lideranças sociais e de outras legendas partidárias.
"O Fernando Haddad, no nosso entender, tem um papel muito relevante nesse processo, um papel maior do que o PT porque ele sai depositário da esperança do povo e da luta pela democracia de diversos setores da sociedade", disse a senadora.
A afirmação de Gleisi Hoffmann ocorreu após a primeira reunião de avalição do Diretório Nacional do PT, depois das eleições. "O PT dará todas as condições para que Fernando Haddad possa exercer esse papel de articulador junto com outras lideranças sociais e de partidos políticos para consolidar essa frente de resistência", acrescentou.

Previdência - A senadora afirmou também que o PT vai liderar o enfrentamento do movimento contra a aprovação da Reforma da Previdência este ano. "[Será estabelecida uma] frente de resistência pela democracia e pelos direitos do povo frente ao governo que está prestes a tomar posse", disse Gleisi Hoffmann.
Ontem (29) Bolsonaro disse que virá a Brasília na próxima semana para tentar agilizar o processo de discussão e votação da Reforma da Previdência. De acordo com a senadora, a primeira resistência será às ações conjuntas de Temer e Bolsonaro.

Violência - O PT pretende ainda disponibilizar, segundo a senadora, os advogados ligados ao partido para auxiliar pessoas que sofram perseguição ou agressões por motivação política. "Nos preocupa muito a integridade física das pessoas pelos posicionamentos que tem o governo que foi eleito em relação a uma série de movimentos."
Gleisi Hoffmann afirmou ter conhecimento de registros de vários casos de violência relacionados à motivação política. "Eu não conheci, desde que participo dos processos eleitorais, nenhum outro processo de eleição que nós tivéssemos tamanha violência."